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	<title>Startups &amp; Saúde Archives - Portal Medicina e Saúde</title>
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	<description>Portal Medicina e Saúde - Qualidade da informação em Medicina e Saúde</description>
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	<title>Startups &amp; Saúde Archives - Portal Medicina e Saúde</title>
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		<title>IA para saúde: inovações que devem chegar ao Brasil em 2026</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 09:36:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Gustavo Caetano: CEO e fundador da Sambatech/Belo Horizonte-MG O último ano foi marcado pelo avanço da inteligência artificial nos mais diversos setores, especialmente na saúde. Agora, as expectativas de melhora no bem-estar da população mundial nos próximos anos, como resultado do desenvolvimento tecnológico, estão altíssimas, e, em 2026, devemos ver soluções, que antes eram &#8230;</p>
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<p><strong><em>Por Gustavo Caetano: CEO e fundador da Sambatech/Belo Horizonte-MG</em></strong></p>



<p>O último ano foi marcado pelo avanço da <strong>inteligência artificial</strong> nos mais diversos setores, especialmente na <strong>saúde</strong>. Agora, as expectativas de melhora no bem-estar da população mundial nos próximos anos, como resultado do desenvolvimento tecnológico, estão altíssimas, e, em 2026, devemos ver soluções, que antes eram impensáveis, começar a sair do papel e ganhar vida com o uso de novas tecnologias à medida que hospitais e empresas do ramo passarem da fase de pilotos para a incorporação estrutural. Segundo o relatório <em>Future Health Index 2025</em>, da Philips, 85% dos profissionais de saúde brasileiros estão otimistas com o uso de IA no setor, principalmente para expandir a capacidade de atendimento e reduzir o tempo de espera, enquanto 70%&nbsp;dos pacientes têm uma visão positiva sobre o potencial da tecnologia para melhorar sua saúde.</p>



<p>Porém, essa virada de chave exigirá comprometimento: a Organização Mundial de Saúde – OMS, publicou orientações focadas em modelos multimodais e governança ética para IA em saúde, destacando que a segurança, equidade e validação clínica devem ser pré-requisitos para qualquer implementação que vise escalar no setor. Esse direcionamento é especialmente relevante para o Brasil, onde desigualdades de acesso e qualidade podem ser amplificadas por modelos treinados em bases não representativas.</p>



<p>O crescente aumento na adoção de inteligência artificial no segmento também evidencia porque esse será um ano importante, mas não podemos ignorar o enorme desafio de transformar pilotos em resultados reais, algo que só se resolve com investimento em dados, mudança de processos e métricas claras de impacto. Em outras palavras, haverá muito mais soluções em operação em 2026, porém a diferença entre piloto e escala dependerá de disciplina operacional.</p>



<p>Na prática, as inovações que devem chegar e ganhar tração no Brasil incluem sistemas de triagem e priorização em urgências baseados em IA para otimizar leitos e reduzir tempo de espera; ferramentas de diagnóstico por imagem com <em>workflows</em> integrados ao prontuário; assistentes generativos que sintetizam históricos clínicos e notas médicas para reduzir carga administrativa, e plataformas analíticas preditivas para gestão populacional e detecção precoce de surtos. Há ainda o risco de que, sem o devido controle, a IA possa perpetuar erros, vieses e comprometer a segurança do paciente, mas também temos visto muitas companhias dispostas a fazer o necessário para evitar ou ao menos amenizar esse cenário, com o investimento em licenciamento, integração, monitoramento e treinamento.</p>



<p>Para o ecossistema brasileiro, teremos três prioridades concretas nesse novo ano: consolidar iniciativas piloto em ambientes clínicos reais, estruturar dados interoperáveis e pipelines de qualidade, respeitando LGPD e princípios de governança, e fomentar parcerias público-privadas que permitam testes em escala no SUS e interoperabilidade entre provedores privados e públicos.</p>



<p>Por fim, acredito que 2026, como um período de implementação e não apenas experimentação, trará um novo momento para a saúde com sistemas de IA capazes de prever riscos clínicos com semanas de antecedência, apoiar o monitoramento remoto de pacientes com doenças crônicas e acelerar a descoberta de novos medicamentos. Todas essas inovações já estão sendo adotadas por grandes centros mundiais e tendem a chegar mais fortemente ao Brasil, conforme a infraestrutura digital avança. Ou seja, veremos quais organizações conseguirão transformar a inteligência artificial em resultado real para médicos, hospitais e, principalmente, pacientes.</p>
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		<title>Empreendedora autista e TDAH cria startup que conecta neurodivergentes ao mercado de trabalho</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 09:35:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Startups & Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Emprendedora autista]]></category>
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		<category><![CDATA[Sarah Fernn]]></category>
		<category><![CDATA[Stardust Zone]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sarah Fernn: “pesquisas mostram que a rentabilidade de equipes neurodiversas supera em 36% a de times homogêneos” A atenção aos detalhes, o pensamento não-linear, a análise crítica e a criatividade são algumas das características associadas às pessoas neurodivergentes e que agregam valor e trazem os benefícios da diversidade cognitiva às empresas. Essas competências são evidenciadas &#8230;</p>
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<p><strong><em>Sarah Fernn: “pesquisas mostram que a rentabilidade de equipes neurodiversas supera em 36% a de times homogêneos”</em></strong></p>



<p>A atenção aos detalhes, o pensamento não-linear, a análise crítica e a criatividade são algumas das características associadas às <strong>pessoas neurodivergentes</strong> e que agregam valor e trazem os benefícios da diversidade cognitiva às empresas. Essas competências são evidenciadas pela<strong> <em>Stardust Zone</em></strong>, <em>startup</em> que quer transformar o mercado de trabalho com a inclusão de <strong>talentos neurodivergentes</strong> – que somam de 15% a 20% da população mundial.</p>



