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	<title>Medicina &amp; Saúde Jovem Archives - Portal Medicina e Saúde</title>
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	<title>Medicina &amp; Saúde Jovem Archives - Portal Medicina e Saúde</title>
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		<title>Inovação aeroespacial e ação humanitária em saúde: estudantes da USP e ITA ganham prêmio nacional</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 09:58:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160;Narayane Medeiros (ITA) e Pedro Rodrigues (USP- SP) empataram na categoria regional e elevaram para seis o número de jovens que irão conhecer o ecossistema de inovação da China. Crédito foto: Eduardo Frazão Dois jovens de universidades de São Paulo estão entre os vencedores da primeira edição do prêmio Protagonismo Universitário, que reconhece estudantes de &#8230;</p>
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<p><em>&nbsp;<strong>Narayane Medeiros (ITA) e Pedro Rodrigues (USP- SP) empataram na categoria regional e elevaram para seis o número de jovens que irão conhecer o ecossistema de inovação da China.</strong></em></p>



<p><strong><em>Crédito foto: Eduardo Frazão</em></strong></p>



<p>Dois jovens de universidades de São Paulo estão entre os vencedores da primeira edição do <strong>prêmio <em>Protagonismo Universitário</em></strong>, que reconhece estudantes de todo o Brasil com trajetórias de impacto científico, tecnológico e social. Os vencedores da região Sudeste são <strong>Narayane Ribeiro Medeiros</strong>, 23 anos, aluna de Engenharia Aeroespacial do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), e <strong>Pedro Henrique Docema Rodrigues</strong>, 21 anos, estudante de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).</p>



<p>A premiação, organizada pela plataforma <em>Na Prática</em>, que acelera carreiras e conecta jovens ao mercado de trabalho, teve mais de 8 mil candidaturas e apenas 15 finalistas selecionados em todo o país. A cerimônia de premiação foi realizada no dia 03 de novembro, em São Paulo.</p>



<p>Narayane Ribeiro Medeiros liderou o GeoPredict, projeto que utiliza inteligência artificial e processamento de imagens para análises ambientais e climáticas, selecionado como finalista global do NASA International Space Apps Challenge 2024, entre mais de 10 mil iniciativas de todo o mundo.</p>



<p>A engenheira também venceu o Prêmio Carolina Bori “Ciência &amp; Mulher”, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Ela atua como pesquisadora da FAPESP, em parceria com a Embraer no projeto FLYMOV, que investiga soluções de montagem final inteligente de aeronaves. Além disso, é presidente da ITACube, equipe universitária de nanossatélites do ITA, responsável por lançamentos reais em órbita, e pesquisadora master do grupo ITAndroids, que desenvolve robôs humanoides voltados à exploração espacial.</p>



<p>Ao receber o prêmio, Narayane&nbsp; destacou: &#8220;Gostaria de dizer a toda menina e mulher que sonha com as Ciências Exatas: ignorem as vozes que dizem que este não é o seu lugar. Somos fortes! Protagonizem e façamos desse o nosso lugar”.</p>



<p><strong>Medicina humanitária e extensão universitária</strong> &#8211; Já Pedro Henrique Rodrigues, da USP, foi reconhecido por refundar a tradicional Bandeira Científica, expedição humanitária que leva atendimento médico gratuito a comunidades vulneráveis. Sob sua coordenação, o projeto realizou mais de 5 mil atendimentos em 15 especialidades e mobilizou R$ 300 mil em recursos, retomando uma das ações de extensão mais emblemáticas da universidade.</p>



<p>Em 2024, o estudante também liderou uma frente emergencial no Rio Grande do Sul, após as enchentes que devastaram o estado, articulando 40 voluntários e parcerias com a Força Aérea Brasileira, ONGs e instituições de saúde para atendimento de populações isoladas. Pedro é ainda fundador da Liga de Saúde Humanitária da USP, primeira do tipo no país, e já participou de diversas expedições, entre elas as da ONG Zoé (PA), Transborda Caiçara (PR) e Xingu+Catu (MT).</p>



<p>“Queria agradecer às comunidades que me abraçam e fazem dos seus lares também minha casa. Aos caiçaras, calungas, tapajoaras e marajoaras, que permitem que a gente consiga desenvolver um novo humanitarismo”, disse Pedro durante a cerimônia.</p>



<p>Os vencedores embarcam nos próximos meses para uma imersão internacional na China, onde terão acesso ao ecossistema de inovação e empreendedorismo global, ao lado dos demais premiados das cinco regiões do Brasil.</p>



<p></p>
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		<title>Alunos de Medicina prestam atendimento a comunidades quilombolas na Bahia</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 09:39:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina & Saúde Jovem]]></category>
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		<category><![CDATA[2ª edição da Missão Sertões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A segunda edição da Missão Sertões terá como foco a atenção primária Foto: Divulgação A Inspirali, ecossistema que atua na gestão de 15 escolas médicas em diversas regiões do Brasil, levará 36 alunos, 2 egressos e 4 professores de suas escolas para a 2ª edição da Missão Sertões, projeto cujo objetivo é&#160;levar atendimento em saúde &#8230;</p>
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<p><strong><em>A segunda edição da Missão Sertões terá como foco a atenção primária</em></strong><strong></strong></p>



<p><em>Foto: Divulgação</em></p>



<p>A <strong>Inspirali</strong>, ecossistema que atua na gestão de 15 escolas médicas em diversas regiões do Brasil, levará 36 alunos, 2 egressos e 4 professores de suas escolas para a <strong>2ª edição da Missão Sertões</strong>, projeto cujo objetivo é&nbsp;levar atendimento em saúde para regiões isoladas e com limitação de recursos. A expedição acontece de 27 de julho a 3 de agosto nas <strong>comunidades quilombolas de Antônio Gonçalves, Bahia.&nbsp;&nbsp;</strong></p>



<p>A expedição humanitária atenderá a população com foco na atenção primária de saúde, inserida no Sistema Único de Saúde (SUS), o que inclui atendimentos clínicos, ações de prevenção e promoção da saúde, educação em saúde nas escolas e cirurgias ambulatoriais. Os alunos estarão acompanhados de professores profissionais dessas áreas.&nbsp;</p>



<p>A ação acontecerá nas comunidades São João, Caldeirão, Sapé, Bananeira, Barra, Alto da Cajazeira, Jibóia, Santana, Lagoa Grande, Baixinha, Olho d’Agua, Mucambo, Brejão da Grota, Salgada, Copa 70, Pau Ferro.&nbsp;</p>



<p>Participarão da 2ª Missão Sertões alunos das escolas AGES (BA), UNIFACS (BA), UNIBH (MG), FASEH (MG), Universidade Anhembi Morumbi (SP), Universidade São Judas Tadeu (SP), UNIFG (BA), UNP (RN) e Unisul (SC). O grupo atuará a cada dia em comunidades diferentes, atendendo dentro de escolas, igrejas e pontos de atendimento em saúde, além da locomoção até a casa daqueles pacientes que precisam de acompanhamento, mas não conseguem se deslocar.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“Nosso objetivo é levar atendimento para comunidades que, por questões geográficas, têm dificuldades em receber assistência médica especializada. Além disso, levaremos estudantes para atuarem em uma realidade totalmente diferente daquela que vivenciam em suas universidades. Este aprendizado será mantido em suas vidas e, com certeza, terão uma atuação ainda mais comprometida e humanizada em suas carreiras”, conta Rodrigo Dias Nunes, Diretor da Travessia Humanitária da Inspirali.&nbsp;</p>



