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	<title>Últimas Matérias Archives - Portal Medicina e Saúde</title>
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	<description>Portal Medicina e Saúde - Qualidade da informação em Medicina e Saúde</description>
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	<title>Últimas Matérias Archives - Portal Medicina e Saúde</title>
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		<title>Agenda Medicina &#038; Saúde</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2026 09:41:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda Medicina & Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Congresso Cirurgia ano 2026 será realizado em BH no próximo mês de julho O Congresso Cirurgia ano 2026 será realizado em Belo Horizonte, entre os dias 17 e 19 de julho, no centro de convenções da Associação Médica de Minas Gerais. O evento é uma promoção da Fundação de Pesquisa e Cirurgia-FUPEC, entidade idealizada pelo &#8230;</p>
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<p><strong>Congresso Cirurgia ano 2026 será realizado em BH no próximo mês de julho</strong></p>



<p>O <strong>Congresso Cirurgia ano 2026</strong> será realizado em Belo Horizonte, entre os dias 17 e 19 de julho, no centro de convenções da Associação Médica de Minas Gerais. O evento é uma promoção da Fundação de Pesquisa e Cirurgia-FUPEC, entidade idealizada pelo saudoso Dr. Alcino Lázaro da Silva. Tema central: Um Olhar Humanizado para o Atendimento à Distância. A presidente do evento é a Dra. Beatriz Deoti Silva Rodrigues. Um dos conferencistas já confirmado no evento é o Dr. Jan Kukleta, de Zurique/Suiça, referência mundial em cirurgia de hérnia, além de outros nomes expressivos da área. Informações e inscrições: <a href="https://fupec.org.br/congresso-cirurgia-ano-2026/">https://fupec.org.br/congresso-cirurgia-ano-2026/</a></p>



<p><strong>Estratégias de prevenção ao HIV serão destaque no InfectoTchê 2026</strong></p>



<p>A <strong>prevenção ao HIV</strong> vive uma nova fase, marcada por alternativas que vão além do uso diário de comprimidos e ampliam as possibilidades de cuidado para diferentes perfis de risco. Este assunto será um dos destaques do <strong>7º InfectoTchê</strong>, promovido pela Sociedade Gaúcha de Infectologia (SGI), nos dias 22 e 23/05, sexta-feira e sábado, no Hotel Hilton Porto Alegre, em Porto Alegre (RS). A programação reunirá renomados infectologistas, pesquisadores e profissionais de saúde, incluindo especialistas do Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids de São Paulo (CRT-SP) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>



<p> O presidente da Sociedade Gaúcha de Infectologia (SGI), Dimas Alexandre Kliemann, destaca que o avanço das alternativas precisa caminhar junto com a ampliação do acesso. “A PrEP ainda não chegou a todas as pessoas que poderiam se beneficiar dela. Hoje, existem novas possibilidades, como medicamentos injetáveis de longa duração, aplicados a cada dois ou até seis meses, e estratégias sob demanda, em que a pessoa utiliza o medicamento apenas em situações de exposição. Mesmo assim, o grande desafio segue sendo alcançar quem está em maior vulnerabilidade e transformar essas ferramentas em prevenção efetiva”, afirma.</p>



<p>Mais informações: <a href="https://www.infectotche.com.br/">https://www.infectotche.com.br/&nbsp;</a></p>



<p><strong>Santa Casa BH lança selo “Empresa Amiga do Coração”</strong></p>



<p><em>“É fundamental que o setor privado e todos nós, cidadãos, conheçam&nbsp;e apoiem&nbsp;esse projeto”</em>. Foi com&nbsp;essa chancela de&nbsp;Gilberto Silva,&nbsp;ex-jogador multicampeão pelo&nbsp;Atlético&nbsp;Mineiro, Arsenal e Seleção Brasileira, que o projeto do selo&nbsp;“Empresa Amiga do Coração”&nbsp;foi lançado&nbsp;recentemente, no Centro de Autismo&nbsp;<strong>Santa Casa BH</strong>.&nbsp;A iniciativa busca aproximar empresas da missão da instituição, permitindo que marcas associem seus produtos ao hospital, gerando impacto social direto na assistência prestada pelo SUS.&nbsp;</p>