<p>“Pesquisas mostram que a rentabilidade de equipes neurodiversas supera em 36% a de times homogêneos e que funcionários em companhias que apostam na neurodiversidade têm uma probabilidade 152% maior de propor novas ideias. Ainda assim, a taxa de desemprego desses profissionais pode chegar a 80%, porque as empresas ainda enfrentam desafios significativos para aproveitar o potencial deles”, aponta Sarah Fernn, que criou a <em>socialtech</em> após ser diagnosticada com TDAH &#8211; transtorno do déficit de atenção com hiperatividade, e autismo e perceber as dificuldades de empregabilidade, a discriminação e a falta de informações estruturadas sobre essas condições.</p>



<p>A neurodivergência abrange naturezas como autismo, TDAH, superdotação, dislexia, transtorno de personalidade borderline, transtorno bipolar, discalculia, altas habilidades e dispraxia, sendo que cada indivíduo apresenta habilidades e formas de pensar distintas – e que desafiam os modelos tradicionais. “A falta de compreensão e de suporte adequado dificulta a formulação de políticas públicas eficazes, a criação de ambientes mais inclusivos e ações mais assertivas – como as que desenvolvemos na <em>Stardust Zone</em>”, relata a CEO.</p>



<p>A <em>startup</em> opera como um <em>hub</em> de soluções em inclusão e acessibilidade neurodivergente, atuando em frentes como treinamento – com cursos gratuitos que potencializam habilidades técnicas e sociais – e a educação corporativa para empresas, para que estejam preparadas para contratar esses profissionais e para ter ambientes mais inclusivos e equitativos, com melhoria das métricas ESG. “Não se trata de preencher vagas, mas, sim, de abrir espaço para um ecossistema de pensamento diversificado, onde a criatividade, a resolução de problemas não convencionais e a análise detalhada se tornam ativos estratégicos”, ressalta Sarah.</p>



<p>Desde o início dos cursos, em 2024, a <em>Stardust</em> já teve mais de 12 mil pessoas impactadas em mentorias e projetos com empresas como Disney, O Rei Leão, Torrent Pharma, Pluxee e Banco do Brasil.</p>



<p>“Assim como o universo é formado por poeira estelar, toda grande transformação começa com pequenas partículas de mudança. Assim nasceu a <em>Stardust</em>, porque acreditamos que cada talento neurodivergente é uma estrela única, com potencial para brilhar e iluminar novos caminhos – basta que encontre o ambiente certo para crescer”, conta a empreendedora.</p>



<p><strong>Trajetória</strong> &#8211; Foi na faculdade que Sarah percebeu os primeiros traços de TDAH, que a levaram ao empreendedorismo. A rotina acadêmica exigia um nível de organização e planejamento que eram um desafio com a hiperatividade mental, a disfunção executiva, a desatenção e os episódios de esquecimento e de ansiedade. “Recebi o diagnóstico de TDAH e essa descoberta mudou minha vida, foi um ponto de virada”, conta a carioca, que mergulhou a fundo nos estudos sobre o transtorno e passou a dedicar-se a encontrar soluções para os problemas percebidos. Assim ela criou a <em>Stardust Zone</em>, em 2023, para ser um <em>hub</em> de educação, acolhimento e oportunidades de trabalho que utiliza a tecnologia e acessibilidade como ferramentas de transformação.</p>



<p>O conhecimento e o convívio com outros neurodivergentes levantaram a suspeita de autismo, que foi confirmado após avaliações com psicólogos, neuropsicólogos e psiquiatras. “Foi como encontrar peças que faltavam no labirinto da minha identidade. A sobrecarga sensorial, a exaustão social, a necessidade de processos bem definidos e os interesses intensos faziam parte de quem eu sou há muito tempo. Foi um processo longo, mas que trouxe um nível de clareza e aceitação essenciais para a minha trajetória”, relata a empreendedora, focada em promover um futuro mais diverso, inclusivo e acessível para pessoas neurodivergentes.</p>
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		<title>Startup revoluciona os cuidados com a saúde de diabéticos</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jan 2025 10:27:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dr. Hermírio Carvalho Júnior, da LookInside: “em 85% dos casos, a amputação pode ser evitada com diagnóstico precoce e intervenções rápidas&#8221;. A LookInside, startup incubada no Tiradentes Innovation Center, em Aracaju, Sergipe, está transformando o cenário de cuidados com a saúde de diabéticos com o lançamento de um aplicativo inovador capaz de prever, em apenas &#8230;</p>
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<p><em>Dr. Hermírio Carvalho Júnior, da LookInside: “em 85% dos casos, a amputação pode ser evitada com diagnóstico precoce e intervenções rápidas&#8221;.</em></p>



<p>A<strong> LookInside</strong>, <strong>startup </strong>incubada no Tiradentes <strong>Innovation Center,</strong> em Aracaju, Sergipe, está transformando o cenário de cuidados com a <strong>saúde de diabéticos</strong> com o lançamento de um aplicativo inovador capaz de prever, em apenas 60 segundos, o risco de amputações no pé de pacientes com diabetes. Este avanço tecnológico, que reforça a importância do diagnóstico precoce no combate às complicações da doença, chega em um momento crucial, coincidentemente durante as ações do <em>Dia do Exame do Pé</em>, promovido pela LookInside no Complexo do Centro de Especialidades em Saúde da Universidade Tiradentes (Unit).</p>



