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	<title>Veja também Archives - Portal Medicina e Saúde</title>
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		<title>Mitos e verdades sobre reprodução assistida</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 11:19:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tratamentos para infertilidade avançaram nas últimas décadas, mas ainda são cercados por dúvidas sobre chances de sucesso, idade, congelamento de óvulos e riscos para o bebê. Crédito-foto: Pixabay&#160; A reprodução assistida deixou de ser um recurso restrito a situações muito específicas e passou a fazer parte da realidade de muitas pessoas que desejam ter filhos. &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Tratamentos para infertilidade avançaram nas últimas décadas, mas ainda são cercados por dúvidas sobre chances de sucesso, idade, congelamento de óvulos e riscos para o bebê.</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Crédito-foto: Pixabay&nbsp;</em></strong><strong><em></em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>reprodução assistida</strong> deixou de ser um recurso restrito a situações muito específicas e passou a fazer parte da realidade de muitas pessoas que desejam ter filhos. <strong>Fertilização in vitro (FIV</strong>), <strong>inseminação intrauterina</strong>, congelamento de óvulos e embriões e outras técnicas ampliaram as possibilidades de formação de uma família, mas também fizeram crescer o número de dúvidas sobre o que realmente funciona, quais são as limitações dos tratamentos e quais expectativas podem ser consideradas realistas.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Dra. Andrea Greico, especialista em Reprodução Humana do Grupo Santa Joana, em São Paulo/SP, um dos principais desafios é justamente separar informação científica de expectativas criadas por relatos pessoais ou promessas encontradas nas redes sociais. “A reprodução assistida oferece possibilidades importantes, mas não existe uma técnica capaz de garantir uma gravidez. O tratamento precisa ser individualizado, porque idade, reserva ovariana, qualidade dos gametas, condições do útero, fatores masculinos e histórico reprodutivo interferem diretamente nos resultados”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender melhor, ela pontua, a seguir, mitos e verdades sobre os tratamentos. Confira:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fertilização in vitro sempre funciona?</strong> Mito &#8211; A FIV aumenta as possibilidades de gravidez para determinados casos de infertilidade, mas não oferece garantia de sucesso. Durante o processo, nem todos os óvulos coletados serão fertilizados e, entre os embriões formados, apenas parte continuará seu desenvolvimento até o estágio adequado para transferência. Mesmo após a transferência, a implantação e a evolução da gestação dependem de diferentes fatores. Dados da American Society for Reproductive Medicine mostram que, em um ciclo de FIV, há perdas sucessivas entre a quantidade de óvulos coletados, os que são fertilizados, os que chegam ao estágio de blastocisto e aqueles que efetivamente resultam em gestação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem faz reprodução assistida pode escolher o sexo do bebê?</strong>&nbsp;Depende da situação e não deve ser tratado como uma simples escolha. As técnicas de reprodução assistida permitem, em contextos específicos, a análise genética de embriões antes da transferência, mas os testes genéticos têm indicações médicas próprias. A utilização de técnicas de reprodução assistida não transforma a escolha de características do bebê em um procedimento disponível de forma irrestrita.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A FIV aumenta muito o risco de o bebê nascer com problemas de saúde?</strong> Mito &#8211; A FIV é considerada uma técnica estabelecida e, de forma geral, a maioria dos bebês concebidos por esse método nasce saudável. Existem riscos associados ao tratamento e à própria infertilidade, além de fatores como idade e condições clínicas da paciente, que também influenciam os resultados obstétricos. Por isso, não é correto atribuir automaticamente eventuais complicações à técnica de reprodução assistida.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É importante diferenciar os riscos relacionados ao tratamento dos riscos relacionados às características da própria paciente. Muitas mulheres que chegam à reprodução assistida já têm uma idade mais avançada ou condições que dificultam a gravidez, e esses fatores precisam ser considerados quando avaliamos os resultados”, afirma Dra. Andrea.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Congelar óvulos garante uma gravidez no futuro?</strong> Mito &#8211; A vitrificação de óvulos ampliou as possibilidades de preservação da fertilidade, mas não funciona como um seguro-garantia de maternidade. A idade em que os óvulos são congelados é um dos fatores que influenciam as chances futuras, assim como a quantidade de óvulos obtidos e sua utilização posterior. A técnica é considerada uma alternativa estabelecida de preservação da fertilidade, mas as pacientes precisam ser informadas sobre suas limitações e sobre a possibilidade de que nem todos os óvulos congelados resultem em uma gestação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quanto mais óvulos forem coletados, maior será a garantia de gravidez?</strong> Mito &#8211; Ter mais óvulos disponíveis pode ampliar as possibilidades de obtenção de embriões, mas quantidade não significa necessariamente qualidade. O envelhecimento reprodutivo, especialmente feminino, está relacionado à redução da qualidade dos óvulos e ao aumento da ocorrência de alterações cromossômicas. Por isso, a estratégia de tratamento precisa considerar o perfil de cada paciente, e não apenas a quantidade de óvulos recuperados.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reprodução assistida é indicada apenas para mulheres?</strong> Mito &#8211; A infertilidade pode estar relacionada a fatores femininos, masculinos ou a uma combinação dos dois. Alterações na produção ou qualidade dos espermatozoides, por exemplo, também podem interferir na capacidade de engravidar. A avaliação do casal ou dos indivíduos envolvidos no projeto parental é importante para identificar a causa e escolher a estratégia mais adequada.