<p>A Missão Sertões integra a Travessia Humanitária da Inspirali que envolve as 15 escolas do grupo. Desde 2022, já foram realizadas missões nacionais, regionais e internacionais sendo 11 Missões Amazônia, abrangendo os municípios de Santarém, Belterra e Aveiro, no Pará; duas Missões África, em Benin; três Missões Rio Grande do Sul, quando houve as enchentes, e duas Missões Jequitinhonha.&nbsp;&nbsp;</p>
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		<title>Ver para viver melhor: ação transforma saúde ocular em aldeia indígena</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 09:46:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina & Saúde Jovem]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[ação da Afya Ipatinga em aldeia indígena]]></category>
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		<category><![CDATA[Prevenção Saúde Ocular em aldeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alunos voluntários estiveram imersos em uma série de atividades essenciais na aldeia Foto: Divulgação A Afya Faculdade de Ciências Médicas de Ipatinga/MG divulga o projeto &#8220;Prevenção da Saúde Ocular no Âmbito da Saúde Coletiva&#8220;. A iniciativa levou, entre os meses de fevereiro e junho, cuidados oftalmológicos essenciais à Aldeia Gerú Tucunã Pataxó, localizada no município &#8230;</p>
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<p><strong><em>Alunos voluntários estiveram imersos em uma série de atividades essenciais na aldeia</em></strong></p>



<p><em>Foto: Divulgação</em></p>



<p><strong>A Afya Faculdade de Ciências Médicas de Ipatinga/MG </strong>divulga o projeto &#8220;<strong>Prevenção da Saúde Ocular no Âmbito da Saúde Coletiva</strong>&#8220;. A iniciativa levou, entre os meses de fevereiro e junho, cuidados oftalmológicos essenciais <strong>à Aldeia Gerú Tucunã Pataxó</strong>, localizada no município de Açucena, Minas Gerais.</p>



<p>O projeto, liderado pelas professoras Analina Furtado Valadão, Fabiana Athayde Martins Araújo e Tatianne Fernandes Duarte, promoveu a prevenção de doenças oculares e melhorou a qualidade de vida dos 88 moradores da aldeia, composta por 38 homens e 50 mulheres, incluindo crianças e idosos.&nbsp;</p>



<p>De acordo com estudo do Centro de Documentação Eloy Ferreira (Cedefes), atualmente há 19 etnias indígenas que habitam em Minas Gerais. Segundo a professora da Afya Ipatinga, Fabiana Athayde, iniciativas como essa ampliam o acesso das comunidades indígenas aos serviços de saúde.</p>



<p>Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que aproximadamente 285 milhões de pessoas vivem com problemas na visão e, entre 60% a 80% dos casos podem ser evitados e tratados. No Brasil, mais de 1,5 milhão de pessoas sofrem com a cegueira, segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO).</p>



<p>Alunos voluntários da instituição estiveram imersos em uma série de atividades essenciais na aldeia. Foram realizadas triagens de acuidade visual, exames de refração, fundo de olho direto e tonometria com tonômetro portátil, um equipamento fundamental para a medição da pressão intraocular e detecção de condições como o glaucoma.</p>



<p>A professora Analina explica que o problema de doenças como miopia, catarata e glaucoma, por exemplo, muitas vezes se desenvolvem sem dar sinais e quando a pessoa percebe, o quadro já pode estar avançado. “O mais triste é saber que, na maioria das vezes, bastaria um exame simples para detectar e tratar precocemente. Em muitas comunidades, principalmente nas mais vulneráveis, o acesso à saúde ocular ainda é um desafio enorme. Crianças que não conseguem enxergar o quadro na escola, trabalhadores que perdem desempenho, idosos que deixam de sair de casa porque não enxergam direito, são situações reais e evitáveis.”</p>



<p>Um dos pilares da iniciativa foi garantir o acesso à correção visual. Aqueles que necessitavam receberam óculos de forma gratuita, graças à colaboração de campanhas de arrecadação de armações e parcerias estratégicas com empresas fornecedoras de lentes.&nbsp;</p>



<p>O Cacique Baiara comentou sobre a importância do projeto para a sua comunidade. “Nem todas as famílias têm essa oportunidade de usar óculos, né? Eu acho que depois desse trabalho com nossa comunidade, com os professores, isso vai ser muito importante, porque vai ajudar na avaliação de cada família e de cada criança. Acho que isso vai fortalecer muito a nossa comunidade aqui. Esse trabalho em conjunto com a faculdade é de grande importância para nosso povo indígena. Poder conhecer vocês e dialogar sobre as necessidades das comunidades indígenas hoje em dia é algo fundamental.”</p>
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		<title>Medicina &#038; Saúde Jovem: entrevista com Wagner Scalabrini Neto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 09:33:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina & Saúde Jovem]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências Médicas de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade Ciências Médicas]]></category>
		<category><![CDATA[intgernato rural de medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Wagner Scalabrini Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Wagner Scalabrini Neto: “Eu imagino a boa medicina não como aquela de maior complexidade, mas, sim, como aquela que consiga atender e suprir as demandas de quem mais precisa”. &#160;Jovens médicos, novos tempos. A medicina oferece cada vez mais novos avanços, tecnologias e medicamentos. Entretanto, infelizmente, boa parte da população tem dificuldade de acesso rápido &#8230;</p>
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<p><strong><em>Wagner Scalabrini Neto: “Eu imagino a boa medicina não como aquela de maior complexidade, mas, sim, como aquela que consiga atender e suprir as demandas de quem mais precisa”.</em></strong></p>



<p>&nbsp;<strong>Jovens médicos</strong>, novos tempos. A <strong>medicina</strong> oferece cada vez mais novos avanços, tecnologias e medicamentos. Entretanto, infelizmente, boa parte da população tem dificuldade de acesso rápido a consultas e procedimento da área. Por esse motivo, é da maior importância a vivência de estudantes de medicina junto a essa realidade, através de projetos comunitários, que mostram o dia a dia de pacientes, distantes dos grandes centros urbanos.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nessa entrevista, ao Portal Medicina &amp; Saúde, <strong>Wagner Scalabrini Neto</strong>, atualmente no 12º período de Medicina da Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais, fala de sua experiência no internato rural, também na reabilitação com pacientes oncológicos. Scalabrini aborda&nbsp;a importância da produção científica durante a faculdade, a influência de seu pai, também médico, sua escolha para a residência médica, formação médica que recebe, medicina do futuro, entre outros aspectos. Confira:</p>