<p>De acordo com a Federação Internacional de Diabetes, mais de 540 milhões de pessoas vivem com diabetes em todo o mundo, e uma das complicações mais graves da doença é a má circulação sanguínea, que pode levar à necessidade de amputações. Segundo o médico sergipano e fundador da LookInside<strong>,&nbsp;</strong><strong>Hermílio Carvalho Júnior</strong><strong>, </strong>&#8220;em 85% dos casos, a amputação pode ser evitada com diagnóstico precoce e intervenções rápidas&#8221;.</p>



<p>O aplicativo, que pode ser baixado gratuitamente por qualquer pessoa, utiliza inteligência artificial para analisar imagens do pé do paciente – tiradas com um celular – e identificar riscos de complicações graves. O processo é simples e rápido: duas fotos (uma da parte superior e outra da inferior do pé) são suficientes para que o <em>software</em> forneça uma análise detalhada em apenas um minuto.</p>



<p>Carvalho explica que a ferramenta não substitui os exames médicos tradicionais, mas funciona como um aliado estratégico, permitindo que profissionais da saúde concentrem esforços em pacientes com maior necessidade de atenção.</p>



<p><strong>Impacto da LookInside &#8211; </strong>Fundada em 2022, a LookInside já preveniu 120 amputações graças à sua tecnologia pioneira. A <em>startup</em> vem atraindo atenção internacional, participando do Web Summit de Lisboa com o apoio da ApexBrasil e Sebrae.</p>



<p>“A presença internacional busca obter conhecimento tecnológico e regulatório e oferecer o produto à União Europeia. Nosso objetivo é tornar a LookInside uma referência global na prevenção de complicações relacionadas à diabetes”, afirma Carvalho, que, recentemente, recebeu um convite do Instituto Pedro Nunes, em Portugal, para explorar parcerias na área de <em>software</em> médico.</p>
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		<title>Psiquiatras adotam IA para o tratamento da saúde mental</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 09:36:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Startups & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Marcos Apud]]></category>
		<category><![CDATA[IA para Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sávio Arruda, do startup Serena: &#8220;nosso objetivo nunca foi substituir o médico, muito pelo contrário. A ideia é justamente apoiar o tratamento que esses especialistas estão realizando, oferecendo uma praticidade nunca vista”. Ter acesso a um terapeuta 24h por dia, 7 dias por semana, parecia um sonho inalcançável há um tempo atrás. Porém, com o &#8230;</p>
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<p><em>Sávio Arruda, do startup Serena: &#8220;nosso objetivo nunca foi substituir o médico, muito pelo contrário. A ideia é justamente apoiar o tratamento que esses especialistas estão realizando, oferecendo uma praticidade nunca vista”.</em></p>



<p>Ter acesso a um terapeuta 24h por dia, 7 dias por semana, parecia um sonho inalcançável há um tempo atrás. Porém, com o avanço da <strong>Inteligência Artificial</strong> e com o aval dos médicos, hoje esse tipo de tratamento está se tornando cada vez mais comum no Brasil. Em um país onde 90% das cidades têm menos de um <strong>psicólogo por mil habitantes</strong> e cerca de 11 milhões de pessoas diagnosticadas com depressão, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde &#8211; Opas, a tecnologia se apresenta para dar suporte aos especialistas.</p>



<p>É o caso do Dr. Marco Apud. Psiquiatra formado pela USP e com mais de 10 anos de atendimento em consultório, o especialista chegou a apostar na produção de conteúdo para suas redes sociais para ajudar a dar vazão ao alto número de pessoas buscando atendimento terapêutico. Com o avanço da IA, ele passou a conseguiu estender ainda mais o alcance de seus tratamentos. &#8220;A praticidade da IA é seu maior ativo. Isso porque muitas pessoas, quando estão em crises, precisam de um suporte imediato, independente do horário. Quando colocamos uma plataforma à disposição 24h por dia, conseguimos cobrir essa parte que antes era inalcançável para nós especialistas&#8221;, aponta Abud.</p>



<p>No seu dia a dia, Abud usa a plataforma Serena. Com a proposta de ser uma &#8220;terapeuta de bolso&#8221;, a solução integra uma inteligência artificial &#8211; treinada por psiquiatras &#8211;&nbsp;no WhatsApp. Assim, os pacientes podem ter acesso a qualquer horário, em qualquer dia, com tratamento terapêutico por meio de troca de mensagens por texto ou até mesmo voz. Tamanha praticidade fez a <em>startup</em> crescer sua base de usuários em mais de 300% nos últimos 3 meses.</p>



<p>O Dr. Marco Abud ainda destaca que plataformas como essa oferecem recursos variados, incluindo bibliotecas de conteúdo baseado em evidências, monitoramento de humor e técnicas de relaxamento. Ele ressalta que tais ferramentas podem ser utilizadas como suporte ao bem-estar e como complemento ao tratamento clínico tradicional.</p>



<p>&#8220;Nosso objetivo nunca foi substituir o médico, muito pelo contrário. A ideia é justamente apoiar o tratamento que esses especialistas estão realizando, oferecendo uma praticidade nunca vista. Por isso, os próprios médicos psiquiatras ajudam a produzir conteúdo que treinam a IA com as melhores orientações, de maneira personalizada para cada usuário. Ouvir uma voz amiga, em um momento de crise, tem um poder muito grande&#8221;, afirma o fundador da <em>startup</em>, Sávio Arruda.</p>