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A idade deixa de ser importante quando se faz uma FIV?&nbsp;</strong>Mito &#8211; A reprodução assistida pode contornar algumas dificuldades relacionadas à concepção, mas não elimina os efeitos do envelhecimento dos óvulos. A idade continua sendo um dos fatores mais importantes para os resultados reprodutivos. Por isso, a FIV não deve ser encarada como uma forma de “parar o relógio biológico”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Uma das maiores expectativas que precisamos alinhar com os pacientes é a ideia de que a tecnologia consegue neutralizar completamente os efeitos da idade. Ela amplia as possibilidades, mas não elimina a biologia. Quanto mais cedo identificamos uma dificuldade ou discutimos o planejamento reprodutivo, maior é a possibilidade de tomar decisões de maneira individualizada”, explica a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A inseminação artificial e a fertilização in vitro são a mesma coisa?</strong> Mito &#8211; Embora façam parte da reprodução assistida, são tratamentos diferentes. Na inseminação intrauterina, os espermatozoides preparados são introduzidos no útero no período próximo à ovulação, enquanto na FIV a fecundação ocorre em laboratório e o embrião posteriormente é transferido para o útero. A escolha entre as técnicas depende da causa da infertilidade, idade, exames e histórico de cada paciente.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Toda FIV precisa utilizar intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI)?</strong> Mito &#8211; A injeção intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI) consiste na introdução de um único espermatozoide diretamente no óvulo. Apesar de ser uma ferramenta importante em situações específicas, seu uso não é necessariamente indicado para todos os pacientes. Recomendações recentes da ASRM apontam que a utilização rotineira da ICSI em situações sem fator masculino ou histórico de falha de fertilização não demonstrou melhorar as taxas de nascimento em comparação com a fertilização convencional.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem faz reprodução assistida precisa passar por vários ciclos?</strong> Não necessariamente. Algumas pessoas conseguem uma gestação no primeiro tratamento, enquanto outras precisam de mais de uma tentativa. A resposta varia conforme idade, diagnóstico, reserva ovariana, qualidade dos gametas, número e qualidade dos embriões e outros fatores. Por isso, não é possível estabelecer previamente quantos ciclos serão necessários para cada paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que escolher uma técnica, o acompanhamento especializado permite estabelecer expectativas realistas e avaliar quando determinado tratamento faz sentido. A reprodução assistida não deve ser encarada como uma promessa de resultado, mas como um conjunto de ferramentas que pode ampliar as possibilidades de gravidez diante de diferentes situações.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Dra. Andrea Greico, “cada paciente chega com uma história e uma expectativa. Nosso papel é explicar o que a medicina consegue oferecer naquele cenário, quais são as possibilidades e também quais são os limites. Informação de qualidade é parte fundamental do tratamento.”</p>
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		<title>Homem-Aranha e Rapunzel fazem a festa no Neocenter do Hospital Felício Rocho/BH no Dia das Crianças</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 10:50:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
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		<category><![CDATA[Dia da Criança no Neocenter]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Caroline Máximo Batista]]></category>
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		<category><![CDATA[Neocenter Felício Rocho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os personagens alegraram dos pequenos e seus acompanhantes que passaram a data no hospital Foto-Divulgação: Neocenter O Dia das Crianças costuma ser lembrado como um dia de brincadeiras, passeios e encontros em família. Para algumas crianças, porém, a data acontece longe de casa. Uma febre que não cede, uma queda durante a brincadeira ou um &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Os personagens alegraram dos pequenos e seus acompanhantes que passaram a data no hospital</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Foto-Divulgação: Neocenter</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Dia das Crianças costuma ser lembrado como um dia de brincadeiras, passeios e encontros em família. Para algumas crianças, porém, a data acontece longe de casa. Uma febre que não cede, uma queda durante a brincadeira ou um tratamento que exige internação podem levar a comemoração para dentro do hospital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi pensando nessas crianças e em suas famílias que o <strong>Neocenter Felício Rocho</strong>/<strong>Belo Horizonte-MG</strong>, preparou uma visita especial. Na última segunda-feira, 12 de outubro, o Homem-Aranha e a Rapunzel percorreram o Pronto Atendimento Pediátrico, a Unidade de Internação Pediátrica e Unidade de Terapia Intensiva da instituição hospitalar, para conversar e brincar com os pequenos pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta é simples, mas carrega um significado importante: transformar, ainda que por alguns minutos, a experiência de estar no hospital. Para uma criança, encontrar um personagem querido pode tornar o ambiente mais familiar e acolhedor. Para os pais e responsáveis, que muitas vezes atravessam horas de espera, cansaço e preocupação, ver o filho sorrir também é uma forma de alívio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a diretora clínica do Neocenter Felício Rocho, <strong>Dra. Caroline Máximo Batista</strong>, “é um momento muito difícil para as famílias e para as crianças, que, muitas vezes, não têm o entendimento do que está acontecendo. Então, tudo que a gente pode fazer para dar uma aliviada, a gente faz, principalmente em datas especiais, para tornar o momento um pouco mais leve.