<p><strong>Wagner, na sua experiência acadêmica na iniciação científica na faculdade, o que mais o incentivou nos estudos? &#8211; </strong>Diversos fatores me incentivaram a produzir uma iniciação científica. Posso citar, por exemplo, a necessidade em aprender a conduzir uma pesquisa. Um estudo acadêmico é completamente diferente de um estudo quando já se é um profissional na área. Ao longo da minha pesquisa, com a ajuda da minha orientadora, encontrei diversas falhas em meu projeto que me mostraram que fazer pesquisa não é nem um pouco fácil, mas isso foi de extrema importância para que eu aprendesse o funcionamento de certas coisas e melhorasse no futuro.&nbsp; Certamente o meu próximo projeto será melhor e mais bem conduzido. Além disso, uma iniciação científica garante uma pontuação extra nos editais de residência médica, o que pode ser um diferencial dado a alta concorrência nos dias atuais.</p>



<p><strong>Nos projetos junto à comunidade (Bom Despacho, Caeté e Candeias), como foi verificar a realidade da medicina nessas cidades, o que destacaria de positivo e de negativo? &#8211; </strong>É uma realidade muito distante da que estamos habituados, quando vivemos em grandes cidades como Belo Horizonte. Quando fui para Caeté com um grupo de colegas, realizamos algumas abordagens em um centro de saúde da região, voltadas principalmente para a promoção de saúde, como orientações acerca de uma boa alimentação, prática de atividade física e cessação de tabagismo, além de nortear medidas para um bom controle de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão. Já em Candeias, cidade na qual realizei o meu Internato Rural, pude ter um acompanhamento mais longitudinal, dado que morei lá por alguns meses. É uma cidade bem pequena, mas que apresenta um excelente acesso na atenção primária, porém peca em casos de maior complexidade, sendo necessário referenciar para municípios de maior porte da região, como Campo Belo. Por fim, em ordem cronológica, o último projeto foi em uma comunidade rural de Bom Despacho. Ao chegar lá, vimos que se tratava de uma comunidade bastante desassistida em termos de saúde. Devido a isso, nossa abordagem ficou um pouco mais restrita. O que fizemos foi realizar um rastreamento de hipertensão e repassamos para a Secretaria de Saúde para que esses pacientes conseguissem uma consulta agendada, com posterior abordagem e seguimento de tal condição. Em suma, destaco como ponto negativo a dificuldade do acesso à saúde em pequenos municípios. Como ponto positivo, a possibilidade de conhecer diferentes realidades e poder auxiliar de alguma forma, mesmo que pontual.</p>



<p><strong>Sobre o projeto REVIVER de reabilitação com pacientes oncológicos, fale sobre essa experiência &#8211; </strong>Contextualizando de forma breve, o projeto REVIVER foi um projeto que eu e alguns colegas desenvolvemos ao longo da faculdade, que teve como objetivo melhorar a qualidade de vida de pacientes oncológicos através da prática de atividades físicas, adequadas às devidas limitações e proporções da doença.</p>



<p><strong>O que mais o impressionou? &#8211; </strong>Me impressionou como a neoplasia é uma doença que, infelizmente, é capaz de deixar uma pessoa muito debilitada tanto fisicamente como mentalmente.</p>



<p><strong>Como foi a reação dos pacientes com relação ao projeto? &#8211; </strong>Conseguimos apenas um paciente para participar do projeto. Apesar disso, a reação foi positiva. Ele e sua filha se mostraram animados e dispostos a realizar os exercícios que prescrevemos. Por fim, ambos estavam cientes de que aquilo não era a cura da doença, mas, sim, uma forma de tentar trazer melhor qualidade de vida e sensação de autonomia para o doente.</p>



<p><strong>Quais as dificuldades encontradas/limitações no atendimento? &#8211; </strong>Em relação ao único paciente que tivemos, uma grande limitação do atendimento foi o fato de ele morar distante do serviço de saúde em que conduzimos o projeto, levando-o no final a abandonar o programa. Entretanto, entendo que isso é uma realidade muito presente. Outra dificuldade foi conseguir captar mais indivíduos a participarem da nossa ação, muitos também residiam em local distante do projeto e ou não demonstraram interesse em participar.</p>



<p><strong>Como resolver essas dificuldades? &#8211; </strong>Como forma de contornar o fato de que nosso paciente não poderia mais comparecer presencialmente ao serviço de saúde em que o projeto foi conduzido, prescrevemos algumas atividades simples que poderiam ser realizadas em casa sob supervisão e demos algumas orientações gerais visando promoção de saúde e focando em qualidade de vida.</p>



<p><strong>Sobre a apresentação de trabalhos em eventos médicos. O que pode salientar desse aprendizado? &#8211; </strong>Acredito ser de extrema importância apresentar esse tipo de trabalho desde o início da graduação, para que já se tenha um contato precoce com a produção científica. Além disso, penso ser esse o momento ideal de se cometer erros e acertos, assim como na iniciação científica. Consegui perceber ao longo da faculdade a melhora, tanto de delineamento do projeto como de apresentação e desenvoltura dos trabalhos, com a progressão dos períodos. Dessa forma, é possível chegar ao final da graduação e início do mercado de trabalho, mais experiente e bem capacitado.</p>



<p><strong>Ter pai médico o incentiva no caminho da medicina? &#8211; </strong>É uma relação que me incentiva a buscar sempre o melhor. Vejo que meu pai até hoje permanece estudando e se atualizando, pois, a medicina é muito dinâmica e está em constante mudança.</p>



<p><strong>A formação que recebe na sua faculdade corresponde às suas expectativas com relação ao currículo, realidade brasileira, mercado de trabalho, avanços da medicina, ética, etc.) &#8211; </strong>Com certeza! Inicialmente abordando o tema currículo, a Faculdade Ciências Médicas oferece diversas oportunidades extracurriculares, tais quais ligas acadêmicas, projetos de iniciação científica, projetos de extensão, publicação de artigos em revista própria e diversas outras possibilidades. Na sequência, em se tratando de realidade brasileira, tive a chance de estagiar nos principais grandes centros de referência SUS de Belo Horizonte, onde pude colocar em prática o conhecimento adquirido pelos estudos teóricos. Em relação aos avanços da medicina, a faculdade está constantemente promovendo congressos e simpósios das grandes áreas médicas, oferecendo constante atualização das melhores condutas baseadas em evidências. Por fim, se reunirmos todos esses aspectos, definitivamente é uma instituição que prepara com ética e excelência para o mercado de trabalho.</p>



<p><strong>Qual área pretende seguir na Residência Médica? Por que pretende seguir esse caminho como médico? &#8211; </strong>Pretendo prestar residência para Clínica Médica. Escolhi essa área já no final da graduação, após ter tido contato com todas as outras cadeiras básicas da Medicina (Clínica Médica, Cirurgia, Ginecologia e Obstetrícia, Pediatria e Medicina Preventiva). Acredito que a Clínica é quase que a base da medicina, pois agrega conhecimento e prática para identificar e tratar das principais afecções humanas, além de te permitir trabalhar desde a atenção primária até serviços de maior complexidade. Ademais, é uma área com diversas subespecialidades, como a Endocrinologia, Cardiologia, Nefrologia, Pneumologia, dentre outras, o que garante um vasto campo de atuação, por vezes dialogando com intervenções clínico-cirúrgicas. Em suma, o que me atrai na clínica é o seu amplo espectro de possibilidades.</p>



