<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Mente &amp; Saúde Archives - Portal Medicina e Saúde</title>
	<atom:link href="https://portalmedicinaesaude.com/category/mente_saude/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://portalmedicinaesaude.com/category/mente_saude/</link>
	<description>Portal Medicina e Saúde - Qualidade da informação em Medicina e Saúde</description>
	<lastBuildDate>Thu, 13 Aug 2026 10:14:01 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>

<image>
	<url>https://portalmedicinaesaude.com/wp-content/uploads/2020/11/favicon.ico</url>
	<title>Mente &amp; Saúde Archives - Portal Medicina e Saúde</title>
	<link>https://portalmedicinaesaude.com/category/mente_saude/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">185464510</site>	<item>
		<title>Ansiedade tira mais qualidade de vida das crianças brasileiras que qualquer doença física, aponta estudo</title>
		<link>https://portalmedicinaesaude.com/ansiedade-tira-mais-qualidade-de-vida-das-criancas-brasileiras-que-qualquer-doenca-fisica-aponta-estudo/</link>
					<comments>https://portalmedicinaesaude.com/ansiedade-tira-mais-qualidade-de-vida-das-criancas-brasileiras-que-qualquer-doenca-fisica-aponta-estudo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 10:13:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade das crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Moinhos do Vento]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatra Christian Kieling]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental infantojuvenil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalmedicinaesaude.com/?p=14541</guid>

					<description><![CDATA[<p>Levantamento com dados do Global Burden of Disease (GBD) estima que mais de 15 milhões de brasileiros de 5 a 29 anos convivam com pelo menos um transtorno mental Foto-crédito: Magnific Desde os 5 anos de idade, nenhuma doença física tira mais qualidade de vida das crianças brasileiras do que a ansiedade. É o que &#8230;</p>
<p>The post <a href="https://portalmedicinaesaude.com/ansiedade-tira-mais-qualidade-de-vida-das-criancas-brasileiras-que-qualquer-doenca-fisica-aponta-estudo/">Ansiedade tira mais qualidade de vida das crianças brasileiras que qualquer doença física, aponta estudo</a> appeared first on <a href="https://portalmedicinaesaude.com">Portal Medicina e Saúde</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Levantamento com dados do Global Burden of Disease (GBD) estima que mais de 15 milhões de brasileiros de 5 a 29 anos convivam com pelo menos um transtorno mental</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Foto-crédito: Magnific</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde os 5 anos de idade, nenhuma doença física tira mais qualidade de vida das <strong>crianças brasileiras do que a ansiedade</strong>. É o que mostra a análise mais abrangente já feita sobre <strong>saúde mental infantojuvenil</strong> no país. O estudo comparou transtornos mentais com mais de trezentas outras condições de saúde monitoradas no Brasil. Os transtornos de ansiedade aparecem em primeiro lugar como causa de anos vividos com incapacidade em todas as faixas etárias analisadas, dos 5 aos 29 anos. A partir dos 15, a depressão assume o segundo lugar. O impacto de ambas as condições é maior entre meninas e mulheres jovens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento estima que mais de 15 milhões de brasileiros de 5 a 29 anos convivam com, pelo menos, um transtorno mental, e que 2,5 milhões preencham critérios diagnósticos para transtorno por uso de substâncias, como álcool ou outras drogas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa foi liderada pelo p<strong>siquiatra Christian Kieling</strong>, do Hospital Moinhos de Vento/Porto Alegre/RS, e professora de Psiquiatria da UFRGS, e publicada na revista <em>The Lancet Regional Health – Americas</em>. É a primeira a detalhar essa realidade &#8211; faixa etária por faixa etária, da infância ao início da vida adulta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os 5 e os 9 anos, mais de 10% das crianças brasileiras já preenchem critérios para pelo menos um transtorno mental. A proporção sobe de forma constante ao longo da infância e da juventude e chega a quase 25% entre 25 e 29 anos, com média de 20% em todo o intervalo de 5 a 29 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Uma mensagem crucial deste estudo é a necessidade de implementar ações de proteção à saúde mental desde muito cedo, já na infância e na adolescência&#8221;, afirma Kieling. &#8220;Os problemas de saúde mental nos jovens nem sempre apresentam os contornos de um diagnóstico formal, mas, mesmo sem esse diagnóstico, prestar atenção a esses sinais é essencial para evitar que eles se tornem um transtorno estabelecido&#8221;, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo também traça um retrato da mortalidade por suicídio entre jovens brasileiros. A taxa por 100 mil habitantes sobe de 1,24 na faixa de 10 a 14 anos para 13,43 entre 25 e 29 anos. Ao todo, o levantamento estima 5.402 mortes por suicídio ao ano entre 10 e 29 anos no país, 77% delas entre rapazes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os números de suicídio mostram uma diferença grande entre os sexos, que precisa orientar políticas específicas de prevenção voltadas a jovens do sexo masculino, um grupo historicamente pouco alcançado pelos serviços de saúde mental&#8221;, complementa Claudia Buchweitz, pesquisadora e primeira autora do levantamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo revela ainda uma lacuna na produção de conhecimento. Para estimar a situação de toda a população brasileira de 5 a 29 anos, o GBD contou com apenas 66 fontes de dados nacionais, a maioria concentrada em São Paulo e no Rio Grande do Sul. Praticamente não há dados de saúde mental infantojuvenil vindos das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. &#8220;Esse volume limitado de estudos reflete e, ao mesmo tempo, contribui para a falta de atenção à saúde mental dos jovens no Brasil, com impactos negativos e de longo prazo para toda a sociedade&#8221;, diz Claudia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Mesmo com fontes limitadas, as análises são rigorosas e os dados são contundentes. Precisamos de ação imediatamente&#8221;, enfatiza a pesquisadora, orientando quem precisar de ajuda a ligar para o CVV no 188 — gratuito e disponível 24 horas — ou procurar um CAPS.</p>
<p>The post <a href="https://portalmedicinaesaude.com/ansiedade-tira-mais-qualidade-de-vida-das-criancas-brasileiras-que-qualquer-doenca-fisica-aponta-estudo/">Ansiedade tira mais qualidade de vida das crianças brasileiras que qualquer doença física, aponta estudo</a> appeared first on <a href="https://portalmedicinaesaude.com">Portal Medicina e Saúde</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://portalmedicinaesaude.com/ansiedade-tira-mais-qualidade-de-vida-das-criancas-brasileiras-que-qualquer-doenca-fisica-aponta-estudo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">14541</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Como o envolvimento dos pais no cuidado emocional e nas tarefas diárias contribui para o bem-estar familiar</title>
		<link>https://portalmedicinaesaude.com/como-o-envolvimento-dos-pais-no-cuidado-emocional-e-nas-tarefas-diarias-contribui-para-o-bem-estar-familiar/</link>
					<comments>https://portalmedicinaesaude.com/como-o-envolvimento-dos-pais-no-cuidado-emocional-e-nas-tarefas-diarias-contribui-para-o-bem-estar-familiar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:56:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[CEJAM]]></category>
		<category><![CDATA[Dia dos Pais]]></category>
		<category><![CDATA[envolvimento dos çpais na adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[envolvimento dos pais na infância]]></category>
		<category><![CDATA[psicólogo Emerson Marques]]></category>
		<category><![CDATA[UBS Jardom Eledy]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalmedicinaesaude.com/?p=14529</guid>

					<description><![CDATA[<p>A presença afetiva da figura paterna atua como pilar de segurança para o desenvolvimento dos filhos e reduz significativamente o estresse e a sobrecarga no ambiente doméstico Foto-crédito: Magnific O envolvimento dos pais nos cuidados cotidianos da infância e da adolescência cria conexões de segurança e proteção que contribuem para o desenvolvimento dos filhos e &#8230;</p>