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Neocenter Felício Rocho, o acolhimento faz parte do cuidado. A rotina de um hospital pediátrico envolve protocolos, exames e decisões clínicas, mas também a atenção ao que a criança sente, ao medo que pode surgir diante do que é desconhecido e à presença da família ao longo de todo o atendimento. E qualquer iniciativa que mude um pouco o ambiente, ajuda na recuperação dos pequenos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Laura, de 10 anos, que aguardava atendimento no Pronto Atendimento Pediátrico, a visita ao hospital teve um gostinho especial. “Foi muito legal, já que hoje é o Dia das Crianças e a gente tá aqui no médico, que não é o que a gente esperava”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Miguel Medeiros, de 9 anos, internado no Neocenter Felício Rocho há 15 dias, também aproveitou o momento ao lado do Homem-Aranha e da família. “Ele perguntou como eu estava e desejou que eu fique melhor. Agora, eu tô bem feliz!”, conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E para os pais e acompanhantes que enfrentam as preocupações com a saúde dos pacientes, ver a criança sorrir, sem dúvidas, é um alívio! “Qualquer ação que seja direcionada a dar um pouquinho de carinho e de conforto para eles, alegra também o nosso coração e deixa o dia bem melhor!”, comemora Naime Valéria Medeiros de Jesus, mãe do Miguel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de contribuir para a alegria dos pequenos, quem também aproveitou a visita, foram os colaboradores da unidade. “Ações como essa ajudam na recuperação dos pacientes e na saúde mental deles e dos familiares, que acabam tendo uma sobrecarga emocional grande durante a doença de um filho. As crianças adoraram a presença dos personagens e os colaboradores também, pois muda o clima do ambiente”, afirma Dra. Caroline Máximo Batista, Diretora Clínica do Neocenter Felício Rocho.</p>
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		<title>Câncer de mama pode dar sinais de resistência antes de aparecer nos exames</title>
		<link>https://portalmedicinaesaude.com/cancer-de-mama-pode-dar-sinais-de-resistencia-antes-de-aparecer-nos-exames/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 10:47:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Veja também]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[ctDNA]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Aline Coelho Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[oncologia de precisão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dra. Aline Coelho Gonçalves, oncologista especializada em câncer de mama, explica como o DNA tumoral circulante pode antecipar sinais de resistência ao tratamento e abrir uma nova frente na oncologia de precisão Durante décadas, acompanhar a evolução de um câncer significou, em grande parte, observar o que aparecia nos exames de imagem: se o tumor &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Dra. Aline Coelho Gonçalves, oncologista especializada em câncer de mama, explica como o DNA tumoral circulante pode antecipar sinais de resistência ao tratamento e abrir uma nova frente na oncologia de precisão</em></strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante décadas, acompanhar a evolução de um câncer significou, em grande parte, observar o que aparecia nos exames de imagem: se o tumor havia crescido, diminuído ou surgido em outros locais. A <strong>oncologia de</strong> <strong>precisão</strong> começa a acrescentar uma nova camada a esse acompanhamento. Antes de algumas mudanças se tornarem visíveis na imagem, o tumor pode apresentar alterações moleculares capazes de indicar que está desenvolvendo resistência ao tratamento. É nesse ponto que ganha importância o <strong>DNA tumoral</strong> circulante, conhecido como <strong>ctDNA</strong> (pequenos fragmentos de material genético liberados pelas células tumorais na corrente sanguínea).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No câncer de mama avançado, este monitoramento vem sendo estudado como uma forma de identificar determinados mecanismos de resistência antes da progressão radiológica. “Durante muito tempo, nossa principal referência para acompanhar a evolução da doença foi aquilo que conseguíamos enxergar. Agora começamos a ter a possibilidade de observar também sinais da biologia do tumor antes que eles produzam uma alteração visível na imagem. Isso muda a forma como pensamos o acompanhamento da doença”, explica a Dra. Aline Coelho Gonçalves, oncologista especializada em câncer de mama, no Rio de Janeiro/RJ.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos estudos que ajudam a entender essa mudança é o SERENA-6, realizado com pacientes com câncer de mama metastático, receptor hormonal positivo e HER2 negativo. A pesquisa avaliou o monitoramento periódico do ctDNA para identificar mutações no gene ESR1, associadas à resistência às terapias endócrinas. O ponto central do estudo está no momento da descoberta: a mutação pode ser identificada no sangue quando a paciente ainda está clinicamente bem e sem sinais de progressão nos exames de imagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as pacientes que apresentaram mutação ESR1 detectada pelo ctDNA, mas ainda não tinham progressão radiológica, a estratégia de mudança da terapia endócrina avaliada no estudo resultou em redução de 55% no risco de progressão da doença, em comparação com a manutenção do tratamento padrão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a médica, “a paciente pode estar bem, a imagem pode continuar estável e, ainda assim, o tumor já estar desenvolvendo um mecanismo de resistência. Conseguir identificar esse movimento antes de uma progressão visível abre uma discussão muito importante sobre quando devemos agir”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa substituir os exames de imagem pelos exames de sangue. Para a oncologista, são ferramentas que respondem a perguntas diferentes: “A imagem mostra o que a doença já provocou do ponto de vista anatômico, e o ctDNA pode revelar pistas sobre o que está acontecendo na biologia do tumor. Não se trata de escolher um ou outro, mas de entender como essas informações podem se complementar”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A especialista também faz uma ressalva importante: encontrar uma alteração molecular não significa, isoladamente, que todo o tratamento deva ser modificado. O desafio agora é compreender em quais situações o monitoramento deve ser utilizado, com que frequência e, principalmente, quando uma informação molecular deve efetivamente levar a uma nova decisão terapêutica. “Tecnologia só faz sentido quando melhora decisão. Não basta detectar uma alteração cada vez mais cedo. Precisamos saber o que fazer com essa informação e demonstrar que agir a partir dela traz benefício real para a paciente, enfatiza a médica, reforçando que esse movimento aponta para uma transformação maior na oncologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, o acompanhamento deixa de observar apenas onde a doença está e passa a buscar compreender também como ela está se comportando. “Quanto mais entendemos a biologia do tumor ao longo do tratamento, maior é a possibilidade de individualizar nossas decisões. Estamos começando a enxergar sinais que antes só percebíamos depois que a doença já havia mudado. Essa talvez seja uma das grandes fronteiras da oncologia de precisão”, observa.</p>