<p><strong>Em um país com tanta diferença social como o Brasil, como você imagina uma boa medicina? &#8211; </strong>Eu imagino a boa medicina não como aquela de maior complexidade, mas como aquela que consiga atender e suprir as demandas de quem mais precisa. Atualmente se fala muito na atuação principalmente de prevenção primária e quaternária, sendo a primeira voltada para evitar o surgimento de agravos, como vacinação para evitar doenças imunopreveníveis, prática de atividade física, boa alimentação e cessar tabagismo. Já a quaternária foca em proteger pacientes do excesso de intervenções, como solicitar exames desnecessários e a sobre medicalização de condições que poderiam ser abordadas de outras formas. Por fim, acho importante salientar também a prevenção quinquenária, focada em cuidar de quem cuida, ou seja, os profissionais de saúde de um modo geral. São indivíduos que enfrentam longas e desgastantes jornadas de trabalho que, por vezes, infelizmente, deixam de oferecer o seu melhor devido ao cansaço e a exaustão.</p>



<p><strong>Como avalia uma medicina do futuro, já com a presença forte da inteligência artificial? &#8211; </strong>A inteligência artificial veio para ficar. Isso é um fato. Mas não para substituir o médico, mas para auxiliá-lo. Existem muitos aspectos dentro da medicina que são bastante mecânicos e repetitivos, como, por exemplo, a realização de receitas médicas, confecções de prontuários e prescrições que tomam muito tempo dos profissionais, tempo esse que poderia ser melhor investido em discussão de casos e planejamento de melhores condutas para os pacientes. Já existem protótipos de inteligência artificial que realizam essas atividades mecânicas de forma mais rápida e eficiente, e, é claro, que todos esses documentos passam pela supervisão do médico, para se certificar de que não há nenhum erro que possa colocar a segurança dos pacientes em risco. Além disso, a inteligência artificial vem se mostrando bastante promissora na interpretação de exames, como eletrocardiogramas e exames de imagem, como raio-x, tomografia e ressonância.</p>



<p><strong>Qual mensagem você poderia deixar para os jovens que pretendem seguir o caminho da&nbsp;medicina&nbsp;hoje? – </strong>Atualmente, a medicina passa por um cenário bastante diferente de alguns anos atrás, com um aumento expressivo no número de faculdades (que coloca até mesmo em xeque a qualidade do ensino, visto que grandes grupos passaram a ver a medicina, infelizmente, como oportunidade de negócios), vagas de residência cada vez mais concorridas &#8211; devido ao aumento do número de profissionais, e um mercado que está cada vez mais competitivo, pois há mais oferta de médicos que demanda, especialmente nas grandes cidades que estão com uma maior concentração de profissionais, ao passo que locais mais remotos &#8211; que necessitam de maior assistência, estão com uma carência de trabalhadores. Apesar disso, ainda vejo a medicina com muita admiração e acredito haver espaço para quem quer realmente realizar uma boa prática. Tenho a certeza de ter tomado a decisão certa.</p>



<p></p>
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		<title>Missão Humanitária leva 36 alunos de medicina ao Vale do Jequitinhonha</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 09:40:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em sua 2ª edição, os estudantes vão prestar atendimento médico a cerca de mil pessoas Foto: ação humanitária em Jequiti/ Divulgação A Inspirali, ecossistema de educação médica do país, realiza a 2ª edição da Missão Jequitinhonha, dando continuidade às ações humanitárias em regiões com pouco acesso à saúde. Desta vez, 36 alunos de 14 escolas &#8230;</p>
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<p><strong><em>Em sua 2ª edição, os estudantes vão prestar atendimento médico a cerca de mil pessoas</em></strong><strong></strong></p>



<p><em>Foto: ação humanitária em Jequiti/ Divulgação</em></p>



<p>A <strong>Inspiral</strong>i, ecossistema de educação médica do país, realiza a 2ª edição da <strong>Missão Jequitinhonha</strong>, dando continuidade às <strong>ações humanitárias</strong> em regiões com pouco acesso à saúde. Desta vez, 36 alunos de 14 escolas do ecossistema participarão da expedição, ao lado de seis professores e um egresso. A ação, que tem como objetivo levar qualidade de vida para moradores de regiões isoladas e proporcionar experiência humanitária para futuros médicos, acontece de 6 a 13 de abril e percorrerá os municípios de Chapada do Norte e Angelândia/norte de MG.</p>



<p>Em sua primeira edição, a Missão Jequitinhonha passou por quatro cidades na região atendendo mais de 828 pessoas, sendo, destas, 201 crianças e 154 idosos. As principais ocorrências atendidas foram atendimentos clínicos variados, dores osteoarticulares e hipertensão. Para esta edição, a expectativa é chegar a 1.000 atendimentos.</p>



<p>Os missionários partirão de Belo Horizonte em viagem de ônibus até a Chapada do Norte, onde permanecerão por três dias prestando atendimentos. Nos três dias seguintes eles estarão em Angelândia, onde ficarão de quinta a sábado, atuando diretamente nas comunidades locais. Nas cidades visitadas, serão recebidos pelas prefeituras, que colaborarão na organização e definição da estrutura de atendimento, que poderá incluir escolas, UBS, praças e igrejas.</p>



<p>“O Vale do Jequitinhonha é uma região muita rica em cultura e história, mas possui acesso restrito à saúde por conta de sua localização. Nossa missão é chegar até estas comunidades mais afastadas para levar um pouco de dignidade, acolhimento e atendimento clínico, além de proporcionar uma experiência prática para os nossos alunos”, conta Rodrigo Dias Nunes, Diretor de Extensão Curricular, Extracurricular e Travessia Humanitária da Inspirali.</p>



<p>A 2ª Missão Jequitinhonha é a 18ª expedição promovida, até o momento, pela Inspirali. Já foram realizadas 10 Missões nas regiões ribeirinhas do Amazonas, duas Missões Internacionais na cidade de Benin, na África, três Missões de catástrofe no Rio Grande do Sul para ajudar às vítimas das enchentes, e uma Missão Sertões em comunidades quilombolas na Bahia.</p>
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		<title>Missão África 2: estudantes de Medicina retornam à Benin para atender população vulnerável</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Feb 2025 09:46:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Além dos cuidados com a saúde, expedição oferece uma oportunidade de desenvolvimento profissional e humanitário para futuros médicos Foto: &#160;Pixabay Em um momento em que o Brasil está estreitando relações diplomáticas com Benin, a Inspirali, importante ecossistema de educação médica do país, leva seus estudantes de Medicina para prestarem atendimento médico em vilarejos da região &#8230;</p>
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<p><em>Além dos cuidados com a saúde, expedição oferece uma oportunidade de desenvolvimento profissional e humanitário para futuros médicos</em></p>