<p>The post <a href="https://portalmedicinaesaude.com/como-o-envolvimento-dos-pais-no-cuidado-emocional-e-nas-tarefas-diarias-contribui-para-o-bem-estar-familiar/">Como o envolvimento dos pais no cuidado emocional e nas tarefas diárias contribui para o bem-estar familiar</a> appeared first on <a href="https://portalmedicinaesaude.com">Portal Medicina e Saúde</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>A presença afetiva da figura paterna atua como pilar de segurança para o desenvolvimento dos filhos e reduz significativamente o estresse e a sobrecarga no ambiente doméstico</em></strong><strong><em></em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Foto-crédito: Magnific</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>envolvimento dos pais nos cuidados cotidianos da infância e da adolescência</strong> cria <strong>conexões de segurança e proteção</strong> que contribuem para o desenvolvimento dos filhos e o bem-estar de toda a família. Mas, afinal, como esse vínculo se estabelece na prática do dia a dia?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da recente comemoração do Dia dos Pais<strong>, Emerson Marques</strong>, psicólogo da UBS Jardim Eledy, unidade da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (SMS-SP) gerenciada pelo CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas &#8220;Dr. João Amorim&#8221;, explica que &#8220;a paternidade ativa vai muito além da presença física ou da divisão de tarefas. Ela se constrói na disponibilidade para participar da vida da criança, brincar, ouvir, acolher emoções e compartilhar os cuidados diários. São nessas experiências repetidas que a criança aprende que pode contar com alguém, desenvolvendo autoestima e confiança para explorar o mundo e construir relações saudáveis&#8221;, pontua o profissional.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Emerson destaca também que o bem-estar emocional depende da consistência do afeto e que essa função protetora se estende aos mais diversos arranjos familiares. &#8220;O que realmente faz diferença é a presença de um adulto que exerça essa função de cuidado de maneira consistente. Em muitas famílias esse papel é desempenhado pelo pai; em outras, pela mãe, pelos avós, padrastos, tios ou outros cuidadores significativos. O que fortalece a saúde mental da criança é se sentir vista, protegida, acolhida e valorizada&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Equilíbrio familiar &#8211; </strong>Além de favorecer a formação infantil, o exercício consciente da parentalidade desempenha um papel fundamental na dinâmica do casal e no clima geral da casa. O acúmulo das tarefas do cotidiano, como o planejamento da rotina, os cuidados de saúde e a atenção, costuma sobrecarregar desproporcionalmente um dos lados da relação. Nesse sentido, o psicólogo analisa os desdobramentos práticos quando há uma postura de corresponsabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, “quando o pai assume esse lugar de forma ativa, toda a família é beneficiada. O compartilhamento das responsabilidades reduz a sobrecarga mental frequentemente vivenciada pelas mães, favorece uma relação mais equilibrada entre o casal e transmite aos filhos uma importante mensagem sobre cooperação e respeito.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desenvolvimento emocional e novos caminhos &#8211; </strong>Esse movimento de aproximação também traz impactos para a saúde mental dos próprios pais. No entanto, muitos homens ainda enfrentam barreiras culturais e sociais para expressar afeto e vulnerabilidade. &#8220;Muitos cresceram em contextos em que expressar sentimentos era visto como sinal de fragilidade. A vivência da paternidade pode representar uma oportunidade de desenvolver novas formas de demonstrar afeto e ampliar o repertório emocional. Cuidar, acolher e demonstrar carinho não diminuem a autoridade de um pai; ao contrário, fortalecem sua presença na vida dos filhos e promovem sua própria saúde emocional&#8221;, pontua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o especialista ressalta que esse vínculo não exige atos grandiosos, mas sim presença consciente: &#8220;Não é necessário esperar uma ocasião especial. O vínculo é construído nos pequenos momentos do cotidiano, em uma conversa sem distrações, uma brincadeira, uma refeição compartilhada, interesse genuíno pelo que a criança sente e pensa. Mais do que pais perfeitos, as crianças precisam de adultos disponíveis, capazes de reconhecer seus erros, oferecer acolhimento e construir uma relação baseada em respeito, confiança e afeto”.</p>
<p>The post <a href="https://portalmedicinaesaude.com/como-o-envolvimento-dos-pais-no-cuidado-emocional-e-nas-tarefas-diarias-contribui-para-o-bem-estar-familiar/">Como o envolvimento dos pais no cuidado emocional e nas tarefas diárias contribui para o bem-estar familiar</a> appeared first on <a href="https://portalmedicinaesaude.com">Portal Medicina e Saúde</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://portalmedicinaesaude.com/como-o-envolvimento-dos-pais-no-cuidado-emocional-e-nas-tarefas-diarias-contribui-para-o-bem-estar-familiar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">14529</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Férias escolares: como conciliar trabalho, filhos e bem-estar emocional</title>
		<link>https://portalmedicinaesaude.com/ferias-escolares-como-conciliar-trabalho-filhos-e-bem-estar-emocional/</link>
					<comments>https://portalmedicinaesaude.com/ferias-escolares-como-conciliar-trabalho-filhos-e-bem-estar-emocional/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 09:34:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Ricardo Patitucci]]></category>
		<category><![CDATA[férias escolares]]></category>
		<category><![CDATA[mente e saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho e parentalidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalmedicinaesaude.com/?p=14462</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ajustar expectativas é um passo importante para proteger a saúde mental de toda a família Foto-crédito: Magnific Com as férias escolares, milhares de famílias brasileiras enfrentam o desafio de equilibrar a rotina profissional com os cuidados intensivos com as crianças. Para quem trabalha em home office, a casa passa a concentrar, ao mesmo tempo, escritório, &#8230;</p>
<p>The post <a href="https://portalmedicinaesaude.com/ferias-escolares-como-conciliar-trabalho-filhos-e-bem-estar-emocional/">Férias escolares: como conciliar trabalho, filhos e bem-estar emocional</a> appeared first on <a href="https://portalmedicinaesaude.com">Portal Medicina e Saúde</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Ajustar expectativas é um passo importante para proteger a saúde mental de toda a família</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Foto-crédito: Magnific</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com as férias escolares, milhares de famílias brasileiras enfrentam o desafio de equilibrar a rotina profissional com os cuidados intensivos com as crianças. Para quem trabalha em <strong><em>home office</em></strong>, a casa passa a concentrar, ao mesmo tempo<strong>, escritório, espaço de lazer e ambiente familiar</strong>, o que pode aumentar a sensação de sobrecarga e impactar diretamente <strong>a saúde mental.