<p>Para o provedor da Santa Casa BH, Roberto Otto, o selo cria uma conexão entre consumo e propósito. “Ao adquirir produtos que carregam o selo Empresa Amiga do Coração, as pessoas também passam a apoiar diretamente&nbsp;o&nbsp;propósito&nbsp;da Santa Casa BH de levar saúde de ponta para todos”.&nbsp;</p>



<p><strong>Unimed-BH tem nova diretoria</strong></p>



<p>A Unimed-BH realizou no dia 16 de abril, em sua sede, em Belo Horizonte, a cerimônia de posse da sua nova diretoria e dos conselhos que conduzirão a Cooperativa no ciclo 2026-2030, com a presença de autoridades do setor de saúde, representantes das entidades médicas e cooperativistas de Minas Gerais, médicos cooperados, fundadores e lideranças. À frente da diretoria está, agora, o médico Frederico Peret, que inicia sua segunda gestão como diretor-presidente. Compõem ainda a nova diretoria, os médicos cooperados Garibalde Mortoza Júnior, Geraldo Teixeira Botrel, Paulo Roberto Lima Carreiro e Silvana Teotônio Simão.</p>



<p><strong>ABRAIDI elege novo Conselho de Administração</strong></p>



<p>A Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde&nbsp;(<strong>ABRAIDI</strong>)&nbsp;realizou, em 15 de abril, a eleição virtual que definiu seu novo Conselho de Administração para o próximo ciclo. A nova composição será liderada por&nbsp;Ronaldo&nbsp;Sampaio, tendo como vice-presidente Guilherme Laurindo de Andrade e, como diretora,&nbsp;Agata&nbsp;Cordeschi. Também&nbsp;foram eleitos conselheiros, membros do Conselho Fiscal e integrantes da Comissão de Ética e Processamento. O novo colegiado assume oficialmente em 1º de julho.&nbsp;O resultado do pleito reforça a abrangência nacional da entidade. A eleição de&nbsp;Ronaldo, com empresa sediada na Bahia, e de Guilherme, com atuação&nbsp;em São Paulo, substituindo Sérgio Rocha, do Rio Grande do Sul, evidencia a diversidade regional da associação. Todo o processo eleitoral foi conduzido pelo assessor jurídico da ABRAIDI, Alexandre Nemer.&nbsp;</p>



<p><strong>Fórum Internacional do Livro homenageia médico brasileiro</strong></p>



<p>O médico <strong>Marcelo Bechara</strong>, de Praia Grande/SP, se reuniu com o cônsul-geral do Brasil em Orlando, João Lucas Quental Novaes de Almeida, antes de ser homenageado no Fórum Internacional do Livro de Orlando. O evento, realizado nos dias 18 e 19 de abril, reuniu autores brasileiros e internacionais em Orlando. Na ocasião, Bechara foi reconhecido pelo lançamento dos livros <em>“A Chave do Emagrecimento e Obesidade – O saber e a inovação curam patologias”</em>.</p>



<p>Especialista em Saúde Integrada, longevidade e reposição hormonal, com formação pela Harvard Medical School, Bechara destacou a importância de levar conhecimento brasileiro ao exterior. “A iniciativa representa não apenas uma conquista individual, mas também o fortalecimento de uma comunidade que busca ampliar seu espaço e visibilidade internacional”, afirma o médico.</p>
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		<title>“Proteger a infância é um compromisso de todos”</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2026 09:18:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Campanha pra Toda Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Ety Cristina Forte Carneiro]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Pequeno Príncipe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com esse slogan, o Hospital Pequeno Príncipe/Curitiba, denuncia a violência infantil. Foto-crédito- Freepik Ao completar 20 anos, a Campanha Pra Toda Vida — A Violência Não Pode Marcar o Futuro das Crianças e Adolescentes, do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba/PR, ganha ainda mais relevância diante de um cenário que se repete ano após ano em &#8230;</p>
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<p><strong><em>Com esse slogan, o Hospital Pequeno Príncipe/Curitiba, denuncia a violência infantil.</em></strong></p>



<p><strong><em>Foto-crédito- Freepik</em></strong><em></em></p>



<p>Ao completar 20 anos, a <strong>Campanha Pra Toda Vida — A Violência Não Pode Marcar o Futuro das Crianças e Adolescentes</strong>, do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba/PR, ganha ainda mais relevância diante de um cenário que se repete ano após ano em todo o país: a violência contra crianças é precoce, recorrente, e, na maioria dos casos, acontece dentro de casa. Ao longo de duas décadas, já são mais de 10 mil casos atendidos, um volume que não apenas revela a dimensão do problema, mas permite identificar padrões consistentes.</p>