<p><em>Foto: &nbsp;Pixabay</em></p>



<p>Em um momento em que o Brasil está estreitando relações diplomáticas com Benin, a <strong>Inspiral</strong>i, importante ecossistema de educação médica do país, leva seus <strong>estudantes de Medicina</strong> para prestarem atendimento médico em vilarejos da região africana, para uma população de extrema vulnerabilidade. A <strong>2ª edição da Missão África</strong> tem também como objetivo oferecer a estudantes e docentes uma oportunidade de desenvolvimento profissional e humanitário. A próxima edição acontece de 13 a 28 de fevereiro, período em que os missionários visitarão e receberão pessoas de cinco diferentes vilarejos das cidades de Adjarra e Ganvie, com a expectativa de atender 500 pessoas por dia com serviços de saúde e pequenas cirurgias.</p>



<p>O hospital (<em>Centre de Santé de Adjarra</em>), já em funcionamento na região, servirá como base, mas a expedição será dividida em grupos com diferentes atuações para prestar atendimento aos vilarejos locais. Além de procedimentos cirúrgicos e visitas domiciliares, os missionários também atuarão em um Centro de tratamento para pacientes com problemas de Saúde Mental.</p>



<p>Durante a Missão, os consultórios serão organizados em galpões ou debaixo de árvores sombreiras próximas, ou dentro de paróquias. Cada consultório contará com um tradutor do dialeto Fonuepara o francês, colaborador da própria comunidade. Os alunos se comunicarão por meio do francês básico. Está prevista a realização de diversas pequenas cirurgias e outros atendimentos.</p>



<p>Em Benin, a mortalidade infantil chega próximo dos 50% no primeiro ano de vida e a expectativa de vida é em média 53 anos. Rodrigo Dias Nunes, Diretor de Extensão Curricular, Extra-curricular e Travessia Humanitária da Inspirali, acredita que, para a maioria, esse seja o único atendimento que estas pessoas vão ter ao longo da vida. “No Brasil, temos algo que faz toda a diferença para as pessoas: o SUS. Nas missões que realizamos por aqui, por mais difícil que seja, a população tem acesso a medicação e a exames. Em Benin, as pessoas nascem e morrem e não há registro dessas informações. Não adianta prescrever uma receita para continuidade de medicação, pois não possuem dinheiro ou acesso para comprar. Muitas enfermidades poderiam ser solucionadas com uma boa alimentação ou o simples ato de beber água, mas lá eles não possuem estes recursos básicos”, conta. A maioria da população em Benin vive em extrema pobreza, não possui saneamento básico, pouquíssimos têm à energia elétrica e com acesso extremamente restrito à educação e saúde, já que não possuem escolas ou hospitais públicos.</p>



<p>Participam dessa nova missão 28 alunos, cinco egressos e oito professores das escolas UniBH, Unisul, Universidade São Judas Tadeu, Universidade Anhembi Morumbi, UniFacs, Faseh, UnP e AGES.</p>



<p>A ação é uma atividade prática e de extensão universitária ao currículo da Inspirali em que participam estudantes que já possuem histórico em ações voluntárias, já participaram e se destacaram em alguma das edições anteriores da Missão Amazônia e estão nos dois últimos anos da graduação. Cada aluno terá em mãos um sistema de Prontlife® desenvolvido especialmente para a missão. Trata-se de um tablet com prontuário eletrônico, cujas informações colhidas irão compor um banco de dados dos pacientes que será, posteriormente, apresentado como modelo para o governo para fortalecer a estratégia de implementação de um Programa de Medicina de Família e Comunidade.</p>



<p>“Com a parceria da ONG Sementes da Saúde, teremos apoio local na articulação com os agentes de saúde de Benin, Ministério da Saúde e Ordem dos Médicos, além da contratualização de serviços locais de saúde junto aos <em>villages</em>. Contamos ainda com o apoio da Embaixada Brasileira em Benin. Sabemos das dificuldades desta operação, mas escolhemos essa região por ser um território conhecido, livre de guerras e com necessidades que estão em consonância com a trilha humanitária dos cursos de medicina da Inspirali”, enfatiza Nunes.</p>
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		<title>Missões médicas humanitárias: transformando vidas e carreiras</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 09:49:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Alexandre Cortez]]></category>
		<category><![CDATA[Curso de Medicina da FASEH]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudante Dhara Vitória Garcia em atendimento na Missão Jequitinhonha Foto: Arquivo Inspirali Todo mundo sabe que a prática precisa estar aliada à teoria em qualquer profissão. Na Medicina, isso é mais que necessário: é imprescindível. Por isso, as missões humanitárias tornam-se oportunidades para que os futuros médicos vivenciem, além da prática, a realidade sociocultural dos &#8230;</p>
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<p><em>Estudante Dhara Vitória Garcia em atendimento na Missão Jequitinhonha</em></p>



<p><em>Foto: Arquivo Inspirali</em></p>



<p>Todo mundo sabe que a prática precisa estar aliada à teoria em qualquer profissão. Na <strong>Medicin</strong>a, isso é mais que necessário: é imprescindível. Por isso, as <strong>missões humanitárias</strong> tornam-se oportunidades para que os futuros médicos vivenciem, além da prática, a realidade sociocultural dos pacientes.&nbsp;Nessas missões, os futuros profissionais têm a possibilidade de desenvolver também o controle de emoções, a capacidade de lidar com imprevistos e o respeito com as diversidades, entre outras habilidades.</p>



<p>As recentes expedições realizadas pela <strong>Inspirali,</strong> ecossistema de educação médica do país, são prova disso. Em 2024, foram realizadas missões que levaram graduandos e professores de Medicina de todo o Brasil, para prestar atendimento de saúde às comunidades carentes na região de Santarém/PA, no Vale do Jequitinhonha/MG, e no Benim, país da África Ocidental, além de uma missão extraordinária no Rio Grande do Sul.</p>



<p><strong>Outras realidades &#8211; </strong>Em Minas Gerais, a FASEH, faculdade localizada no município de Vespasiano, é uma das instituições que participa das missões humanitárias. No começo de agosto, a instituição realizou a 1ª Missão Jequitinhonha, que beneficiou populações de quatro municípios mineiros: Chapada do Norte, Berilo, Francisco Badaró e Jenipapo de Minas.&nbsp;</p>



<p>Lívia Lima, aluna do 8º período do curso de Medicina, foi uma das integrantes da iniciativa pioneira. Criada em uma família que já atua com projetos sociais, a estudante viu nessa ação uma oportunidade para aplicar o exemplo aprendido com seus pais, além dos conhecimentos da graduação. “Cresci ouvindo do meu pai falar que é nosso dever oferecer o máximo de dignidade possível para as pessoas. Então, para mim, não é uma questão de doação, mas, sim, de dever para com o próximo. E como missionária, pude unir esse meu lado técnico/acadêmico com o meu lado humano para cuidado com o outro”.&nbsp;</p>



<p>Integrante também do MedCirco, projeto de extensão que leva alegria e atividades lúdicas para crianças em hospitais da Grande BH, Lívia utilizou esse conhecimento como estratégia para tornar mais positiva a experiência dos pequenos pacientes durante os atendimentos. “A partir do momento que a gente atendia com o nariz de palhaço no rosto, a criança já parava de chorar e entrava no lúdico das consultas”.</p>