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A situação não é nova, mas permanece atual. Um estudo intitulado &#8220;Segurando um milhão de pratinhos: teletrabalho e parentalidade na pandemia&#8221;, publicado na revista científica Psicologia &amp; Sociedade, mostra que a conciliação entre trabalho remoto e parentalidade gera conflitos constantes entre as demandas profissionais e familiares. A pesquisa descreve a experiência de mães e pais como a de &#8220;segurar um milhão de pratinhos&#8221;, evidenciando a pressão para atender simultaneamente às responsabilidades do trabalho, da casa e dos filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo <strong>Dr. Ricardo Patitucci</strong>/Rio de Janeiro/RJ, diretor técnico e médico psiquiatra da ViV Saúde Mental e Emocional, o principal erro é acreditar que será possível manter exatamente a produtividade de uma rotina sem crianças em casa. &#8220;As férias mudam a dinâmica familiar e isso precisa ser reconhecido. Quando pais e mães tentam sustentar o mesmo ritmo de trabalho enquanto atendem às necessidades dos filhos, o resultado costuma ser um acúmulo de estresse, culpa e frustração. Ajustar expectativas é um passo importante para proteger a saúde mental de toda a família&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme explica, pequenas mudanças podem fazer diferença, como estabelecer horários previsíveis para trabalho e lazer, dividir responsabilidades entre os adultos da casa quando possível e incluir as crianças na organização da rotina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nem sempre será possível oferecer entretenimento o tempo todo, e isso não significa falha na parentalidade. O tédio também faz parte do desenvolvimento infantil e pode estimular criatividade e autonomia. O mais importante é que os momentos de convivência sejam de qualidade, sem que os pais se sintam pressionados a estar disponíveis integralmente durante todo o dia&#8221;, ressalta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O psiquiatra reforça ainda que sinais como irritabilidade frequente, dificuldade para dormir, sensação constante de exaustão e perda do prazer nas atividades diárias merecem atenção. Nesse sentido, destaca: &#8220;cuidar da própria saúde mental não é um ato de egoísmo, mas uma necessidade para quem cuida de outras pessoas. Buscar apoio da rede familiar, negociar demandas profissionais quando possível e reservar pequenos momentos de descanso ajudam a reduzir a sobrecarga e tornam as férias mais leves para pais, mães e filhos.”</p>
<p>The post <a href="https://portalmedicinaesaude.com/ferias-escolares-como-conciliar-trabalho-filhos-e-bem-estar-emocional/">Férias escolares: como conciliar trabalho, filhos e bem-estar emocional</a> appeared first on <a href="https://portalmedicinaesaude.com">Portal Medicina e Saúde</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://portalmedicinaesaude.com/ferias-escolares-como-conciliar-trabalho-filhos-e-bem-estar-emocional/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">14462</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Estudo sobre envelhecimento indica que avós que cuidam de netos têm melhor memória e fluência verbal</title>
		<link>https://portalmedicinaesaude.com/estudo-sobre-envelhecimento-indica-que-avos-que-cuidam-de-netos-tem-melhor-memoria-e-fluencia-verbal/</link>
					<comments>https://portalmedicinaesaude.com/estudo-sobre-envelhecimento-indica-que-avos-que-cuidam-de-netos-tem-melhor-memoria-e-fluencia-verbal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 11:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[avós e netos]]></category>
		<category><![CDATA[psicóloga Adriane Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[solidão e cuidar dos netos]]></category>
		<category><![CDATA[wnvelhecimento e cuidar dos netos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalmedicinaesaude.com/?p=14435</guid>

					<description><![CDATA[<p>Psicóloga Adriane Garcia: “muitos avós relatam que a experiência de ser avô é mais leve que a de ser pai, justamente por estarem isentos da responsabilidade de educar e moldar o caráter da criança” Foto-crédito: Divulgação Levantamento do Estudo Longitudinal Inglês sobre Envelhecimento, publicado recentemente na revista científica Psychology and Aging, indicou que os avós &#8230;</p>
<p>The post <a href="https://portalmedicinaesaude.com/estudo-sobre-envelhecimento-indica-que-avos-que-cuidam-de-netos-tem-melhor-memoria-e-fluencia-verbal/">Estudo sobre envelhecimento indica que avós que cuidam de netos têm melhor memória e fluência verbal</a> appeared first on <a href="https://portalmedicinaesaude.com">Portal Medicina e Saúde</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Psicóloga Adriane Garcia: “muitos avós relatam que a experiência de ser avô é mais leve que a de ser pai, justamente por estarem isentos da responsabilidade de educar e moldar o caráter da criança”</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Foto-crédito: Divulgação</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Levantamento do Estudo Longitudinal Inglês sobre Envelhecimento, publicado recentemente na revista científica <em>Psychology and Aging</em>, indicou que <strong>os avós que cuidavam dos netos</strong> obtiveram pontuações mais altas em testes de memória e fluência verbal em comparação com aqueles que não cuidavam, mesmo após ajustes para idade, saúde e outros fatores. Isso se manteve independentemente da frequência e do tipo de cuidado prestado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>psicóloga Adriane Garcia</strong>, em Goiânia/GO, analisa também o impacto que os netos causam na saúde mental deles. “Quando os filhos alcançam a maturidade e assumem as rédeas de suas próprias vidas, abre-se um período singular para os avós: a oportunidade de desfrutar da convivência com os netos, apreciando o processo de crescimento sem o peso da responsabilidade direta pela educação ou pelo provimento. Nesse contexto, os netos representam um novo significado para o prazer de viver, algo muitas vezes negligenciado na fase anterior da vida”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a especialista, “muitos relatam que a experiência de ser avô é mais leve que a de ser pai, justamente por estarem isentos da responsabilidade de educar e moldar o caráter da criança. Do ponto de vista emocional, esse distanciamento da carga de responsabilidade primária é extremamente benéfico, permitindo que vivenciem as etapas da infância com mais leveza e menos medo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para os idosos que frequentemente enfrentam a solidão, a convivência com os netos pode ter um impacto profundamente positivo. Ter um papel ativo na vida dos pequenos, após a aposentadoria e o afastamento da rotina exaustiva de criação dos filhos, confere aos avós um novo propósito e um estímulo para uma vida mais dinâmica. Assim, os netos não apenas mitigam a solidão, mas também ressignificam o cotidiano, trazendo a alegria de apreciar os pequenos prazeres da vida”, destaca a psicóloga.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ser mãe ou pai duas vezes &#8211; </strong>Há uma frase repetida por muitos avôs e avós que ter essa função é ser pai e mãe duas vezes. Contudo, Adriane Garcia faz ressalvas sobre esse ditado popular. Segundo ela, “essa premissa é questionável, pois trata-se de processos distintos. A experiência é radicalmente diferente quando os avós assumem o papel de cuidadores em tempo integral, suprindo ausências dos pais que trabalham, e quando exercem o papel de avós em sua essência: o de brincar, animar e celebrar momentos, sem a pressão do gerenciamento da vida da criança”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, esta dinâmica se altera quando os avós que auxiliam os pais na criação dos filhos, seja porque moram juntos, seja como rede de apoio cuidando dos netos enquanto os filhos trabalham. “Nesses casos, eles tornam-se, na prática, responsáveis pela gestão da vida da criança”, ressalta, observando que, embora isso possa trazer alegria, também pode gerar sobrecarga, transformando uma vivência que deveria ser prazerosa em uma fonte de exaustão, criando um equilíbrio delicado entre benefícios e prejuízos à saúde mental.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>The post <a href="https://portalmedicinaesaude.com/estudo-sobre-envelhecimento-indica-que-avos-que-cuidam-de-netos-tem-melhor-memoria-e-fluencia-verbal/">Estudo sobre envelhecimento indica que avós que cuidam de netos têm melhor memória e fluência verbal</a> appeared first on <a href="https://portalmedicinaesaude.com">Portal Medicina e Saúde</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://portalmedicinaesaude.com/estudo-sobre-envelhecimento-indica-que-avos-que-cuidam-de-netos-tem-melhor-memoria-e-fluencia-verbal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">14435</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Vínculos afetivos reduzem o estresse e protegem a saúde mental</title>
		<link>https://portalmedicinaesaude.com/vinculos-afetivos-reduzem-o-estresse-e-protegem-a-saude-mental/</link>
					<comments>https://portalmedicinaesaude.com/vinculos-afetivos-reduzem-o-estresse-e-protegem-a-saude-mental/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:41:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[mentge e saúde]]></category>
		<category><![CDATA[psicóloga Ligia Kaori Matsumoto]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[vínculos afetivos]]></category>