<p><strong>Tecnologia pode ser a resposta para a crise de saúde mental</strong> &#8211; Para o Dr. Luis Guilherme Labinas, psiquiatra formado pela Unicamp, CEO do Instituto Labinas e também usuário da Serena, as ferramentas de IA são uma tentativa de aliviar essa pressão sobre o sistema e garantir que os pacientes tenham algum tipo de apoio quando não podem acessar diretamente um psiquiatra e um psicólogo. &#8220;Essas tecnologias oferecem uma solução intermediária para aqueles momentos em que o acesso ao profissional de saúde mental é limitado, fornecendo suporte imediato e personalizado. Isso pode fazer a diferença entre o paciente se sentir desamparado ou acolhido,&#8221; afirma. Porém, apesar dos avanços, os médicos são unânimes em afirmar que a IA não substitui o contato humano no tratamento de saúde mental.</p>



<p>De acordo com o Dr. Labinas , “a tecnologia é uma ferramenta poderosa, mas ela apenas complementa a terapia. O vínculo humano e a escuta ativa continuam sendo a base da psiquiatria e da psicologia”.</p>



<p>Para os médicos, o uso da IA não deve ser visto como uma &#8220;automatização&#8221; do tratamento, mas, sim, como uma extensão do atendimento, que potencializa os resultados ao acompanhar o paciente de forma mais próxima, mesmo à distância.</p>
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		<title>Startup cria assistente virtual para auxiliar mulheres com câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 10:05:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Startups & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Sandra Gioia]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes oncológicas]]></category>
		<category><![CDATA[PinkMapp]]></category>
		<category><![CDATA[Startup cria asistente virtual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A empresa nasceu alicerçada na experiência da Dra. Sandra Gioia, cirurgiã oncológica com mais de 25 anos de prática&#160; Fundada em 2023, com operações no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, a PinkMapp atua com foco no sistema público de saúde, facilitando o acesso ao diagnóstico precoce, à disseminação de informações de qualidade e &#8230;</p>
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<p><em>A empresa nasceu alicerçada na experiência da Dra. Sandra Gioia, cirurgiã oncológica com mais de 25 anos de prática&nbsp;</em></p>



<p>Fundada em 2023, com operações no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, a <strong>PinkMapp</strong> atua com foco no sistema público de saúde, facilitando o acesso ao diagnóstico precoce, à disseminação de informações de qualidade e ao tratamento justo e oportuno do <strong>câncer de mama</strong>, além de ajudar a reduzir custos para o sistema de saúde, por meio da navegação virtual de pacientes.</p>



<p>A empresa nasceu alicerçada na experiência da Dra. Sandra Gioia, cirurgiã oncológica com mais de 25 anos de prática, que já impactou a vida de milhares de mulheres em diversas regiões do Brasil. Recentemente, a <em>startup</em> lançou uma navegadora virtual, a LucIA, baseada em inteligência artificial (IA), para auxiliar pacientes oncológicas de mama ao longo de sua jornada, fornecendo orientações, conhecimentos sobre a doença e instruções sobre os passos a serem seguidos no sistema de saúde.</p>



<p>Trata-se de uma plataforma digital de navegação de pacientes, que visa salvar vidas e reduzir custos. A solução promove o aumento do rastreamento de mulheres em risco para a doença, resultando em diagnósticos cada vez mais precoces, aumentando a sobrevida, reduzindo os impactos individuais e otimizando o sistema ao evitar despesas com tratamentos de doenças em estágios avançados.</p>



<p>A navegação oferecida é um serviço essencial, especializado, com base científica e amplamente utilizado no mundo, que coloca a paciente no centro do sistema, identificando e eliminando barreiras que dificultam o acesso justo e oportuno aos atendimentos.</p>



<p><strong>Reconhecimento e Validação</strong> &#8211; A plataforma PinkMapp digitalizou a metodologia aplicada pela Dra. Sandra Gioia e vem sendo utilizada desde novembro de 2023 no Hospital Estadual da Mulher Heloneida Studart e na Clínica da Família Vila Rosali, ambos em São João de Meriti (RJ).</p>



<p>Recentemente, os resultados dessa navegação de pacientes na saúde pública do Rio, programa que foi oficializado pela Secretaria de Estado de Saúde, este ano, e liderado pela Dra. Sandra Gioia, serão apresentados no maior evento mundial em oncologia pela Union for International Cancer Control (UICC) em Genebra, Suíça. Esses resultados também já foram apresentados no ISPOR Europe 2023 (The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research) que aconteceu em Copenhagen, Dinamarca, em novembro de 2023.</p>



<p>O estudo conclui que a falha em iniciar o tratamento em até 60 dias após o diagnóstico, conforme prevê a Lei 12.732/12 do Ministério da Saúde, dobra o risco de morte pelo câncer de mama. Outros estudos internacionais calculam que um atraso de oito semanas para o tratamento aumenta esse risco em 17% e em 26%, em um atraso de 12 semanas.</p>



<p>Os efeitos positivos foram vistos em várias oportunidades. A média brasileira de cobertura mamográfica (mulheres da população alvo em dia com seus exames) gira em torno de 30% apenas. Esse índice atingiu 85% nas organizações de saúde que fizeram uso da metodologia. Nessas mesmas organizações, 86% das mulheres iniciaram seu tratamento em até 60 dias do diagnóstico, conforme prevê a lei, comparado com a média do município de 40%.</p>
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		<title>Cortar comprimido ao meio equivale a tomar meia dose?</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 13:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Startups & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dividir comprimido ao meio]]></category>
		<category><![CDATA[Farmacêutica Amabili Leal Pieracio]]></category>
		<category><![CDATA[meia dose de um comprimido]]></category>
		<category><![CDATA[Prati-Donaduzzi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse ato pode representar riscos para tratamento. Veja como fazê-lo com segurança Você já utilizou facas ou cortadores vendidos em farmácias para dividir um comprimido ao meio? Isso é comum quando há necessidade de ajustar a dosagem. No entanto, essa prática nem sempre é a maneira mais segura de obter meia dose de um medicamento. &#8230;</p>
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<p><em>Esse ato pode representar riscos para tratamento. Veja como fazê-lo com segurança</em></p>