<p>Para Lívia, a Missão Jequitinhonha foi um momento marcante de sua formação médica. “Foi muito bonito poder unir esses dois lados e contribuir para tentar amenizar um pouco a situação de saúde pública do nosso país”.</p>



<p><strong>Matula &#8211; </strong>Dhara Vitória César Garcia, aluna do 11º período, já havia participado da comitiva para a Amazônia e foi uma das integrantes da Missão Jequitinhonha. Natural de Pirapora, cidade do Norte de Minas, a acadêmica se preparou para encontrar pessoas vivendo em situação precária, mas, se surpreendeu com a riqueza cultural da população da região, a alegria e o carinho com que foram recebidos pelos moradores.</p>



<p>“Foi muito lindo ver como éramos acolhidos em cada comunidade. Era sempre um sorriso no rosto, olhares brilhantes, uma sensação de encantamento. Eles até preparavam para a gente uma ‘matula’, pequenos lanchinhos para que pudéssemos nos alimentar durante os atendimentos. Era sempre essa preocupação, esse zelo. Aprendi que, por mais que a gente tenha ido para cuidar, também acabamos sendo muito cuidados. Senti isso a todo momento lá”, lembra Dhara.</p>



<p>Para a graduanda, seu maior aprendizado foi uma nova forma de perceber os indivíduos que buscam atendimento de saúde. “Sou uma pessoa diferente depois dessa Missão. E essa nova Dhara vê o ser humano de forma muito mais integral<em>, </em>sem o foco apenas no diagnóstico dos pacientes. Aprendi que buscar entender que o aspecto psicológico também é importante e que suas outras questões, mesmo que fora da Medicina, também podem ser tratadas com o mesmo carinho que daríamos para um pai, uma mãe ou um parente nossos”.</p>



<p>Vivenciar o atendimento médico em uma realidade tão diferente da dela causou forte impacto, conforme destaca Dhara. “Passei a compreender que, independentemente de onde estiver atuando, é você que deve tentar entregar o melhor de si. Imagine por quanto tempo aquela pessoa esperou uma consulta realmente acolhedora. Saber que posso fazer a diferença na vida dos outros me faz sentir muito mais grata e convicta da profissão que decidi seguir para a vida.&nbsp;É isso que me faz ter brilho nos olhos e me faz sentir que estou vivendo meu propósito dentro da Medicina”.</p>



<p><strong>Amazônia &#8211; </strong>Já Iole Pedrosa, aluna do 8º&nbsp;período do curso de Medicina, participou da mais recente edição da Missão Amazônia. Para ela, fazer parte do projeto foi muito importante para sua vida. “Isso muda a gente de dentro para fora. Você sai despida de preconceito. Me senti como se tivesse num outro mundo, num outro lugar, e não em uma parte do nosso país”.</p>



<p>De acordo com Iole, atuar como missionária provocou uma mudança na forma de olhar para o paciente, para além da queixa. “Temos essa mania de colocar rótulos nas pessoas, mas eu voltei de lá enxergando primeiro o indivíduo, depois os rótulos. A partir daí, quero entender quem é a minha paciente, com quem estou lidando, o que está acontecendo e como posso ajudar, mais do que prescrever medicamentos. Quero saber a diferença que eu posso fazer na vida de alguém”.</p>



<p>Iole faz planos para o seu futuro, a partir de sua experiência na Amazônia. “Quero continuar participando de ações como essa, mudando a vida de outras pessoas e fazendo, assim, de certa forma, o meu propósito valer a pena. Vou começar a planejar e me preparar para outras missões, como a Missão África para ajudar quem está longe. Ou outros projetos sociais, para atender quem está aqui perto também”.</p>



<p><strong>Medicina humanizada &#8211; </strong>Alexandre Cortez, médico de Família e Comunidade e professor do curso de Medicina da FASEH, acompanhou o grupo de estudantes da instituição na Missão Amazônia. O docente ressalta a importância desses projetos. “As missões têm um caráter humanitário de levar assistência médica a lugares e a populações que se encontram em situação de vulnerabilidade. Locais onde o acesso à saúde precisa ser garantido pelo Estado, mas nem sempre acontece dessa forma pública. Aí, entra a parceria público-privado que, através das missões, acaba oferecendo esse tipo de acesso às pessoas”.&nbsp;</p>



<p>Conforme destaca, “é uma experiência que eleva maior grau de sensibilidade, de acolhimento, de escuta ativa, de aconselhamento, de medidas não farmacológicas. Impacta o profissional em formação de todas as maneiras e desenvolve naturalmente esse caráter de mais responsabilidade e de ética profissional”.</p>



<p>Na opinião do professor, as missões podem determinar mudanças drásticas no pensamento, no currículo que o estudante vai construindo ao longo da sua formação acadêmica e no desenvolvido de suas habilidades nessas oportunidades. “É esse valor que não é mensurável, que é o valor humano de fato, que surge nos encontros entre pessoas, nesse cuidar do outro, nessa medicina humanizada”.</p>



<p>Nathan Mendes Souza, diretor Regional da Inspirali e docente do curso de Medicina da Faseh/MG, evidencia que as Missões Humanitárias, atividades práticas e de extensão universitária, são um diferencial no currículo da Inspirali. “As Missões oferecem aos estudantes uma experiência única de aprendizado imersivo, permitindo que vivenciem a prática da Medicina em um contexto real e desafiador. Essa experiência contribui para o desenvolvimento de habilidades técnicas e socioemocionais, preparando-os para uma atuação mais completa e eficaz na área da saúde”.</p>
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		<title>Trote solidário arrecada mais de 13 mil medicamentos</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 09:46:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina & Saúde Jovem]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Mediina de Presidente Prudente]]></category>
		<category><![CDATA[Trote solidário]]></category>
		<category><![CDATA[Trote Solidário da UNOESTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Calouros e equipe do DA comemoram sucesso na arrecadação em meio a caixas de vários medicamentos arrecadados Foto: Ector Gervasoni Seguindo a tradição da Faculdade de Medicina de Presidente Prudente (FAMEPP/UNOESTE) que ocorre a cada início de semestre letivo, calouros e integrantes do Diretório Acadêmico Dr. José Hamilton do Amaral realizaram na última quinta-feira (15), &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Calouros e equipe do DA comemoram sucesso na arrecadação em meio a caixas de vários medicamentos arrecadados</em></p>



<p><em>Foto: Ector Gervasoni</em></p>



<p>Seguindo a tradição da <strong>Faculdade de Medicina de Presidente Prudente</strong> (FAMEPP/UNOESTE) que ocorre a cada início de semestre letivo, calouros e integrantes do Diretório Acadêmico Dr. José Hamilton do Amaral realizaram na última quinta-feira (15), o carregamento do caminhão e a destinação de todos os medicamentos e alimentos que foram arrecadados durante a <strong>“mobilização do bem</strong>”. Esta ação faz parte das atividades de recepção que integram o Trote Solidário da UNOESTE. Desta vez, foram arrecadadas mais de 13 mil amostras grátis de medicamentos que vão reforçar os estoques do projeto de extensão e assistência “Farmácia Comunitária”, e 174 kg de alimentos que serão destinados a Sociedade Civil Lar dos Meninos (LADOME).</p>