		<category><![CDATA[vínculos de amizade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalmedicinaesaude.com/?p=14414</guid>

					<description><![CDATA[<p>Crédito-foto: Magnific Além do valor afetivo, vínculos consistentes contribuem para reduzir o estresse, ampliar a sensação de segurança e fortalecer o bem-estar emocional ao longo da vida. Por outro lado, quando essas conexões enfraquecem, aumentam os riscos de isolamento, sintomas ansiosos, tristeza persistente e sensação de solidão. De acordo com a psicóloga Ligia Kaori Matsumoto, do Hospital Dia M’Boi Mirim &#8230;</p>
<p>The post <a href="https://portalmedicinaesaude.com/vinculos-afetivos-reduzem-o-estresse-e-protegem-a-saude-mental/">Vínculos afetivos reduzem o estresse e protegem a saúde mental</a> appeared first on <a href="https://portalmedicinaesaude.com">Portal Medicina e Saúde</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Crédito-foto: Magnific</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do valor afetivo<strong>, vínculos consistentes contribuem para reduzir o</strong> <strong>estresse</strong>, ampliar a sensação de segurança e fortalecer o bem-estar emocional ao longo da vida. Por outro lado, quando essas conexões enfraquecem, aumentam os riscos de isolamento, sintomas ansiosos, tristeza persistente e sensação de solidão. De acordo com a <strong>psicóloga Ligia Kaori Matsumoto</strong>, do Hospital Dia M’Boi Mirim I/São Paulo/SP, a amizade é entendida como um fator de proteção importante para a saúde física e mental. Para compreender melhor a importância da amizade, ela responde as perguntas a seguir, confira:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Do ponto de vista da saúde, o que acontece quando uma pessoa tem vínculos de amizade sólidos?</em></strong><strong> E o que muda quando esses vínculos faltam?</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A amizade&nbsp;funciona&nbsp;como um fator de proteção para a saúde física e mental. Um amigo é, literalmente, aquela pessoa com quem podemos contar. Ter boas amizades ajuda na percepção de segurança,&nbsp;confiança&nbsp;e na&nbsp;motivação para enfrentar os desafios do cotidiano.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando esses vínculos faltam,&nbsp;há maior&nbsp;risco de depressão, sintomas ansiosos e sensação de solidão. Isso não significa que a ausência de amizade cause, por si só, um adoecimento, mas ela&nbsp;amplia&nbsp;a vulnerabilidade emocional e&nbsp;dificulta&nbsp;o enfrentamento de situações difíceis.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Por que a amizade tem um peso tão grande na saúde e na longevidade?&nbsp;</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque nós, seres humanos, somos seres sociais. A nossa formação começa no contato com o outro e se constrói ao longo da vida, na família, na escola, no trabalho e no convívio em sociedade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A amizade exerce&nbsp;um&nbsp;papel importante nesse processo. Ela protege, transmite segurança, eleva a autoestima e fortalece o sentimento de pertencimento. Além disso, pode estar associada à liberação de neurotransmissores que favorecem a sensação de bem-estar. Por isso, não se trata apenas de uma relação afetiva, mas de um componente relevante da vida social e emocional.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como as amizades funcionam como um “amortecedor” diante do estresse?&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante de uma situação estressante, saber que existe alguém em quem se pode confiar é reconfortante e tranquilizador. Compartilhar dificuldades com um amigo não elimina o problema, mas muda a forma como ele é vivido.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse suporte&nbsp;traz&nbsp;a sensação de cuidado, de estar em um lugar seguro e de não estar sozinho. Com isso, a sobrecarga emocional tende a diminuir, e o corpo também&nbsp;sente&nbsp;menos os efeitos do estresse. Em períodos de maior pressão, ter uma rede de apoio faz diferença para atravessar os desafios com mais equilíbrio.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Qual a diferença entre estar sozinho e sentir-se solitário?&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Estar sozinho é algo objetivo: não ter fisicamente uma companhia. Já sentir-se sozinho ou solitário é uma experiência subjetiva, emocional.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É possível estar sozinho e se sentir pleno. Ao mesmo tempo, estar rodeado de pessoas e, ainda assim, se perceber só. Por isso, a solidão não depende apenas da presença ou ausência de companhia, mas da qualidade dos vínculos e da forma como a pessoa se sente em relação a eles.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que é tão difícil fazer e manter amizades na vida adulta?&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na vida adulta, muitas mudanças acontecem ao mesmo tempo. Há rotina de trabalho, estudos, cuidado com a família e outras responsabilidades, o que reduz o tempo disponível para convivência e novas experiências sociais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, muitas pessoas acreditam que, nessa fase, o círculo social já deveria estar consolidado. Isso&nbsp;gera&nbsp;insegurança ou vergonha para iniciar novos vínculos. Situações como divórcio, mudança de cidade ou transformações na vida social também exigem recomeços. Nesses casos, reconstruir amizades&nbsp;parece&nbsp;desafiador, mas faz parte dos ciclos da vida.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como as redes sociais estão transformando as amizades?&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A tecnologia trouxe benefícios importantes. Ela facilita manter contato com pessoas de diferentes lugares e aproximar indivíduos com interesses semelhantes. Esse recurso pode ser muito positivo, especialmente quando a distância física dificulta o convívio.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, também pode favorecer relações mais superficiais e uma falsa sensação de conexão. É&nbsp;fundamental&nbsp;observar se os vínculos ficaram restritos à rede social e se houve um afastamento dos contatos presenciais. A tecnologia&nbsp;auxilia, mas não substitui completamente a convivência real, o olhar direto e a presença concreta.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como as necessidades de amizade mudam ao longo da vida?&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na infância, os amigos são importantes para brincar, aprender a compartilhar, esperar a vez e desenvolver a cooperação. Também ajudam a construir aspectos ligados à autoestima e ao pertencimento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na adolescência, as amizades ganham ainda mais centralidade. Os grupos têm papel&nbsp;essencial&nbsp;no desenvolvimento da independência e da autonomia. Já na fase adulta,&nbsp;se torna&nbsp;mais difícil manter vínculos, mas o número de amigos tende a diminuir enquanto a qualidade das relações tende a aumentar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No envelhecimento, a amizade continua tendo valor. Ela estimula habilidades cognitivas,&nbsp;protege&nbsp;do isolamento, da depressão e da perda de funcionalidade. Em todas as fases, portanto, a amizade acompanha necessidades diferentes, mas segue sendo relevante.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quais sinais indicam que a rede de apoio está fragilizada e como reconstruí-la depois de se afastar dos amigos?&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sinais costumam aparecer de forma gradual e silenciosa. Entre eles estão evitar atividades sociais que antes faziam parte da rotina, sentir que precisa fazer tudo sozinho,&nbsp;passar os períodos de descanso isolado e sentir vergonha de procurar ajuda.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses comportamentos merecem atenção porque&nbsp;indicam&nbsp;um enfraquecimento da rede de apoio. Quando isso acontece, a pessoa tende a ter menos recursos emocionais para lidar com frustrações, perdas e situações de estresse.