<p>Você já utilizou facas ou cortadores vendidos em farmácias para <strong>dividir um comprimido ao meio</strong>? Isso é comum quando há necessidade de ajustar a dosagem. No entanto, essa prática nem sempre é a maneira mais segura de obter <strong>meia dose de um medicamento</strong>. É importante lembrar que cada um tem uma função específica&nbsp;e características próprias, por isso é fundamental seguir as orientações da bula e as&nbsp;recomendações dos farmacêuticos.</p>



<p>Em alguns casos, os comprimidos apresentam uma linha no centro, que pode ser confundida com uma marca para facilitar a divisão, mas, muitas vezes, trata-se apenas de um detalhe estético. Esse formato difere dos comprimidos sulcados, que possuem uma marca mais profunda, facilitando o corte seguro, conforme explica a f<strong>armacêutica Amabili Leal Pieracio</strong>, da <strong>Prati-Donaduz</strong>zi. Segundo ela, “comprimidos que não possuem sulco, em hipótese alguma devem ser partidos, pois não há evidências sobre a segurança e a eficácia de sua administração, podendo haver diferentes concentrações de substâncias em cada lado. A linha no comprimido é apenas um detalhe estético e, nesses casos, conforme determinado pela resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de 2003, a restrição deve constar na bula do medicamento”.</p>



<p><strong>É seguro? &#8211; </strong>Os cortadores com lâminas, vendidos em lojas populares, são indicados para facilitar a ingestão, ou seja, dividir o comprimido ao meio para torná-lo mais fácil de engolir. No entanto, essas lâminas podem esfarelar o comprimido durante o corte, resultando em uma divisão imprecisa da dosagem. Para evitar que o tratamento seja comprometido, recomenda-se ingerir o comprimido imediatamente após a divisão.</p>



<p>Outro risco comum é abrir as cápsulas para misturar o conteúdo em um copo com água. Essa prática pode alterar tanto a composição quanto a dosagem terapêutica do medicamento, comprometendo o tratamento e potencialmente levando à progressão da doença”.</p>



<p><strong>Medicamento com sulco</strong> &#8211; Para esses medicamentos, recomenda-se o acompanhamento médico e farmacêutico para que, em conjunto, se encontre a melhor forma de ajustar as dosagens ou realizar a divisão de forma segura. Quando o medicamento indica na bula que possui sulco, permitindo o corte, o processo é simples. Apenas o uso das mãos em uma superfície lisa e limpa é suficiente para parti-lo ao meio. Basta apoiar os dedos em cada extremidade e aplicar pressão para que o comprimido se dívida. É importante ressaltar que, quando o comprimido for sulcado, a outra metade que não foi ingerida deve ser armazenada em sua embalagem original, destaca Amabili Leal. Isto, porque elas são especialmente desenvolvidas para manter as propriedades físicas, químicas e os efeitos terapêuticos do produto, desde sua produção até sua utilização.</p>



<p>Nesse sentido, alerta a farmacêutica: “em todos os formatos, o ideal é comprar a dosagem correta de cada medicamento prescrito para o paciente”.</p>
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		<title>UFMG desenvolve tecnologia inédita para combate à acne</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 09:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Startups & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[acne]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandro Carvalho Tamietti.]]></category>
		<category><![CDATA[startup Nanonib]]></category>
		<category><![CDATA[UFMG técnica inédita]]></category>
		<category><![CDATA[Yeva Cosmétiques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produto é&#160;produzido e comercializado em parceria com a indústria Yeva Cosmétiques e a startup Nanonib desde o&#160;mês de julho Foto: Jebs Lima &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; A Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, em parceria com startup Nanonib e a indústria mineira Yeva Cosmétiques, iniciaram, em julho, a comercialização do Acnano BlueActive, inovadora &#8230;</p>
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<p><em>Produto é&nbsp;produzido e comercializado em parceria com a indústria Yeva Cosmétiques e a startup Nanonib desde o&nbsp;mês de julho</em></p>



<p><em>Foto: Jebs Lima</em></p>



<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A <strong>Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG</strong>, em parceria com <strong><em>startup </em>Nanonib</strong> e a indústria mineira <strong>Yeva Cosmétiques</strong>, iniciaram, em julho, a comercialização do <strong>Acnano BlueActive</strong>, inovadora linha <em>skincare</em> com nanotecnologia patenteada, eficaz no cuidado das peles mistas a oleosas, com tendência à <strong>acne</strong>. O produto, resultado de estudos de 18 anos de pesquisas do Departamento de Química da UFMG, inclui um novo ativo no mercado<em>,</em> tendo como resultado um novo padrão em tratamento cosmético. Durante os estudos clínicos realizados, houve um resultado positivo de 83% na redução da acne.</p>



<p>A inovação do Acnano é a nanotecnologia patenteada do seu ativo, o BlueActive, fruto do desenvolvimento tecnológico e cosmecêutico, realizado pelas empresas. A Nanonib é uma <em>startup</em> que desenvolveu uma plataforma molecular de síntese de química fina a partir da descoberta da UFMG, já a Yeva complementa o processo, proporcionando aplicação comercial e cosmética ao ativo.</p>



<p>Acnano é um novo produto que controla a oleosidade da pele e reduz a acne. <em>&#8220;</em>Um grande diferencial do Acnano BlueActive é que este ativo nanotecnológico apresenta uma alta eficácia no controle da acne com uma excelente tolerância, não agredindo a pele e sendo plenamente seguro para o uso tópico&#8221;, revela o CEO da Yeva Cosmétiques, Alessandro Carvalho Tamietti.</p>