<p>Os medicamentos incluem analgésicos, antibióticos, corticoides, dentre outros. Eles vão para a Farmácia Comunitária que funciona no Ambulatório Médico “Profª Ana Cardoso Maia de Oliveira Lima”. Ela é mantida por doações e atende pessoas carentes de Presidente Prudente e região. Os alimentos e os medicamentos estavam guardados em local seguro e nessa mobilização foram carregados pelos próprios alunos participantes da ação do bem, juntamente com o DA.</p>



<p>O presidente do Diretório Acadêmico, o aluno do 7º termo Victor Gabriel dos Santos, explicou que essa foi a segunda edição do ano do Trote Solidário, cujo objetivo principal é estimular nos futuros médicos, a importância da empatia em prol do próximo.</p>



<p>Para Victor Gabriel, esse trote solidário é muito importante, “porque mostra para o pessoal que está entrando agora na faculdade esse espírito de empatia, de vontade de ajudar ao outro. E isso na medicina precisa estar em todos os momentos, do início até o fim da carreira. Desta vez, eles conseguiram arrecadar medicamentos de vários tipos que somam mais de 13 mil amostras, e a gente sabe que tem gente que não tem condições de comprar uma caixa simples de remédio que custa R$ 5,00 na farmácia. Então, tenho certeza que esses medicamentos farão a diferença na vida de muitos que dependem da Farmácia Comunitária”.</p>



<p>Para que as mais de 13 mil amostras fossem conseguidas, houve muito empenho e dedicação dos calouros que, no ato da matrícula, já haviam recebido o informativo do trote solidário. A partir daí, eles entram na brincadeira do bem e passam a arrecadar no período de julho e agosto amostras grátis de medicamentos em consultórios médicos, residências, distribuidoras e farmácias. Quanto aos alimentos, a mobilização ocorre em estabelecimentos de gêneros alimentícios e junto a própria população. Essa ação já existe desde 2008.</p>



<p><strong>A união faz a força &#8211; </strong>O calouro Talles Mathias do Nascimento, de Tupi Paulista, na Nova Alta Paulista, trouxe não só as amostras, como, também, fez questão de ajudar no carregamento do caminhão. “Eu arrecadei mais de 500 amostras, mas não fui o único. Muitos colegas da 59ª turma fizeram o mesmo, e isso é uma ação muito solidária porque a gente sabe que vai pra farmácia comunitária e servir àqueles que mais precisam. Eu, particularmente, arrecadei muito junto às clínicas médicas da minha cidade. Como Tupi Paulista é pequena e a gente tem bastante contato, consegui com os doutores de lá. Também tenho parentes médicos, a exemplo da minha madrinha, que contribuiu nessa ação. Então, sou muito grato por fazer parte disso tudo e ter ajudado de alguma forma”.</p>



<p>Isabella Cristina Coelho, também caloura de Medicina, contribuiu na arrecadação dos medicamentos. Ela conta que não mediu esforços para que conseguisse o máximo de amostras possíveis. “A minha madrinha é médica, ela trabalha em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, e trouxe muitas amostras pra mim. Minha mãe também fica muito em Mirante do Paranapanema, que nossa família é de lá. E ela conseguiu amostras também. Eu fico feliz em poder ter ajudado porque sei que tem gente que não tem condições de comprar e é sempre bom ajudar. Aliás, esses sempre pedem para a gente trazer alguma coisa quando temos a oportunidade, e isso é muito bom para todo mundo”.</p>
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		<title>Estudantes de medicina de Curitiba prestam atendimentos em comunidades carentes da Amazônia</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Aug 2024 11:54:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina & Saúde Jovem]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Acadêmicos de Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Luiz Antônio da Silva Sá.]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade Evangélica Mackenzie]]></category>
		<category><![CDATA[missão humanitária]]></category>
		<category><![CDATA[pediatra e professora Wilma Lilia de Castro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ansiedade, insônia e depressão estão muito presentes na população dos pequenos municípios às margens do rio Solimões Acadêmicos de Medicina da Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná (FEMPAR) participaram de nova missão humanitária, entre os dias 28 de julho e 3 de agosto, junto a duas comunidades ribeirinhas da Amazônia. Durante sete dias, a expedição Amazon &#8230;</p>
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<p><em>Ansiedade, insônia e depressão estão muito presentes na população dos pequenos municípios às margens do rio Solimões</em></p>



<p><strong>Acadêmicos de Medicina</strong> da Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná (FEMPAR) participaram de nova <strong>missão humanitária</strong>, entre os dias 28 de julho e 3 de agosto, junto a duas comunidades ribeirinhas da Amazônia. Durante sete dias, a expedição Amazon Vida percorreu em um barco-hospital, a Vila do Jacaré e a Vila do Cuia &#8211; ambas às margens do rio Solimões. Foram atendidos 395 pacientes, entre crianças, adolescentes e adultos. O objetivo da expedição foi levar qualidade de vida para moradores de regiões isoladas, além de proporcionar experiência humanitária para futuros médicos.</p>



<p>Participaram nove estudantes do 9⁰ ao 11⁰ período do curso, e também a pediatra Wilma Lilia de Castro, professora da instituição universitária.&nbsp;Além de médicos e estudantes de medicina, também estiveram presentes dentistas, enfermeiras, fisioterapeutas, biólogos, professores e alunos dos cursos de Farmácia, Biologia, Fisioterapia e Psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM).</p>



<p>“É uma experiência transformadora, pelos conhecimentos adquiridos de uma realidade diferente e por terem a chance de se doarem e fazerem o bem a essas comunidades que têm muitas carências. Foi um trabalho altruísta com repercussões positivas para suas futuras vidas profissionais”, destaca o coordenador da missão, Dr. Luiz Antônio da Silva Sá.</p>



<p>Entre as doenças detectadas, chamou a atenção a presença de insônia, ansiedade e depressão, a “tríade nefasta do século XXI”. Segundo o Dr. Luiz Sá, “as pessoas têm a impressão de que moradores de locais mais próximos à natureza não têm insônia, ansiedade e depressão. Contudo, vimos aqui que essa tríade assola também as comunidades ribeirinhas, com situações até de maior gravidade”, conta o coordenador da missão.</p>



<p>De acordo com o médico, além das questões de saúde mental, a população das duas vilas enfrenta uma série de dificuldades como hipertensão, diabetes, colesterol elevado, além de doenças de pele, agora na época de seca, e doenças contagiosas, principalmente a giardíase.</p>



<p><strong>15 horas de barco &#8211; </strong>Após voarem até Manaus, os integrantes da expedição viajaram rio acima no barco J.J. Mesquita, pertencente à Igreja Presbiteriana de Manaus, até chegar primeiramente na Vila do Jacaré, no município de Manacapuru. O barco é equipado com farmácia, quatro consultórios, mesa de parto e outras cirurgias, bem como todo aparato para atendimentos de emergência. Também foram realizadas ações de prevenção e educação, tanto no barco como nos domicílios. Após dois dias na Vila do Jacaré, a expedição seguiu para a Vila do Cuia, no município de Anamã, totalizando 15 horas de viagem de barco.</p>