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O afastamento&nbsp;acontece&nbsp;por diversos fatores, mas, apesar disso, não precisa ser definitivo. É importante entender que os vínculos mudam ao longo da vida e que pequenos gestos&nbsp;auxiliam&nbsp;a&nbsp;se&nbsp;reaproximar&nbsp;de&nbsp;pessoas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Retomar o contato, enviar uma mensagem, aceitar um convite ou dar o primeiro passo para uma conversa&nbsp;faz a&nbsp;diferença. A rede social&nbsp;é&nbsp;uma aliada nesse processo, desde que usada de forma consciente. Recomeçar não significa apagar o passado, mas abrir espaço para novas possibilidades de relação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Qual mensagem você deixaria para quem considera a amizade algo secundário?&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Às vezes, só percebemos a importância de uma amizade quando ela falta. Amigos dividem os momentos felizes, mas também estão presentes nos períodos difíceis e nas fases de maior fragilidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma experiência ruim pode acontecer, e isso não deve levar à generalização de que toda amizade será assim. Uma decepção não define as relações que ainda&nbsp;serão&nbsp;construídas. Amizade&nbsp;significa&nbsp;apoio, presença e a lembrança de que ninguém precisa enfrentar tudo sozinho.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma sociedade marcada por pressa, dispersão e mudanças constantes na forma de convivência, preservar vínculos segue sendo uma atitude simples, mas importante para a saúde mental. Cultivar amizades, retomar contatos e pedir ajuda quando necessário são gestos que&nbsp;fortalecem&nbsp;o cuidado com a vida e com o outro.&nbsp;</p>
<p>The post <a href="https://portalmedicinaesaude.com/vinculos-afetivos-reduzem-o-estresse-e-protegem-a-saude-mental/">Vínculos afetivos reduzem o estresse e protegem a saúde mental</a> appeared first on <a href="https://portalmedicinaesaude.com">Portal Medicina e Saúde</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://portalmedicinaesaude.com/vinculos-afetivos-reduzem-o-estresse-e-protegem-a-saude-mental/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">14414</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Apostas online apontam danos associados aos jogos de azar, gerando altos custos para o sistema de saúde</title>
		<link>https://portalmedicinaesaude.com/apostas-online-apontam-danos-associados-aos-jogos-de-azar-gerando-altos-custos-para-o-sistema-de-saude/</link>
					<comments>https://portalmedicinaesaude.com/apostas-online-apontam-danos-associados-aos-jogos-de-azar-gerando-altos-custos-para-o-sistema-de-saude/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:35:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[AHOSP]]></category>
		<category><![CDATA[apostas online]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[danos com jogos de azar]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Anis Mitri]]></category>
		<category><![CDATA[saude mental e bets]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalmedicinaesaude.com/?p=14401</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entre eles, mortes por suicídio, depressão, perda de produtividade e redução da qualidade de vida dos pacientes. Crédito: Magnific O avanço das apostas esportivas online, popularmente conhecidas como bets, tem provocado impactos cada vez mais expressivos sobre a saúde pública brasileira. Além do aumento dos casos de dependência em jogos de azar, um estudo realizado &#8230;</p>
<p>The post <a href="https://portalmedicinaesaude.com/apostas-online-apontam-danos-associados-aos-jogos-de-azar-gerando-altos-custos-para-o-sistema-de-saude/">Apostas online apontam danos associados aos jogos de azar, gerando altos custos para o sistema de saúde</a> appeared first on <a href="https://portalmedicinaesaude.com">Portal Medicina e Saúde</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Entre eles, mortes por suicídio, depressão, perda de produtividade e redução da qualidade de vida dos pacientes.</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Crédito: Magnific</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço das <strong>apostas esportivas <em>online</em></strong>, popularmente conhecidas como <strong>bets</strong>, tem provocado impactos cada vez mais expressivos sobre a saúde pública brasileira. Além do aumento dos casos de dependência em jogos de azar, um estudo realizado pelo Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS) em parceria com a Frente Parlamentar da Saúde Mental (FPSM) e a Umane, aponta que os danos associados à prática podem gerar um custo de <strong>pelo menos R$ 30,6 bilhões por ano ao sistema de saúde e à sociedade.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento pontua que aproximadamente 79% dos impactos econômicos provocados pelas apostas estão relacionados à saúde. Entre os principais fatores estão os custos decorrentes de mortes por suicídio, tratamentos para depressão, perda de produtividade e redução da qualidade de vida dos pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário também já se reflete na assistência oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo dados do Ministério da Saúde, o SUS fez em média 12 atendimentos virtuais diários em saúde mental para pessoas viciadas em bets nos dois primeiros meses de operação da plataforma. De 3 de março a 18 de maio, houve 883 consultas por vídeo com apoio de psicólogos e psiquiatras. A modalidade de teleatendimento foi criada para ampliar o acesso ao tratamento, especialmente entre pacientes que evitam procurar ajuda presencial por vergonha ou medo do estigma relacionado ao vício</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado de São Paulo (AHOSP), os dados evidenciam que a ludopatia, transtorno caracterizado pelo comportamento compulsivo em jogos de azar, deve ser encarada como um problema de saúde pública que exige atuação integrada entre prevenção, diagnóstico precoce, assistência especializada e políticas públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o presidente da AHOSP<strong>, Dr. Anis Mitri</strong>, &#8220;o crescimento dos casos relacionados às apostas <em>online</em> mostra que estamos diante de um desafio que ultrapassa a esfera econômica. O impacto atinge diretamente a saúde mental, compromete famílias inteiras e aumenta a pressão sobre o sistema de saúde. Precisamos tratar esse tema com a mesma seriedade dedicada a outras dependências comportamentais.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação do dirigente, o fortalecimento da rede assistencial será fundamental diante da tendência de aumento da demanda por atendimento em saúde mental. &#8220;Esse impacto não se restringe aos serviços especializados em saúde mental. Os hospitais também atendem pacientes com crises de ansiedade, depressão e outras complicações associadas à dependência em apostas. Por isso, é fundamental investir na capacitação das equipes, ampliar o acesso aos serviços especializados e desenvolver estratégias de prevenção para reduzir o impacto desse novo perfil de adoecimento&#8221;, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Mitri, o avanço das plataformas digitais torna ainda mais importante o desenvolvimento de campanhas permanentes de conscientização, sobretudo entre jovens e adultos, grupos mais expostos às apostas online.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como ocorreu com outras questões de saúde pública, enfatiza o dirigente, “a informação é uma das principais ferramentas de prevenção. É necessário conscientizar a população sobre os riscos da dependência em apostas, facilitar o acesso ao tratamento e fortalecer políticas públicas que reduzam os impactos sociais e assistenciais desse problema crescente.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>The post <a href="https://portalmedicinaesaude.com/apostas-online-apontam-danos-associados-aos-jogos-de-azar-gerando-altos-custos-para-o-sistema-de-saude/">Apostas online apontam danos associados aos jogos de azar, gerando altos custos para o sistema de saúde</a> appeared first on <a href="https://portalmedicinaesaude.com">Portal Medicina e Saúde</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://portalmedicinaesaude.com/apostas-online-apontam-danos-associados-aos-jogos-de-azar-gerando-altos-custos-para-o-sistema-de-saude/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">14401</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Estamos desaprendendo a dormir?</title>
		<link>https://portalmedicinaesaude.com/estamos-desaprendendo-a-dormir/</link>
					<comments>https://portalmedicinaesaude.com/estamos-desaprendendo-a-dormir/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 10:11:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[menge e saúde]]></category>