<p>O BlueActive é um ativo elaborado a partir de componentes extraídos de minerais, que são purificados e processados em nanopartículas avançadas. O ativo tem ação comprovada no controle da microbiota da pele, inibindo a proliferação da <em>Cutibacterium Acnes</em>, micro-organismo associado à inflamação da acne.</p>



<p>Alessandro Carvalho Tamietti destaca que o ativo foi submetido a rigorosos estudos de segurança e eficácia, conquistando a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sem efeitos tóxicos.</p>



<p><strong>Estudo Clínico Dermatológico</strong> &#8211; Além dos estudos realizados com o ativo BlueActive, a linha Acnano também passou por outro teste, o clínico dermatológico, para assegurar sua eficácia e segurança. O produto foi testado por 30 dias com supervisão de um médico dermatologista e nenhum participante relatou sensações de desconforto e não foram detectados sinais clínicos indesejáveis após o uso dos produtos.</p>



<p>De acordo com os resultados do estudo clínico, 83% dos participantes informaram que o uso da linha Acnano BlueActive reduziu a oleosidade da pele e a acne (espinhas e cravos), melhorou a textura da pele e diminuiu os poros.</p>



<p><strong><em>Bullyng</em></strong><strong> e Saúde Mental</strong> &#8211; De acordo com o Ministério da Saúde, a acne está presente na pele de 80% dos brasileiros entre 15 e 25 anos. Isso se agrava atualmente com o uso constante das redes sociais, que expõe cada vez mais a imagem das crianças e adolescentes. Em recente estudo da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, a maioria das crianças e adolescentes com doenças crônicas da pele (acne é uma delas) pode sofrer <em>bullying</em> ou estigmas com consequentes redução da qualidade de vida e provocar depressão infantil.</p>



<p>Conforme o estudo, é preciso que ocorra um aumento da consciencialização e a implementação de intervenções médicas e psicológicas para identificar e reduzir o estigma e a gravidade das doenças de pele. Por esse motivo, tratamentos seguros e não-invasivos, como o uso da linha Acnano BlueActive, são uma opção importante para esse público que precisa aumentar o cuidado com a pele e com a saúde mental.</p>



<p><strong>Mercado de Acne no Brasil</strong> &#8211; Segundo a IQVIA (líder global no uso de informação, tecnologia, análises avançadas e expertise humana na área da saúde), o mercado brasileiro de acne apresenta uma evolução constante, com um valor estimado de R$ 3,1 bilhões em 2022. A previsão para 2028 é de que o mercado alcance R$ 4,5 bilhões. Esse resultado é impulsionado por diversos fatores, como o crescente interesse e conhecimento sobre a importância do cuidado com a pele, a exposição nas mídias sociais, além do aumento da renda disponível e da melhora do acesso aos produtos dermatológicos no país.</p>



<p>Na contramão dessa necessidade, o ritmo de lançamento de novas moléculas para o tratamento da acne parece ter diminuído, ocasionando pouco acesso à inovação de ativos nesse mercado. Reformulações e combinações de diferentes medicamentos têm sido a rotina em novos lançamentos pelas indústrias farmacêuticas.</p>



<p>Por esta razão, o Acnano e sua molécula inovadora, a BlueActive, são uma nova solução, tanto no uso isolado do produto, como em combinação de diferentes abordagens terapêuticas para potencializar a eficácia e reduzir a resistência bacteriana.</p>
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		<title>Robô usado na saúde ganha destaque em publicação internacional</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jul 2024 09:33:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Startups & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Universitário Cajuru]]></category>
		<category><![CDATA[Human Robotics]]></category>
		<category><![CDATA[Innovate]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olivier Smadja, da startup Human Robotics: “os robôs fazem a triagem de pacientes, evitando a exposição de profissionais de saúde a riscos de contaminação” A trajetória e o legado da Human Robotics, startup que cria robôs sociais e personalizáveis para atendimento presencial, estão registrados no Innovate Curitiba. O livro, destinado a empreendedores de todo o &#8230;</p>
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<p><em>Olivier Smadja, da startup Human Robotics: “os robôs fazem a triagem de pacientes, evitando a exposição de profissionais de saúde a riscos de contaminação”</em><strong><em></em></strong></p>



<p>A trajetória e o legado da <strong><em>Human Robotics</em></strong>, <em>startup</em> que cria <strong>robôs sociais e personalizáveis</strong> para atendimento presencial, estão registrados no <em>Innovate</em> Curitiba. O livro, destinado a empreendedores de todo o mundo, reúne práticas sustentáveis e inspiradoras que fomentam o setor de tecnologia do Paraná. A publicação apresenta iniciativas que contribuíram para que a capital paranaense recebesse o título de cidade mais inteligente do planeta, em novembro último.</p>



<p>Escrita em inglês, a obra, recém-lançada, marca a entrada de Curitiba na plataforma <em>Innovate World</em>, projeto global de <em>marketing</em> de lugares inovadores. A <em>Human</em> compartilha de espaço importante, onde destacam-se, além dela mesma, outros expressivos <em>players</em>, como a <em>Ebanx</em>, o Grupo Boticário, a <em>Contabilizei</em>, o <em>Rentcars</em>, o <em>Huawei</em>, a <em>Olist</em>, a <em>NeoDent</em>, a MadeiraMadeira, entre outras.&nbsp;</p>



<p>No <em>Innovate</em> Curitiba, a Human Robotics é definida como uma empresa “que tem se destacado como pioneira no campo da robótica autônoma”, inserida “no coração do cenário de inovação tecnológica do Brasil”. O livro explica que a <em>startup</em> foi fundada em 2017 pelo empreendedor francês Olivier Smadja, radicado no Brasil há mais de 26 anos.</p>