<p>A estudante Jennifer Ferro, 24 anos, conta que chegou indecisa, mas voltou da missão resolvida em relação à especialidade que pretende seguir. “Me chamou muita atenção a chegada de uma criança queimada. Foi desafiador, porque no barco não tem <em>internet</em> e tivemos que usar os nossos conhecimentos para manejar o menino. Fiquei pensando o que teria acontecido com ele se não estivéssemos lá. Voltei decidida a ser pediatra”, conta a jovem.</p>



<p>Sobre a experiência pessoal e profissional, ela afirma que mudou a sua vida. “Fui motivada para vivenciar uma medicina de atendimento completo, de conhecer a história dos pacientes, entender a realidade deles. São pessoas que não contam com atendimento médico sempre, vêm equipes uma vez por mês. Foram aprendizados que nenhum outro estágio consegue fornecer. A gratidão das pessoas pelo nosso projeto foi algo lindo”, ressalta a acadêmica da FEMPAR.</p>



<p><strong>Gestação na adolescência &#8211; </strong>A pediatra e professora Wilma Lilia de Castro realizou atendimentos e atividades de orientação nas duas comunidades. Ela conta que existe uma preocupação com o elevado número de gestações na adolescência. “Há casos de adolescentes de 17 anos gestando o segundo filho. Então, procuramos realizar um trabalho de educação em saúde e planejamento familiar. Importante fazer a nossa parte para ajudá-los e também mostrar aos estudantes um estilo de vida completamente diferente ao que eles estão acostumados”, destaca a médica.</p>



<p><strong>Amazon Vida &#8211; </strong>O projeto Amazon Vida é desenvolvido pelo Serviço Estudantil de Responsabilidade Social (SER SOCIAL), um programa de intercâmbio socioeducacional que cria pontes entre a comunidade do Instituto Presbiteriano Mackenzie (IPM) e instituições sociais para o desenvolvimento de comunidades das diversas regiões brasileiras, visando a transformação social por meio de ações humanitárias.&nbsp;</p>



<p>Para a diretora geral da FEMPAR, Dra. Carmen Marcondes Ribas, o voluntariado educativo contribui para o processo de ensino e aprendizagem e para um sentimento de realização pessoal e responsabilidade social. “O estudante de medicina sendo protagonista da sua trajetória de formação e desenvolvendo juntamente com seus professores a importância da qualidade do cuidado”, afirma.</p>
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		<title>O impacto das redes sociais no desempenho escolar e no sono dos estudantes</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 09:39:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina & Saúde Jovem]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Estatística da UFPR]]></category>
		<category><![CDATA[estudante Daniel de Aguiar Thomé]]></category>
		<category><![CDATA[sono dos jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Fedral do Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[uso da redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa foi conduzida pelo estudante Daniel de Aguiar Thomé e Universidade Federal do Paraná Uma pesquisa iniciada como projeto escolar evoluiu em uma investigação abrangente que explora como o uso das redes sociais afeta o desempenho acadêmico e o sono dos jovens. Conduzida por Daniel de Aguiar Thomé, estudante de 16 anos do Positivo International &#8230;</p>
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<p><em>Pesquisa foi conduzida pelo estudante Daniel de Aguiar Thomé e Universidade Federal do Paraná</em></p>



<p>Uma pesquisa iniciada como projeto escolar evoluiu em uma investigação abrangente que explora como o <strong>uso das redes sociais</strong> afeta o desempenho acadêmico e o <strong>sono dos jovens</strong>. Conduzida por Daniel de Aguiar Thomé, estudante de 16 anos do Positivo International School, de Curitiba (PR), em parceria com especialistas da <strong>Universidade Federal do Paraná (UFPR</strong>), a pesquisa destaca um dilema crescente na vida moderna: encontrar um equilíbrio saudável entre a presença digital e o bem-estar físico e mental.</p>



<p>Com a colaboração do chefe do Departamento de Estatística da UFPR, Paulo Justiniano Ribeiro Júnior, e do aluno do curso de Estatística, Caio Gomes Alves, o projeto analisou dados de aproximadamente 1.000 alunos de 12 unidades do Colégio Positivo, com idades entre 10 e 19 anos. A análise revelou que, ao mesmo tempo que compromete o desempenho acadêmico, o uso das redes sociais altera o padrão de sono dos estudantes.</p>



<p>&#8220;Desde o início, o interesse pela estatística e pelo comportamento humano me motivou a investigar esse tema&#8221;, compartilhou o estudante, cuja inspiração foi um trabalho anterior realizado no 9º ano. &#8220;Percebi que transformar isso em um projeto extracurricular seria uma oportunidade única para explorar minha paixão e contribuir para uma causa significativa”, afirma.</p>



<p><strong>Dados:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A pesquisa revelou que o <em>TikTok</em> é a rede social mais utilizada, com 47% das menções, seguido por Y<em>ouTube </em>(22,1%), Instagram (19,6%), <em>WhatsApp</em> (7,5%), <em>Twitter</em> (1,6%). O <em>Facebook</em> aparece em último lugar, com apenas 0,4%. </li>



<li>Quanto as horas de uso, a maior parte utiliza redes sociais durante 2 horas (19%), 3 horas (18,4%) e 4 horas (15,3%), com uma média de 4,39 horas. </li>



<li>Sobre horas de sono, 39,9% responderam que dormem cerca de 8 horas por noite, seguido por 7 (23%) e 9 (14,9%), sendo a média, 7,70 horas. De acordo com os dados do estudo, quanto mais o aluno dorme, no geral, melhores são as notas escolares.</li>
</ul>



<p>A pesquisa teve o apoio da diretora do Positivo International School, Mariângela Hoog Cunha<strong>, </strong>que facilitou a comunicação entre os colégios para a coleta de dados. “O estudo não só evidenciou uma correlação entre o uso excessivo das redes sociais e um desempenho acadêmico inferior, como, também, destacou os impactos negativos no padrão de sono dos alunos”, enfatiza Daniel.</p>



<p>As descobertas alcançadas foram tão significativas que garantiram a publicação do trabalho de Daniel Thomé no RBras (Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria) deste ano, um dos maiores congressos de estatística da América Latina. “O próximo passo é divulgar os resultados para conscientizar as pessoas sobre os problemas associados ao uso excessivo das redes sociais”, ressalta o estudante, lembrando que, “embora a fase de pesquisa esteja&nbsp;concluída, nossa missão de educar e informar está apenas começando”. O projeto será apresentado no RBras pelo aluno da UFPR, Caio Gomes, que representará a equipe de pesquisa.</p>



<p>“Essa iniciativa demonstra o potencial dos jovens empreendedores acadêmicos, bem como destaca a importância de abordar questões contemporâneas com rigor científico e visão de futuro”, afirma a diretora do Positivo International School, Mariângela Hoog Cunha. “O impacto deste estudo pode ir além das salas de aula, influenciando políticas escolares e promovendo uma cultura digital mais saudável para as futuras gerações”, completa Daniel.</p>
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