<p>Somente em 2025, o Hospital registrou 637 atendimentos de bebês, crianças e adolescentes com suspeita de maus-tratos e abusos. A análise desses atendimentos mostra que a violência sexual segue como principal ocorrência, presente em 64% das situações, e atinge majoritariamente crianças na primeira infância: 67% das vítimas tinham até 6 anos, sendo que uma em cada três tinha até 3 anos. Ao mesmo tempo, 72% das agressões ocorrem no ambiente doméstico, e 34% dos registros apresentam recorrência — indicando que a violência, muitas vezes, não é um episódio isolado, e, sim, um ciclo que se repete ao longo do tempo.</p>



<p>Casos extremos ajudam a dimensionar essa realidade: a criança mais nova atendida em 2025 com indícios de abuso sexual tinha apenas 6 meses de vida. Em outro episódio, um bebê de 10 dias precisou ser internado com múltiplas lesões físicas, sob cuidados intensivos.</p>



<p>Esse conjunto de evidências aponta para um cenário complexo: a violência é, ao mesmo tempo, íntima, silenciosa e difícil de ser identificada, especialmente porque atinge vítimas que ainda não conseguem compreender ou relatar o que vivem. Por isso, o enfrentamento passa necessariamente pelo olhar atento de adultos e pela atuação qualificada da rede de proteção. É a partir dessa necessidade que a campanha estrutura suas ações.</p>



<p><strong>O papel da sociedade na identificação da violência</strong> &#8211; Uma das frentes da iniciativa é fortalecer a capacidade de adultos reconhecerem sinais de alerta e compreenderem que a denúncia é o primeiro passo para interromper o ciclo de agressão. Para isso, identificar mudanças de comportamento pode ser decisivo. Alguns sinais incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>mudanças bruscas de comportamento;</li>



<li>recusa ou dificuldade para dormir;</li>



<li>medo de determinadas pessoas ou lugares;</li>



<li>isolamento ou agressividade;</li>



<li>volta da evacuação nas roupas (após fase de desfralde — inclusive na adolescência);</li>



<li>queda no rendimento escolar;</li>



<li>conhecimento ou comportamento sexual incompatível com a idade.</li>
</ul>



<p><strong>Dados que orientam 20 anos de mobilização</strong> &#8211; Para transformar essas informações em ação concreta, o Hospital Pequeno Príncipe desenvolve, por meio da <strong>Campanha Pra Toda Vida</strong>, iniciativas de prevenção e mobilização. O que começou como uma ação de conscientização para romper o silêncio e incentivar a denúncia evoluiu ao longo de duas décadas. Tornou-se um movimento estruturado, que hoje atua em múltiplas frentes: produção de conteúdo técnico, formação de profissionais, mobilização social, uso de dados e de evidências e fortalecimento da rede de proteção. Nesse período, a iniciativa acompanhou transformações sociais, incorporando temas como prevenção, violência digital e protagonismo infantil.</p>



<p>Nesse contexto, o Hospital Pequeno Príncipe ultrapassou 10 mil atendimentos de crianças e adolescentes em situação de risco, com crescimento de 126% na série histórica — um indicativo da persistência do problema. Em 2026, com o mote “Proteger a infância é um compromisso de todos”, a campanha reforça que o enfrentamento da violência exige uma rede ativa — envolvendo famílias, escolas, profissionais, poder público e toda a sociedade.</p>



<p>Em maio, o Hospital promoveu o encontro “Diálogos sobre Proteção de Crianças e Adolescentes”, reunindo representantes da saúde, assistência social, sistema de justiça e organizações da sociedade civil, em uma iniciativa voltada ao fortalecimento da atuação integrada na proteção da infância.</p>



<p>“O Pequeno Príncipe chama atenção para a importância de todos os atores sociais estarem atentos ao enfrentamento da violência contra crianças e adolescentes. Quando a violência atinge crianças tão pequenas, enfrentá-la depende da ação de todos”, afirma a diretora-executiva da instituição hospitalar, Ety Cristina Forte Carneiro.</p>