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		<title>Coceira íntima nem sempre é candidíase</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 11:56:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Automedicação e desinformação podem mascarar doenças ginecológicas e atrasar o tratamento correto &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Imagem: Magnific A coceira íntima é um dos sintomas mais comuns relatados por mulheres, mas tratá-la automaticamente como candidíase pode ser um erro com consequências importantes. O hábito de recorrer a medicamentos sem orientação médica ainda é frequente e pode mascarar diferentes &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Automedicação e desinformação podem mascarar doenças ginecológicas e atrasar o tratamento correto</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Imagem: Magnific</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>coceira íntima</strong> é um dos sintomas <strong>mais comuns relatados por mulheres</strong>, mas tratá-la automaticamente como candidíase pode ser um erro com consequências importantes. O hábito de recorrer a medicamentos sem orientação médica ainda é frequente e pode mascarar diferentes condições, como <strong>vaginose bacteriana</strong>, <strong>infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e até dermatites.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a ginecologista Dra. Karoline Prado, Joinville/SC, o problema vai além do desconforto imediato. “Nem toda coceira é candidíase, embora essa seja a associação mais comum”. Como a doutora explica, “quando a mulher se automedica, ela pode aliviar temporariamente os sintomas, mas não resolve a causa e isso pode agravar o quadro”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do diagnóstico equivocado, o uso indiscriminado de antifúngicos pode contribuir para o desequilíbrio da microbiota vaginal, favorecendo infecções recorrentes. Outro fator que merece atenção é o excesso de produtos íntimos, como sabonetes específicos, duchas e fragrâncias, que podem alterar o pH natural da região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A vulva e a vagina têm mecanismos próprios de defesa. Interferir demais, seja com medicamentos ou produtos, pode ser prejudicial. O ideal é procurar avaliação médica sempre que houver mudança nos sintomas”, orienta a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os sinais de alerta, que exigem investigação, estão corrimento com odor forte, dor, ardência ao urinar e recorrência dos sintomas. O diagnóstico correto é fundamental para um tratamento eficaz e seguro.</p>
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		<title>Entre descobertas, medos e amor: um guia efetivo para toda família</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 09:52:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Veja também]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Marcela Noronha]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Edipro]]></category>
		<category><![CDATA[guia para a família]]></category>
		<category><![CDATA[O livro de cuidados com o bebê]]></category>
		<category><![CDATA[olhar sobre a família]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pediatra e educadora parental, Dra. Marcela Noronha, transforma ciência, escuta e afeto em um livro essencial sobre gestação, desenvolvimento infantil, inteligência emocional e parentalidade real A chegada de um bebê muda a rotina, o corpo, o sono, os medos e até a forma como o amor passa a existir dentro de uma casa. Mas, em &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Pediatra e educadora parental, Dra. Marcela Noronha, transforma ciência, escuta e afeto em um livro essencial sobre gestação, desenvolvimento infantil, inteligência emocional e parentalidade real</em></strong><strong><em></em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A chegada de um bebê muda a rotina, o corpo, o sono, os medos e até a forma como o amor passa a existir dentro de uma casa. Mas, em meio a tantas transformações, ainda são muitas as famílias que atravessam a <strong>parentalidade</strong> cercadas por culpa, excesso de informação desencontrada e insegurança. Entre o medo de errar e o desejo de acertar, nasceu&nbsp;<strong><em>O livro</em></strong><em> <strong>dos cuidados com o bebê</strong></em>, publicado pela&nbsp;Edipro, um guia&nbsp;não apenas com a função de orientar, mas acolher&nbsp;quem cuida.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Escrito pela pediatra e educadora parental&nbsp;<strong>Dra.&nbsp;Marcela Noronha</strong>,&nbsp;a obra&nbsp;reúne experiência médica, embasamento científico e humanidade em uma linguagem acessível, sensível e direta. A&nbsp;especialista&nbsp;não se limita a responder apenas as questões técnicas, mas propõe uma conversa íntima com mães, pais, avós, cuidadores e todos aqueles que participam da criação de uma criança.&nbsp;As orientações&nbsp;acompanham&nbsp;desde as emoções da gestação até os desafios concretos dos primeiros anos da infância, sem romantizar a parentalidade&nbsp;ou&nbsp;transformar o cuidado em uma cobrança impossível.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo dos capítulos, a autora aborda temas fundamentais como amamentação, sono, alimentação, vacinas, desenvolvimento emocional, birras, segurança, vínculo afetivo e autocuidado parental. O grande diferencial está justamente na forma como ela une medicina e escuta emocional. Ao mesmo tempo que ensina como agir diante de febres, introdução alimentar ou cuidados práticos com o recém-nascido, também aborda exaustão, culpa, saúde mental, rede de apoio e a importância de abandonar a ideia de perfeição.