<p>“A <em>Human Robotics</em> é uma prova do potencial transformador da robótica e da inteligência artificial na melhoria de vidas humanas”, assinala a publicação. “Desde o seu início, a empresa tem a missão de aproveitar o poder da tecnologia para criar soluções que não apenas inovem, mas, também, cuidem”, acrescenta o texto.</p>



<p>O diferencial dos robôs desenvolvidos pela <em>Human Robotics</em> é ser auxílio ao trabalho humano, se apropriando de tecnologia para dar resultados com o mesmo encantamento que só pessoas humanas dispõem. “Nossos robôs podem ser usados em vários tipos de ambientes comerciais para atender clientes. Pela inteligência artificial, nossos robôs são capazes de entender e falar de maneira natural, reconhecer pessoas e prover um atendimento personalizado”, explica o fundador da <em>startup</em>.</p>



<p>Os robôs da <em>Human Robotics</em> são, inclusive, adotados por serviços hospitalares, na assistência e atendimento a pacientes. Eles se tornaram figuras conhecidas na rotina do Hospital Universitário Cajuru, mantido pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) na capital do estado, durante a pandemia de covid-19. “Os robôs fazem a triagem de pacientes, evitando a exposição de profissionais de saúde a riscos de contaminação”, pontua Smadja.</p>



<p>A <em>Human Robotics</em> é uma das 148 organizações (empresas, entidades, empreendimentos) elencadas no <em>Innovate</em> Curitiba. A publicação reserva um capítulo também à instituição que representa o setor de inovação no Paraná, a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação do Paraná (Assespro-PR).</p>



<p><strong>Mais informações:</strong></p>



<p><strong>Sobre o livro:</strong> <a href="https://innovationsoftheworld.com/ecosystems/curitiba-3/">https://innovationsoftheworld.com/ecosystems/curitiba-3/</a></p>



<p><em>Sobre a Human Robotics</em>: <a href="https://www.humanrobotics.ai/">https://www.humanrobotics.ai/</a></p>
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		<title>Avanço da telemedicina dá novo rumo para uma saúde preventiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 09:45:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Startups & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[consultar um médico]]></category>
		<category><![CDATA[Igor Couto]]></category>
		<category><![CDATA[medidicina preventiva]]></category>
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		<category><![CDATA[Telemedicina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Igor Couto, CEO e cofundador da startup Sofya A telemedicina tem revolucionado a maneira como cuidamos da nossa saúde. O fato de poder se consultar com um médico e receber diagnósticos rápidos e sem sair de casa consolidou-se como uma realidade próspera para a área. À primeira vista pode parecer contraditório, mas a medicina &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Igor Couto, CEO e cofundador da startup Sofya</em></p>



<p>A <strong>telemedicina</strong> tem revolucionado a maneira como cuidamos da nossa saúde. O fato de poder se <strong>consultar com um médico</strong> e receber diagnósticos rápidos e sem sair de casa consolidou-se como uma realidade próspera para a área. À primeira vista pode parecer contraditório, mas a medicina à distância tem sido fundamental para aproximar médicos e pacientes, permitindo um contato constante e eficiente entre as partes. A telemedicina também é, muitas vezes, responsável pela atenção primária à saúde, com diagnósticos iniciais e intervenções preventivas.&nbsp;</p>



<p>A <strong>medicina preventiva</strong>, aliás, tende a crescer com a expansão deste novo modelo de atendimento. Com o auxílio da tecnologia, a possibilidade de realizar o acompanhamento médico se eleva exponencialmente, tornando o cuidado mais democrático e acessível a todos. Isso porque a telemedicina abre o caminho para a realização de “visitas” constantes nas casas das pessoas de forma <em>online</em>, o que se traduz na redução de custos e do tempo despendido em traslados de grande distância.&nbsp;</p>



<p>Além disso, é preciso destacar que este potencial é realmente escalado a novos patamares graças à possibilidade de utilizar ferramentas tecnológicas complementares que tornam o tratamento ainda mais assertivo. Pelo fato da telemedicina ser nativamente tecnológica, a adição de novos recursos e soluções ocorre de forma muito mais simples do que em um consultório físico. Dentre os aparatos que contribuem para uma saúde preventiva mais robusta, o grande destaque fica para a inteligência artificial.&nbsp;</p>



<p>Por meio da tecnologia mais disruptiva do momento, é possível transcrever as consultas, automatizar a documentação clínica dos pacientes e, principalmente, aproveitar da inteligência de dados para a compilação e ordenação estratégica das informações clínicas dos pacientes. Tal suporte ajuda a transformar o papel do profissional da saúde, que passa a atuar de forma mais estratégica e assertiva, resultando em maior eficiência e qualidade no atendimento.&nbsp;</p>



<p>Como consequência a essa nova realidade, o que temos observado é uma redução drástica na burocracia digital. Vale lembrar que estatísticas recentes apontam que os médicos desperdiçam 50% do tempo assistencial no preenchimento burocrático e que mais da metade dos profissionais da saúde declaram sofrer com burnout, segundo a revista especializada JAMA Network. Sendo assim, o uso da IA na telemedicina assume um papel importante para simplificar essa realidade e contribui para minimizar a pressão cognitiva do corpo clínico.</p>



<p>No entanto, é importante ressaltar que o avanço do aparato tecnológico dentro da telemedicina também enfrenta desafios, especialmente em relação à segurança e privacidade dos dados dos pacientes. É crucial que as informações estejam sempre protegidas e sejam usadas de maneira consciente. Outro ponto fundamental passa pelo estabelecimento de um relacionamento verdadeiramente produtivo entre médico e tecnologia, onde o profissional possa confiar no papel da IA, mas não dependa exclusivamente dela, evitando o viés da automação.&nbsp;</p>