		<category><![CDATA[noites]]></category>
		<category><![CDATA[noites mal dormidas]]></category>
		<category><![CDATA[psicóloga Ive Priscila Carnavarolo Camanducci]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalmedicinaesaude.com/?p=14395</guid>

					<description><![CDATA[<p>O sono é preparado ao longo do dia, pelas nossas escolhas, pelos hábitos que construímos e, principalmente, pela forma como lidamos com o estresse e a ansiedade Crédito-foto: Magnific Dormir menos do que o necessário deixou de ser visto apenas como consequência de uma rotina corrida. Para especialistas em saúde mental, noites mal dormidas vêm &#8230;</p>
<p>The post <a href="https://portalmedicinaesaude.com/estamos-desaprendendo-a-dormir/">Estamos desaprendendo a dormir?</a> appeared first on <a href="https://portalmedicinaesaude.com">Portal Medicina e Saúde</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O sono é preparado ao longo do dia, pelas nossas escolhas, pelos hábitos que construímos e, principalmente, pela forma como lidamos com o estresse e a ansiedade</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Crédito-foto: Magnific</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dormir menos do que o necessário deixou de ser visto apenas como consequência de uma rotina corrida. Para especialistas em <strong>saúde mental</strong>, <strong>noites mal dormidas</strong> vêm se tornando um dos principais fatores associados ao aumento da ansiedade, irritabilidade, dificuldade de concentração e queda da produtividade. Mais do que descansar o corpo, o sono é um processo essencial para o equilíbrio emocional e o funcionamento adequado do cérebro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a <strong>psicóloga Ive Priscila Carnavarolo Camanducci</strong>, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), em São Paulo/SP, muitas pessoas acreditam que basta deitar-se na cama para dormir, quando, na verdade, o sono saudável começa horas antes. &#8220;O sono não acontece apenas quando fechamos os olhos. Ele é preparado ao longo de todo o dia, pelas nossas escolhas, pelos hábitos que construímos e, principalmente, pela forma como lidamos com o estresse e a ansiedade&#8221;, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a maioria dos adultos necessite de aproximadamente sete a nove horas de sono por noite, quantidade não significa qualidade. É possível permanecer muitas horas na cama e, ainda assim, acordar cansado quando o sono é interrompido diversas vezes ou quando o organismo não consegue atingir suas fases restauradoras. Nesse contexto, ganha importância a chamada higiene do sono, um conjunto de hábitos reconhecidos pela medicina do sono que favorecem o adormecimento natural e ajudam a manter um descanso contínuo e reparador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ive Camanducci aponta que pequenas mudanças na rotina costumam produzir resultados mais consistentes do que soluções imediatas. &#8220;Muitas pessoas procuram respostas rápidas para a insônia, mas esquecem que o cérebro aprende por repetição. Quando criamos uma rotina previsível, ele passa a entender que aquele momento é seguro para desacelerar”. Entre as recomendações mais importantes, a especialista destaca:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>manter horários regulares para dormir e acordar, inclusive aos finais de semana;</li>



<li>evitar o uso de celulares, computadores e televisão pelo menos uma hora antes de dormir;</li>



<li>reduzir o consumo de cafeína e refeições pesadas durante a noite;</li>



<li>praticar atividade física regularmente, preferencialmente fora do período noturno;</li>



<li>manter o quarto escuro, silencioso e confortável;</li>



<li>reservar a cama apenas para dormir, evitando trabalhar, estudar ou assistir televisão deitado.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a psicóloga, um dos erros mais comuns é tentar &#8220;compensar&#8221; noites mal dormidas com longos cochilos durante o dia. &#8220;O cochilo prolongado reduz a pressão natural do sono e pode dificultar ainda mais o descanso à noite. Quando necessário, ele deve ser curto e acontecer no início da tarde”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro hábito cada vez mais frequente é permanecer no celular até poucos minutos antes de dormir. Além da luz emitida pelas telas interferir na produção de melatonina, Ive explica que o conteúdo consumido também influencia diretamente o estado emocional. &#8220;Não é apenas a luz azul que desperta o cérebro. As notícias, redes sociais, vídeos e mensagens mantêm nossa mente em estado de alerta justamente quando ela deveria começar a desacelerar”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a especialista, também é importante compreender que dificuldades persistentes para dormir podem estar relacionadas a questões emocionais mais profundas. &#8220;Quando a pessoa deita e a mente começa a acelerar, revisitando problemas, preocupações ou antecipando situações futuras, muitas vezes estamos diante de um padrão de ansiedade que precisa ser acolhido. Nesses casos, apenas mudar hábitos pode não ser suficiente&#8221;. A psicóloga ressalta que a Terapia Cognitivo-Comportamental é considerada uma das abordagens mais eficazes para o tratamento da insônia crônica justamente por atuar na identificação dos pensamentos, emoções e comportamentos que mantêm o problema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme Ive Camanducci explica, &#8220;o sono é uma necessidade biológica e um dos principais pilares da saúde mental. Priorizar o descanso é investir em equilíbrio emocional, saúde, qualidade de vida e prevenção de diversos transtornos.”</p>
<p>The post <a href="https://portalmedicinaesaude.com/estamos-desaprendendo-a-dormir/">Estamos desaprendendo a dormir?</a> appeared first on <a href="https://portalmedicinaesaude.com">Portal Medicina e Saúde</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://portalmedicinaesaude.com/estamos-desaprendendo-a-dormir/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">14395</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Saúde mental ainda é um dos maiores desafios para a população masculina</title>
		<link>https://portalmedicinaesaude.com/saude-mental-ainda-e-um-dos-maiores-desafios-para-a-populacao-masculina/</link>
					<comments>https://portalmedicinaesaude.com/saude-mental-ainda-e-um-dos-maiores-desafios-para-a-populacao-masculina/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 10:29:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Felipe Timo]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Márcio Cunha]]></category>
		<category><![CDATA[Mentge & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde metal masculina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalmedicinaesaude.com/?p=14375</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dr. Felipe Timo: “muitos homens ainda acreditam que admitir sofrimento emocional significa demonstrar fraqueza, quando, na verdade, acontece exatamente o contrário” Celebrado no recente 15 de julho, o Dia do Homem é uma oportunidade para ampliar a discussão sobre os cuidados com a saúde masculina. Muito além da prevenção de doenças físicas, a data também &#8230;</p>