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto potente do livro é o olhar contemporâneo sobre família e educação. Marcela reconhece diferentes configurações familiares, acolhe mães e pais solos, casais homoafetivos, famílias adotivas e cuidadores diversos, reforçando que parentalidade não se define por laços biológicos, mas pela presença, responsabilidade e amor.&nbsp;Cada vez mais os&nbsp;adultos se sentem pressionados&nbsp;e desvalidados como pais,&nbsp;e&nbsp;a obra surge como um respiro possível, humano, empático e real.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As&nbsp;orientações práticas funcionam como uma companhia para os momentos de maior vulnerabilidade,&nbsp;além de&nbsp;romper&nbsp;com a lógica dos manuais frios e&nbsp;distantes. A pediatra escreve como médica,&nbsp;como mãe e&nbsp;ser humano, e&nbsp;compreende as dores silenciosas do puerpério, as noites sem dormir e o medo constante de falhar. O resultado é uma leitura que informa sem assustar e orienta sem julgar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O&nbsp;livro dos cuidados com o bebê</em>&nbsp;é um manifesto acolhedor:&nbsp;ninguém deve atravessar a parentalidade sentindo-se sozinho. Em um mundo acelerado e cheio de cobranças, Marcela&nbsp;oferece um&nbsp;abraço em forma de leitura&nbsp;e auxilia famílias a criarem filhos mais saudáveis, mas também adultos mais seguros para amar, educar e crescer junto com eles.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ficha&nbsp;Técnica:&nbsp;<br>Título&nbsp;do livro:</strong>&nbsp;O livro dos cuidados com o bebê&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autora:</strong>&nbsp;Marcela Noronha&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Editora:</strong>&nbsp;Edipro&nbsp;| <strong>ISBN/ASIN:</strong>&nbsp;978-6556602240&nbsp;| Páginas:&nbsp;352&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Preço:</strong>&nbsp;149,90&nbsp; | <strong>Onde comprar</strong>:&nbsp;<a href="https://www.amazon.com.br/livro-dos-cuidados-com-beb%C3%AA/dp/6556602248/ref=asc_df_6556602248?mcid=d656deac154c376ea42d6ce2d888ba8b&amp;tag=googleshopp00-20&amp;linkCode=df0&amp;hvadid=709857900369&amp;hvpos=&amp;hvnetw=g&amp;hvrand=1850958168097276368&amp;hvpone=&amp;hvptwo=&amp;hvqmt=&amp;hvdev=c&amp;hvdvcmdl=&amp;hvlocint=&amp;hvlocphy=9207576&amp;hvtargid=pla-2535836872727&amp;psc=1&amp;hvocijid=1850958168097276368-6556602248-&amp;hvexpln=0&amp;language=pt_BR">Amazon</a>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobre&nbsp;a&nbsp;autora:</strong>&nbsp;Dra. Marcela Noronha é pediatra, especialista em Nefrologia Infantil, palestrante, escritora, educadora parental e mãe. Com vocação para a medicina desde a infância, escolheu a pediatria por acreditar que crianças que crescem com amor, limites e orientação se tornam adultos mais saudáveis, tanto do ponto de vista físico quanto emocional, além de se tornarem independentes, seguras e preparadas para construir uma vida feliz e plena.&nbsp;Há mais de 15 anos,&nbsp;dedica-se a traduzir o conhecimento médico em orientações claras, acolhedoras e baseadas em evidências, fortalecendo famílias no cuidado diário com a saúde e o desenvolvimento infantil.&nbsp;Instagram:&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/dramarcelanoronha/">@dramarcelanoronha</a>&nbsp;</p>
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		<title>Excesso de tarefas de fim de ano pode causar dor e lesões no ombro</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 09:34:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Veja também]]></category>
		<category><![CDATA[DOR NO OMBRO]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Marcelo Campos]]></category>
		<category><![CDATA[lesões no ombro]]></category>
		<category><![CDATA[movimentos repetitivos]]></category>
		<category><![CDATA[sacolas pesadas]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade de Cirurgia do Ombro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crédito da foto: Divulgação/Freepik Fim de ano é sinônimo de festas, compras e decorações, e toda essa correria para cumprir todas as tarefas pode, literalmente, pesar nos ombros. Entre carregar sacolas pesadas de presentes e itens para a ceia e pendurar os enfeites natalinos pela casa, quase ninguém percebe o quanto o ombro trabalha para &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Crédito da foto: Divulgação/Freepik</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fim de ano é sinônimo de festas, compras e decorações, e toda essa correria para cumprir todas as tarefas pode, literalmente, pesar nos ombros. Entre <strong>carregar sacolas pesadas</strong> de presentes e itens para a ceia e pendurar os enfeites natalinos pela casa, quase ninguém percebe o quanto o ombro trabalha para acompanhar tudo isso, até que a dor aparece. A <strong>sobrecarga dos movimentos repetitivos</strong>, os esforços acima do habitual e até mesmo o simples ato de alcançar objetos em locais altos podem desencadear desconfortos que tiram o brilho desse período tão esperado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Dr. Marcelo Campos, do Rio de Janeiro/RJ, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC), &nbsp;“o ombro é uma articulação complexa e a combinação de peso excessivo, repetição, postura incorreta e histórico de lesão aumenta bastante o risco”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da dor inicial, uma situação emite sinal de alerta: quando o incômodo começa a limitar o movimento, como vestir uma roupa, erguer o braço ou até dormir de lado. Esse é o momento de atentar-se à questão, pois o corpo está sinalizando que ultrapassou o limite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo sentindo incômodo, muitas pessoas seguem com a rotina tentando dar conta de tudo, acreditando que a dor vai passar sozinha quando as festas acabarem. Na prática, isso costuma ter o efeito contrário: insistir no esforço pode prolongar a inflamação e tornar o tratamento mais demorado do que seria se a dor fosse cuidada no início. “Quando o paciente busca ajuda antes da dor se tornar incapacitante, o tratamento é mais simples e o retorno à rotina é muito mais rápido”, salienta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Festas sem dor</strong> &#8211; Para prevenir dor e lesões nos ombros durante as tarefas de fim de ano, o Dr. Marcelo Campos lista algumas dicas simples, mas eficazes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ao carregar sacolas de compras ou presentes, procure distribuir o peso em cargas menores e alternar os braços para não sobrecarregar sempre o mesmo ombro.</li>