<p>O rápido desenvolvimento e avanço da telemedicina, impulsionado principalmente pela adoção de recursos como a IA, representa um avanço significativo para uma saúde preventiva mais ampla. Conforme aponta a própria Organização Mundial da Saúde, o progresso tecnológico oferece a oportunidade de expandir o conhecimento médico de forma democrática e escalável para todos, tornando a prevenção mais <em>que médicos e especialistas da área implementem o raciocínio clínico com IA e, assim, transformem ineficiências, riscos e imprecisão em excelência médica.</em></p>



<p><strong><em>O artigo é de responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Medicina &amp; Saúde </em></strong></p>



<p></p>
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		<title>Startup quer democratizar o acesso à saúde</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2024 11:49:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Startups & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Health]]></category>
		<category><![CDATA[democratizar saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Olívio Souza Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Família]]></category>
		<category><![CDATA[Startup de saúde digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empresa utiliza tecnologia para levar atendimentos de saúde de qualidade a áreas remotas e desassistidas do Brasil &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Imagem: Pixabay A Ana Health, startup de saúde digital, utiliza a tecnologia para levar atendimentos de saúde de qualidade a áreas remotas e desassistidas do país, onde a infraestrutura de saúde é limitada. Com uma plataforma online, &#8230;</p>
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<p><em>Empresa utiliza tecnologia para levar atendimentos de saúde de qualidade a áreas remotas e desassistidas do Brasil</em></p>



<p><strong><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Imagem: Pixabay</em></strong></p>



<p>A <strong>Ana Health</strong>, <strong><em>startup</em> de saúde digital</strong>, utiliza a tecnologia para levar atendimentos de saúde de qualidade a áreas remotas e desassistidas do país, onde <strong>a infraestrutura de saúde é limitada</strong>. Com uma plataforma <em>online</em>, a Ana Health conecta seus associados (como chamam seus pacientes) à sua equipe de saúde própria, proporcionando atendimentos virtuais e acompanhamento contínuo.</p>



<p>De acordo com dados do Instituto de Estudos para Política de Saúde, cerca de 72,7 milhões de brasileiros, o equivalente a 34% da população, não têm acesso ao programa de atenção básica do Sistema Único de Saúde (SUS). Dentre esse grupo, 33,3 milhões de pessoas também não possuem planos de saúde privados.</p>



<p>A maior concentração da população desassistida pela Estratégia de Saúde da Família é observada nas capitais e regiões metropolitanas, especialmente no Sudeste, devido ao tamanho populacional dessas áreas urbanas e, em municípios vulnerabilizados, localizados no Norte e Nordeste.</p>



<p>Além disso, os habitantes de zonas rurais e remotas enfrentam desafios adicionais para acessar os serviços de saúde. Eles precisam percorrer longas distâncias até os centros de saúde ou dependem de visitas itinerantes, com acompanhamentos irregulares, nem sempre em tempo oportuno para resolver suas necessidades em saúde. Os gestores das Unidades Básicas de Saúde (UBS) apontam que nas áreas mais remotas as equipes enfrentam problemas de infraestrutura, alto custo de manutenção, dificuldade de deslocamento e fixação dos profissionais, especialmente do médico. É comum encontrar UBS desfalcadas, com presença apenas de um técnico de enfermagem, em alguns casos de sobreaviso 24h.</p>



<p>Diante desse cenário, a Ana Health surge como uma solução inovadora e disruptiva. Através de sua plataforma, a <em>healthtech</em> possibilita que as pessoas em áreas remotas e desassistidas tenham acesso a atendimentos de saúde de qualidade (que inclui atendimento médico, de enfermagem, de gerontologia e psicoterapia), sem a necessidade de deslocamento. Com apenas um <em>smartphone</em> ou computador com acesso à <em>internet</em>, os usuários podem agendar atendimentos virtuais com profissionais de saúde integral, receber orientações, solicitar exames e até mesmo receber prescrições de medicamentos, tudo de forma segura e conveniente.</p>



<p>&#8220;Acreditamos que a saúde é um direito fundamental de todos os cidadãos, independentemente de onde vivam. Com a tecnologia certa, podemos superar as barreiras geográficas e econômicas que impedem o acesso aos cuidados de saúde, proporcionando uma experiência de qualidade para todos&#8221;, afirma Olívio Souza Neto, CEO e fundador da Ana Health.</p>



<p>A plataforma também oferece recursos avançados, como o prontuário eletrônico do paciente, que permite que os médicos acessem o histórico de saúde dos associados, facilitando o diagnóstico e a conduta. Além disso, a <em>startup</em> está desenvolvendo parcerias estratégicas com laboratórios e farmácias, a fim de oferecer aos pacientes a conveniência de realizar exames e adquirir medicamentos de forma integrada, diretamente pela plataforma.</p>



<p>&#8220;A pandemia de COVID-19 evidenciou a importância dos serviços de saúde digital e a necessidade de melhorias nos sistemas de saúde. A Ana Health está comprometida em responder a essas tendências atuais, oferecendo uma solução que atenda às necessidades da população e dos profissionais de saúde, de forma ágil, segura e eficiente&#8221;, destaca Víctor Macul, fundador da <em>startup e responsável pela linha de produção da empresa (COO)</em>.</p>



<p>Em 2023, Ana Health passou a prestar serviços de saúde integral para um empreendimento no interior da floresta amazônica, onde mais de 70% dos colaboradores residem em comunidades ribeirinhas no município de Novo Airão/AM, que conta com uma infraestrutura de saúde limitada.</p>
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