<p>The post <a href="https://portalmedicinaesaude.com/saude-mental-ainda-e-um-dos-maiores-desafios-para-a-populacao-masculina/">Saúde mental ainda é um dos maiores desafios para a população masculina</a> appeared first on <a href="https://portalmedicinaesaude.com">Portal Medicina e Saúde</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Dr. Felipe Timo: “muitos homens ainda acreditam que admitir sofrimento emocional significa demonstrar fraqueza, quando, na verdade, acontece exatamente o contrário</em></strong><em>”</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Celebrado no recente 15 de julho, o Dia do Homem é uma oportunidade para ampliar a discussão sobre os <strong>cuidados com a saúde masculina</strong>. Muito além da prevenção de doenças físicas, a data também chama a atenção para um tema que ainda enfrenta barreiras culturais: a <strong>saúde menta</strong>l. Apesar dos avanços nas informações sobre depressão, ansiedade e outros transtornos, muitos homens continuam resistindo a reconhecer o <strong>sofrimento emocional e a procurar ajuda especializada.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o médico psiquiatra do Hospital Márcio Cunha-HMC/Ipatinga/MG, <strong>Dr. Felipe Timo</strong>, essa resistência está diretamente ligada ao modelo de masculinidade construído ao longo da história, no qual o homem é visto como alguém que deve ser forte, resiliente e capaz de suportar qualquer dificuldade sem demonstrar fragilidade. “Durante muito tempo, os transtornos mentais eram cercados por preconceitos. Buscar um psiquiatra era visto como algo destinado apenas a pessoas consideradas &#8216;loucas&#8217;. Hoje, graças ao avanço da ciência e ao maior acesso à informação, existe muito mais conhecimento sobre saúde mental. Mesmo assim, muitos homens ainda acreditam que admitir sofrimento emocional significa demonstrar fraqueza, quando, na verdade, acontece exatamente o contrário”, explica o especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse comportamento faz com que sintomas iniciais de transtornos, como ansiedade e depressão, sejam ignorados por meses ou até anos. Em muitos casos, o atendimento acontece apenas quando o quadro já compromete significativamente a vida pessoal, profissional e familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quebrar o silêncio salva vidas</strong> &#8211; De acordo com o psiquiatra, a ansiedade, a depressão e os transtornos relacionados ao uso de substâncias estão entre os diagnósticos mais frequentes entre os homens. Muitas vezes, o abuso de álcool, cigarro e outras drogas surge como uma tentativa de aliviar um sofrimento emocional que nunca foi tratado. “Muitos homens não conseguem identificar aquilo que estão sentindo e acabam buscando uma forma de anestesiar o sofrimento. O aumento do consumo de bebidas alcoólicas, cigarro ou outras substâncias pode ser um indicativo importante de que existe um transtorno mental por trás desse comportamento”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do uso de substâncias, mudanças no comportamento também merecem atenção. Irritabilidade frequente, isolamento social, alterações no sono, perda de interesse pelas atividades, insegurança, tristeza persistente e mudanças no apetite podem indicar que algo não vai bem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme o Dr. Felipe Timo destaca, familiares, amigos e colegas desempenham um papel fundamental na identificação desses sinais. Para ele, acolher, ouvir e evitar julgamentos são atitudes que podem fazer toda a diferença para quem enfrenta um momento de sofrimento. “Precisamos aprender a ouvir sem minimizar a dor do outro. Frases como &#8216;isso é falta de força&#8217;, &#8216;você precisa reagir&#8217; ou &#8216;isso é falta de fé&#8217; acabam afastando, ainda mais, quem precisa de ajuda. O primeiro passo é observar as mudanças de comportamento, oferecer escuta e mostrar que essa pessoa não está sozinha”, orienta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora hábitos saudáveis, como atividade física, alimentação equilibrada, sono de qualidade e momentos de lazer contribuam para o bem-estar emocional, o especialista reforça que eles não substituem o tratamento quando existe um transtorno mental instalado. “Os transtornos psiquiátricos possuem influência biológica e genética. Uma pessoa com depressão, por exemplo, muitas vezes não consegue realizar tarefas simples do dia a dia. Isso não é falta de vontade ou de caráter, faz parte da doença. Com o tratamento adequado, ela recupera gradativamente a disposição e consegue retomar hábitos saudáveis”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, a procura por atendimento especializado entre os homens tem aumentado, mas ainda há um longo caminho para vencer os estigmas relacionados à saúde mental. Para Dr. Felipe Timo, reconhecer que precisa de ajuda é uma demonstração de coragem e não de fraqueza: “Buscar ajuda não é frescura. É um ato de inteligência, coragem e autocuidado. Se você percebe que não está bem, que perdeu o prazer nas coisas, sente uma tristeza persistente, ansiedade intensa ou mudanças importantes no comportamento, converse com alguém de confiança e procure ajuda profissional. Hoje sabemos que os transtornos mentais têm tratamento e ninguém precisa enfrentar esse sofrimento sozinho.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>The post <a href="https://portalmedicinaesaude.com/saude-mental-ainda-e-um-dos-maiores-desafios-para-a-populacao-masculina/">Saúde mental ainda é um dos maiores desafios para a população masculina</a> appeared first on <a href="https://portalmedicinaesaude.com">Portal Medicina e Saúde</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://portalmedicinaesaude.com/saude-mental-ainda-e-um-dos-maiores-desafios-para-a-populacao-masculina/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">14375</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Nem tudo é TDAH: quando a distração realmente indica um diagnóstico</title>
		<link>https://portalmedicinaesaude.com/nem-tudo-e-tdah-quando-a-distracao-realmente-indica-um-diagnostico/</link>
					<comments>https://portalmedicinaesaude.com/nem-tudo-e-tdah-quando-a-distracao-realmente-indica-um-diagnostico/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 10:37:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Jo Psquiatra Dr. José Luis Leal]]></category>
		<category><![CDATA[Kora Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[nem tudo é TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[Tdah]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalmedicinaesaude.com/?p=14362</guid>

					<description><![CDATA[<p>Foto-crédito: Magnific Se você já se pegou rolando o feed das redes sociais e se identificou com uma lista de &#8220;sintomas de TDAH&#8221; por causa de um esquecimento ou uma distração no trabalho, saiba que você não está sozinho, o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) virou um dos assuntos mais comentados do &#8230;</p>
<p>The post <a href="https://portalmedicinaesaude.com/nem-tudo-e-tdah-quando-a-distracao-realmente-indica-um-diagnostico/">Nem tudo é TDAH: quando a distração realmente indica um diagnóstico</a> appeared first on <a href="https://portalmedicinaesaude.com">Portal Medicina e Saúde</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Foto-crédito: Magnific</em></strong><strong><em></em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já se pegou rolando o <em>feed</em> das redes sociais e se identificou com uma lista de &#8220;<strong>sintomas de TDAH</strong>&#8221; por causa de um esquecimento ou uma distração no trabalho, saiba que você não está sozinho, o <strong>Transtorno do</strong> <strong>Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH</strong>) virou um dos assuntos mais comentados do ambiente digital, gerando uma onda inédita de autodiagnósticos. No entanto, o alerta dos especialistas é claro: nem toda distração é clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o <strong>Dr. José Luis Leal</strong>, psiquiatra da Kora Saúde, em Vitória/ES, o esquecimento e a dificuldade de concentração são respostas naturais do cérebro à sobrecarga de estímulos do mundo moderno e não significam, necessariamente, um transtorno mental. &#8220;A verdade é que a gente exige demais do cérebro hoje em dia. É muita informação ao mesmo tempo, muita tela, e o resultado é uma mente exausta. Esse cansaço profundo cria uma desatenção que imita o TDAH perfeitamente. Só que, no fundo, quase sempre é apenas o corpo avisando que precisa desligar um pouco&#8221;, explica o psiquiatra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que a distração ou a impulsividade sejam consideradas sintomas de TDAH, elas precisam preencher critérios rígidos que vão muito além de um dia ruim ou de uma semana estressante. O psiquiatra aponta que existem três pilares que diferenciam o esquecimento comum do transtorno, e o primeiro deles é a cronicidade. “Como o TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento, os sintomas não aparecem de repente na vida adulta; eles precisam estar presentes e ser rastreáveis desde a infância, geralmente antes dos 12 anos”, informa o médico da Kora Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto fundamental é a consistência. A desatenção precisa ocorrer em praticamente todos os contextos da vida do indivíduo, no trabalho, nos relacionamentos afetivos, nos estudos e nas tarefas domésticas e não apenas em momentos de tédio ou desinteresse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o médico destaca a necessidade de um prejuízo real. O comportamento deve causar um impacto negativo substancial e