<li>Na hora de pendurar enfeites em locais altos, utilize escadas ou bancos firmes, evitando esticar excessivamente os braços ou se apoiar em móveis instáveis.</li>



<li>Fazer pequenas pausas durante as atividades e alongar ombros, braços e pescoço, antes e depois das tarefas, também ajuda a reduzir a fadiga muscular.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme o presidente da SBCOC ressalta, “cuidar dos ombros vai além de prevenir dor; significa manter a mobilidade e a independência. Pequenos cuidados hoje evitam problemas maiores amanhã. Assim, é possível aproveitar cada momento, inclusive nas festas de fim de ano, com segurança e conforto”.</p>
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		<title>Hospital Alemão Oswaldo Cruz oferece cursos gratuitos EaD para profissionais e estudantes da área da saúde</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 09:47:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Veja também]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos gratuitos de medicina]]></category>
		<category><![CDATA[cursos saúde EaD]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Hospital Oswaldo Cruz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os conteúdos são organizados com materiais digitais que o aluno pode acessar conforme sua disponibilidade Foto: Freepik Profissionais e estudantes da área da saúde que buscam ampliar seus conhecimentos e fortalecer o currículo já podem se inscrever em um dos 18 cursos gratuitos oferecidos pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz/São Paulo/SP. As formações são totalmente on-line, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Os conteúdos são organizados com materiais digitais que o aluno pode acessar conforme sua disponibilidade</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Foto: Freepik</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Profissionais e estudantes da área da saúde que buscam ampliar seus conhecimentos e fortalecer o currículo já podem se inscrever em um dos 18 <strong>cursos gratuitos</strong> oferecidos pelo <strong>Hospital Alemão Oswaldo Cruz/São Paulo/SP. </strong>As formações são totalmente <em>on-line</em>, com acesso pela plataforma AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem) do hospital, sendo possível emitir certificado digital ao concluir a capacitação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os cursos abrangem áreas como: tecnologia e inovação na saúde, diagnóstico por imagem, segurança assistencial, envelhecimento saudável, práticas de enfermagem, educação em saúde, saúde integrativa e formação de docentes. As inscrições estão abertas até dezembro desse ano. Cada aluno tem até 30 dias para concluir o conteúdo após o início do curso. A carga horária varia de 1h a 20h, de acordo com o conteúdo e complexidade de cada tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;A proposta é atender tanto quem deseja uma atualização rápida quanto aqueles que buscam uma capacitação mais aprofundada, sempre com a qualidade educacional reconhecida do hospital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todos os cursos são no formato EaD (Ensino à distância), com conteúdos que permitem ao aluno estudar no seu próprio ritmo, de forma autônoma, com acesso flexível. Parte das aulas são gravadas com professores, especialmente nas formações mais curtas, enquanto os cursos com maior carga horária contam com materiais complementares, como <em>e-books</em> e conteúdo de leitura mais estruturados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As capacitações são voltadas para profissionais já atuantes no setor e para estudantes da área da saúde. Os interessados já podem se inscrever para as turmas abertas nos próximos meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a relação completa de cursos e informações sobre inscrições, acesse:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://ensino.hospitaloswaldocruz.org.br/cursos-gratuitos">https://ensino.hospitaloswaldocruz.org.br/cursos-gratuitos</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Proadi-SUS abre inscrições para cursos de qualificação de residentes em práticas de gestão e regulação</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 10:16:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Veja também]]></category>
		<category><![CDATA[aperfeiçoamento Proadi]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Sírio Libanês]]></category>
		<category><![CDATA[Proadi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Freepik O Projeto Residências, conduzido pelo Hospital Sírio-Libanês, como parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde, está com inscrições abertas para dois cursos voltados à formação profissional de residentes, com foco nas áreas de gestão de regulação. Com 80 vagas, o Curso Teórico-Prático &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Foto: Freepik</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Projeto Residências</strong>, conduzido pelo <strong>Hospital Sírio-Libanês</strong>, como parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do <strong>Sistema Único</strong> <strong>de Saúde (Proadi-SUS</strong>), do Ministério da Saúde, está com inscrições abertas para dois cursos voltados à formação profissional de residentes, com foco nas áreas de gestão de regulação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com 80 vagas, o Curso Teórico-Prático de Gestão de Serviços de Saúde será voltado aos residentes ativos de programas de residência médica ou de programas de residência em área profissional da saúde (uniprofissional e multiprofissional), preceptores(as), tutores(as), coordenadores(as) de programas de residência, gestores(as) e profissionais atuantes nas equipes dos Núcleos de Gestão e Regulação (NGR), previstos no Programa Mais Acesso a Especialistas (PMAE), ou em serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é a qualificação e o desenvolvimento de competências em gestão eficiente e excelência operacional, preparando os profissionais para transformar e aprimorar a assistência em saúde de forma estratégica e inovadora. Com carga horária de 80 horas de ensino na modalidade EaD e atividades assíncronas, o curso abordará a gestão de serviços de saúde nos conceitos e determinantes da saúde pública no Brasil e seu modelo de atenção, incluindo a Política Nacional de Atenção Especializada (PNAES) e o Programa Mais Acesso a Especialistas (PMAE); elementos teóricos, ferramentas e metodologias para planejamento estratégico, qualidade e práticas inovadoras em saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aperfeiçoamento em Núcleo Interno de Regulação</strong> &#8211; Para o mesmo público-alvo, o projeto Residências também oferecerá um Curso de Aperfeiçoamento em Núcleo Interno de Regulação (NIR). Com carga horária de 180 horas, de ensino à distância, com atividades síncronas e assíncronas, o curso terá ênfase na gestão de serviços de saúde no SUS e sua interface com a temática de regulação. Serão trabalhados conceitos e determinantes da Saúde Pública no Brasil e seu modelo de atenção; a Política Nacional de Regulação do SUS, o reconhecimento e análise dos processos de trabalho dos Núcleos Internos de Regulação (NIR); a Política Nacional de Atenção Especializada, suas diretrizes, dimensões e eixos estruturantes, com foco em ações regulatórias produtoras de cuidado e dispositivos que fortaleçam a comunicação e integração entre os processos assistenciais e de gestão dos demais pontos de atenção da Rede de Atenção à Saúde; bem como os conceitos e aplicação com base em gestão da informação, tomada de decisão e projetos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inscrições até o dia 28 de março</strong> exclusivamente pelo link: <a href="https://hospitais.proadisus.org.br/editais/processoseletivoaperfeicoamento&nbsp;">https://hospitais.proadisus.org.br/editais/processoseletivoaperfeicoamento&nbsp;</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Proadi-SUS</strong> &#8211; O Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS) foi criado em 2009 com o propósito de apoiar e aprimorar o SUS por meio de projetos de capacitação de recursos humanos, pesquisa, avaliação e incorporação de tecnologias, gestão e assistência especializada demandados pelo Ministério da Saúde. Hoje, o programa reúne seis hospitais sem fins lucrativos que são referência em qualidade médico-assistencial e gestão: Hospital Alemão Oswaldo Cruz, BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, HCor, Hospital Israelita Albert Einstein, HMV &#8211; Hospital Moinhos de Vento e Hospital Sírio-Libanês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os recursos do Proadi-SUS advém da imunidade fiscal dos hospitais participantes. Os projetos levam à população a expertise dos hospitais em iniciativas que atendem necessidades do SUS. Entre os principais benefícios do Proadi-SUS, destacam-se a redução de filas de espera; a qualificação de profissionais; as pesquisas do interesse da saúde pública para necessidades atuais da população brasileira; a gestão do cuidado apoiada por inteligência artificial e a melhoria da gestão de hospitais</p>
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		<title>Postura inadequada ao dirigir pode causar fortes dores nas costas em viagens longas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 11:19:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Veja também]]></category>
		<category><![CDATA[dores nas costas]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Alexandre Guedes]]></category>
		<category><![CDATA[longas horas na estrada]]></category>
		<category><![CDATA[postuura inadequada ao dirigir]]></category>
		<category><![CDATA[problemas na coluna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Pixabay Com a chegada do fim de ano, muitas pessoas se preparam para viajar e aproveitar as férias, seja para descansar ou visitar familiares. Porém, as longas horas de estrada, podem resultar em desconfortos no corpo. A postura inadequada ao dirigir e a permanência por períodos prolongados sentados são fatores que contribuem significativamente para &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Foto: Pixabay</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada do fim de ano, muitas pessoas se preparam para viajar e aproveitar as férias, seja para descansar ou visitar familiares. Porém, as <strong>longas horas de estrada</strong>, podem resultar em desconfortos no corpo. A postura inadequada ao dirigir e a permanência por períodos prolongados sentados são fatores que contribuem significativamente para o aparecimento de <strong>dores nas costas</strong>, um problema comum entre motoristas e viajantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialmente para esse período de viagens, o ortopedista do esporte, Alexandre Guedes, cirurgião e especialista em coluna, de São Paulo/SP, dá algumas dicas para evitar esse tipo de problema. “A má postura ao dirigir pode levar a uma série de consequências, desde dores musculares e tensões até problemas mais graves na coluna, como hérnias e lesões na região lombar”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Segundo destaca, uma postura adequada ao dirigir é fundamental para evitar dores nas costas. “O banco do carro deve ser ajustado para garantir que você tenha o apoio correto na coluna e que seus joelhos fiquem ligeiramente flexionados. A coluna deve estar ereta, com o encosto do banco alinhado para apoiar a parte inferior das costas”. Além disso, é importante que os braços também fiquem ligeiramente flexionados ao segurar o volante, para evitar a sobrecarga nas articulações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ajuste do assento</strong> &#8211; É um dos primeiros passos para garantir o conforto e a saúde da coluna durante a viagem. &#8220;Se o banco estiver muito deitado, pode afetar sua visão e causar tensão na coluna. O ideal é que o ângulo do assento fique entre 100° e 110° para garantir uma postura confortável e alinhada&#8221;, recomenda o especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pausas regulares &#8211; </strong>Ficar sentado por longos períodos pode gerar rigidez muscular e sobrecarga na coluna. Por isso, é importante fazer paradas periódicas durante a viagem. &#8220;Sempre que possível, faça pausas a cada uma ou duas horas para sair do carro e caminhar um pouco. Alongamentos simples, como esticar as pernas e fazer rotações com os ombros, podem aliviar a tensão e melhorar a circulação&#8221;, enfatiza o ortopedista, orientando como fazer:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Alongamento dos ombros e pescoço</strong> &#8211; Gire os ombros para frente e para trás e movimente a cabeça de um lado para o outro para aliviar a tensão na região cervical.</li>