mensurável na rotina, como demissões recorrentes, problemas financeiros por desorganização ou um histórico crônico de dificuldades acadêmicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O perigo de assumir um diagnóstico baseado apenas em vídeos curtos da internet é duplo. Por um lado, há o risco da automedicação indevida com psicoestimulantes, que podem sobrecarregar o sistema cardiovascular e causar ansiedade extrema. Por outro lado, o indivíduo pode mascarar a verdadeira raiz do seu problema. “Muitas vezes, a falta de foco é o reflexo de uma depressão subjacente, de um transtorno de ansiedade generalizada, de apneia do sono ou de um quadro de burnout. Ao focar em um diagnóstico errado, a pessoa acaba atrasando o tratamento correto e prolongando o sofrimento&#8221;, alerta o médico da Kora Saúde. Por isso, vale o lembrete de que o diagnóstico de TDAH é essencialmente clínico, dependendo de uma conversa detalhada no consultório, da análise do histórico familiar e, muitas vezes, do olhar de outros profissionais de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem sente que a falta de atenção está cobrando um preço alto demais no dia a dia, o caminho mais seguro e definitivo sempre será buscar a avaliação de um médico psiquiatra ou neurologista, reforça o Dr. José Luis.</p>
<p>The post <a href="https://portalmedicinaesaude.com/nem-tudo-e-tdah-quando-a-distracao-realmente-indica-um-diagnostico/">Nem tudo é TDAH: quando a distração realmente indica um diagnóstico</a> appeared first on <a href="https://portalmedicinaesaude.com">Portal Medicina e Saúde</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://portalmedicinaesaude.com/nem-tudo-e-tdah-quando-a-distracao-realmente-indica-um-diagnostico/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">14362</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Apostas durante a Copa triplicam entre brasileiros e ampliam preocupação com a saúde mental</title>
		<link>https://portalmedicinaesaude.com/apostas-durante-a-copa-triplicam-entre-brasileiros-e-ampliam-preocupacao-com-a-saude-mental/</link>
					<comments>https://portalmedicinaesaude.com/apostas-durante-a-copa-triplicam-entre-brasileiros-e-ampliam-preocupacao-com-a-saude-mental/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 10:13:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Apostas durante a Copa]]></category>
		<category><![CDATA[Dr.  Mauricio Okamura]]></category>
		<category><![CDATA[ludopatia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental da Rede Total Care]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalmedicinaesaude.com/?p=14336</guid>

					<description><![CDATA[<p>O vício em jogos pode provocar endividamento, sofrimento emocional e afetar toda a família &#160;Foto-crédito: Magnific O aumento das apostas esportivas durante a Copa do Mundo acendeu um novo alerta para o avanço da ludopatia, transtorno caracterizado pela perda de controle sobre o impulso de jogar, mesmo diante de prejuízos financeiros, emocionais e familiares. Dados &#8230;</p>
<p>The post <a href="https://portalmedicinaesaude.com/apostas-durante-a-copa-triplicam-entre-brasileiros-e-ampliam-preocupacao-com-a-saude-mental/">Apostas durante a Copa triplicam entre brasileiros e ampliam preocupação com a saúde mental</a> appeared first on <a href="https://portalmedicinaesaude.com">Portal Medicina e Saúde</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O vício em jogos pode provocar endividamento, sofrimento emocional e afetar toda a família</em></strong><strong><em></em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>&nbsp;Foto-crédito: Magnific </em></strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O<strong> aumento das apostas esportivas durante a Copa do Mun</strong>do acendeu um novo alerta para o avanço da <strong>ludopatia</strong>, transtorno caracterizado pela perda de controle sobre o impulso de jogar, mesmo diante de prejuízos financeiros, emocionais e familiares. Dados divulgados pelo Banco Central no dia 1º de julho mostram que 34,8% dos brasileiros enviaram dinheiro para plataformas de apostas desde o início da competição, percentual três vezes superior aos 11% registrados em maio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o psiquiatra e coordenador de Saúde Mental da Rede Total Care, <strong>Dr.&nbsp; Mauricio Okamura</strong>, grandes eventos esportivos favorecem o aumento das apostas porque elas deixam de ser apenas uma publicidade e passam a integrar a experiência de acompanhar as partidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando influenciadores apresentam palpites como se fossem recomendações entre amigos ou análises técnicas, a percepção de risco diminui. Muitas pessoas passam da torcida para a aposta sem perceber que estão entrando em uma dinâmica capaz de gerar prejuízos financeiros e sofrimento emocional”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o especialista, o crescimento das apostas está diretamente relacionado aos mecanismos de recompensa variável do cérebro. A liberação intermitente de dopamina mantém o cérebro em constante expectativa e, associada às apostas rápidas e às probabilidades atualizadas em tempo real, favorece a repetição do comportamento e aumenta o risco de desenvolvimento da ludopatia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema voltou ao debate nos últimos dias após a repercussão da história do policial Danilo Lopes Negrão. Segundo relatos divulgados pela esposa, ele acumulou uma dívida estimada em R$ 1 milhão em decorrência da dependência em apostas esportivas. Após sua morte, a viúva, Raquel Maria, publicou um relato nas redes sociais para alertar outras famílias sobre os impactos do transtorno.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>De acordo com o Dr. Okamura, o impacto vai além do apostador.</strong> Os efeitos da ludopatia não atingem apenas quem desenvolve a dependência. Um estudo publicado no Journal of Gambling Studies aponta que, para cada pessoa com transtorno relacionado aos jogos de azar, cerca de 4,7 outras pessoas são diretamente afetadas, principalmente familiares. Foi o que ocorreu com Raquel Maria, que relatou ainda enfrentar consequências financeiras quase três anos após a morte do marido e afirmou ter desenvolvido sofrimento emocional em decorrência da situação vivida pela família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Okamura, o apoio da família é importante, mas precisa vir acompanhado de limites para não reforçar o ciclo da dependência.&nbsp; “O acolhimento não significa facilitar o comportamento. É importante estabelecer limites claros, evitar julgamentos morais e conversar sobre as consequências concretas das apostas. Também não é recomendado emprestar dinheiro para quitar dívidas, pois isso tende a perpetuar o problema. O mais indicado é incentivar a busca por tratamento especializado e grupos de apoio.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sinais de alerta&nbsp;&#8211;</strong> A ludopatia costuma se instalar de forma gradual. Entre os principais sinais estão a necessidade de apostar para recuperar perdas, esconder gastos da família, irritabilidade quando não consegue jogar, perda de interesse por atividades antes prazerosas e aumento do endividamento ou da busca por empréstimos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da gravidade, a ludopatia tem tratamento. A principal abordagem é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), frequentemente associada ao acompanhamento psiquiátrico quando há ansiedade, depressão ou outros transtornos associados. “O prognóstico melhora significativamente quando a intervenção acontece cedo”, afirma o psiquiatra. Nesse sentido, enfatiza, “procurar ajuda ao perceber a perda de controle sobre o tempo, o dinheiro ou os pensamentos relacionados às apostas faz toda a diferença.”</p>
<p>The post <a href="https://portalmedicinaesaude.com/apostas-durante-a-copa-triplicam-entre-brasileiros-e-ampliam-preocupacao-com-a-saude-mental/">Apostas durante a Copa triplicam entre brasileiros e ampliam preocupação com a saúde mental</a> appeared first on <a href="https://portalmedicinaesaude.com">Portal Medicina e Saúde</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://portalmedicinaesaude.com/apostas-durante-a-copa-triplicam-entre-brasileiros-e-ampliam-preocupacao-com-a-saude-mental/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">14336</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