<li><strong>Alongamento das pernas &#8211;</strong> Para aliviar a parte de trás das coxas, faça uma flexão de tronco com as pernas esticadas, tentando alcançar o chão. Mantenha a posição por 30 segundos.</li>



<li><strong>Caminhada rápida</strong> &#8211; Aproveite as paradas para caminhar por alguns minutos e ativar a circulação sanguínea.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prevenção</strong> &#8211; Tal atitude contra as dores nas costas começa com cuidados diários e mudanças na postura. Além disso, o fortalecimento da musculatura também é fundamental para quem passa muito tempo sentado. &#8220;Manter uma vida fisicamente ativa, com exercícios de fortalecimento muscular, pode prevenir problemas de coluna e aumentar a resistência do corpo durante viagens longas&#8221;, recomenda o médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cuidar da postura ao dirigir é fundamental para garantir viagens sem dores e para manter a saúde da coluna a longo prazo. Com simples ajustes, pausas regulares e exercícios de fortalecimento, é possível prevenir desconfortos e lesões. “Durante as viagens de fim de ano, priorize o conforto e a saúde. Ajuste sua postura, faça pausas frequentes e alongue-se. Seu corpo vai agradecer”, conclui o Dr. Alexandre Guedes, desejando a todos um Feliz Natal!&#8221;</p>
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		<title>Academia Brasileira de Rinologia: celebração dos 50 anos da entidade</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Apr 2024 09:37:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Veja também]]></category>
		<category><![CDATA[ABR]]></category>
		<category><![CDATA[Academia Brasileira de Rinologia]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Otávio Piltcher]]></category>
		<category><![CDATA[Rino 50th in Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Rinoplastia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entidade comemora 50 anos com evento Rino 50th in Rio com palestras, mesas redondas e minicursos na capital carioca A Academia Brasileira de Rinologia (ABR), braço científico da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL &#8211; CCF), promove o Rino 50th in Rio,&#160;nos dias&#160;26 e 27 de abril, no&#160;Hotel Windsor Marapendi, na cidade do &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Entidade comemora 50 anos com evento Rino 50th in Rio com palestras, mesas redondas e minicursos na capital carioca</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Academia Brasileira de Rinologia (ABR),</strong> braço científico da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL &#8211; CCF), promove o <strong>Rino 50th in Rio,</strong>&nbsp;nos dias&nbsp;26 e 27 de abril, no&nbsp;Hotel Windsor Marapendi, na cidade do Rio de Janeiro. O evento vai reunir autoridades médicas da América Latina para debater novidades no segmento e contará com a celebração dos 50 anos da entidade.&nbsp;A ABR responde pela subespecialidade da Otorrinolaringologia que se dedica aos problemas do nariz e dos seios paranasais. É a quarta mais antiga no mundo, ficando atrás das academias europeia, americana e japonesa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento espera receber mais de 350 otorrinolaringologistas e 60 conferencistas nacionais e internacionais ministrando&nbsp;palestras, mesas-redondas, simpósios e minicursos.&nbsp;Os palestrantes vão compartilhar pesquisas científicas e casos clínicos, relacionados ao olfato, e doenças, como rinite crônica e alérgica, rinossinusite crônica, obstrução nasal e questões cirúrgicas do nariz.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história da rinoplastia e como foi a conquista da classe&nbsp;para atuar nessa área será outro assunto tratado no evento. Na programação também, a inteligência artificial. O otorrinolaringologista Dr. Eduardo Figueroa, especialista argentino, vai explicar sobre o início do uso dessa tecnologia e como ela tem colaborado para avanços na Rinologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de ensinamentos técnicos, o evento&nbsp;contará com a medalhista da maratona aquática nos Jogos Olímpicos de 2016, Poliana Okimoto, contando sua trajetória e o trabalho de cuidados com o nariz que foram importantes para seu desempenho profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Academia Brasileira de Rinologia, Otávio&nbsp;Piltcher, vai coordenar uma sessão com médicos da Argentina, Paraguai, Equador e Chile para debater a rotina de diagnósticos e cirurgias em enfermidades nasais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Dr. Piltcher, os rinologistas convidados para compor as palestras têm suas técnicas como destaques na área. Além de profissionais da América Latina, teremos, por exemplo, o Dr.&nbsp;Carlos Diógenes Pinheiro Neto, brasileiro radicado nos Estados Unidos, que vai compartilhar a sua experiência de tratamento com tumores nasossinusais e da base do crânio”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na visão do presidente da ABORL-CCF, Fabrício Romano, a&nbsp;celebração dos 50 anos da ABR é uma data importante para a medicina brasileira. “O evento proporciona reconhecimento histórico e colabora para a atualização científica, desde a área clínica à área cirúrgica. Quanto mais qualificados os otorrinolaringologistas forem, maior será o benefício para a população, que passa a ter um atendimento de maior qualidade”, avalia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviço:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rino 50th in Rio<br>Data:&nbsp;</strong>26 e 27 de Abril<br><strong>Local</strong>:&nbsp;Hotel Windsor Marapendi</p>



<p class="wp-block-paragraph">Av. Lúcio Costa, 5400 &#8211; Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inscrições: </strong><a href="https://aborl.entity.itarget.com.br/offers/1844/7">https://aborl.entity.itarget.com.br/offers/1844/7</a>&nbsp;</p>
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