<p><strong>Denunciar é proteger</strong> &#8211; A denúncia é o primeiro passo para interromper a violência — e pode ser feita de forma anônima:</p>



<p>• Disque 100 (nacional)</p>



<p>• 181 (Paraná)</p>



<p>• 156 (Curitiba)</p>



<p></p>
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		<title>Motocicletas lideram causas de fraturas faciais no Brasil e acendem alerta no Maio Amarelo</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:27:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[CBCTBMF]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Belmiro Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[Maio Amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[Motocilistas e graturas faciais]]></category>
		<category><![CDATA[traumas bucomaxilifaciais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cirurgiões Buco-Maxilo-Faciais destacam que até 54% dos traumas bucomaxilofaciais estão ligados a acidentes de trânsito e reforça a urgência de prevenção Foto: Divulgação Na campanha Maio Amarelo, dedicada à conscientização para a redução de acidentes de trânsito, o Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial (CBCTBMF) chama atenção para um dado alarmante: os acidentes com &#8230;</p>
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<p><strong><em>Cirurgiões Buco-Maxilo-Faciais destacam que até 54% dos traumas bucomaxilofaciais estão ligados a acidentes de trânsito e reforça a urgência de prevenção</em></strong></p>



<p><strong><em>Foto: Divulgação</em></strong></p>



<p>Na campanha <strong>Maio Amarelo</strong>, dedicada à conscientização para a redução de acidentes de trânsito, o <strong>Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia</strong> <strong>Buco-Maxilo-Facial (CBCTBMF</strong>) chama atenção para <strong>um dado alarmante: os acidentes com motocicletas são atualmente a</strong> <strong>principal causa de trauma maxilofacial no país</strong>, representando entre 41% e 54% dos casos registrados.</p>



<p>De acordo com estudos recentes, esses traumas afetam majoritariamente homens jovens, entre 75% e 81% dos pacientes, com maior incidência na faixa dos 20 aos 29 anos. Em adolescentes, o cenário também preocupa: cerca de 76% dos casos ocorrem em indivíduos do sexo masculino, com destaque para a faixa entre 13 e 18 anos, sendo os acidentes de trânsito com motocicletas responsáveis por mais da metade das ocorrências.</p>



<p>Além dos acidentes motociclísticos, a violência interpessoal aparece como a segunda principal causa de fraturas faciais (22% a 34%), seguida por quedas, que predominam especialmente entre adultos acima dos 40 anos e idosos. Entre mulheres, os traumas estão mais associados a acidentes domésticos e quedas.</p>



<p><strong>Regiões mais afetadas e gravidade dos casos</strong> &#8211; As fraturas mais comuns atingem o complexo zigomático-orbital e a mandíbula, podendo comprometer funções essenciais como mastigação, fala e respiração. Lesões nasais também são frequentes, principalmente em casos de agressão física e quedas.</p>



<p>Os dados revelam ainda a gravidade desses traumas: cerca de 71% dos pacientes necessitam de intervenção cirúrgica, sendo a técnica de redução aberta com fixação interna a mais utilizada. A taxa de mortalidade é de aproximadamente 1,9%, aumentando significativamente em casos com múltiplas fraturas faciais.</p>



<p>Em crianças e adolescentes, o quadro é ainda mais delicado: 82% dos casos apresentam comorbidades associadas, com destaque para o traumatismo cranioencefálico, presente em 65,6% das ocorrências.</p>



<p><strong>Fatores de risco e impacto social</strong> &#8211; O CBCTBMF destaca que fatores socioeconômicos desempenham papel relevante na incidência e gravidade dos traumas. Baixa escolaridade, consumo de álcool, que pode aumentar o tempo de internação em mais de duas vezes, e o não uso de equipamentos de proteção individual, como capacetes, estão diretamente associados ao aumento dos casos e dos custos hospitalares.</p>



<p>Além disso, estudos nacionais apontam características específicas do Brasil, como a presença de ferimentos por arma branca e arma de fogo nos casos de violência interpessoal, com maior risco de mortalidade.</p>



<p><strong>Conscientização salva vidas</strong> &#8211; Para o CBCTBMF, o Maio Amarelo é uma oportunidade estratégica para reforçar a importância da prevenção. O uso correto de capacetes, o respeito às leis de trânsito e a redução do consumo de álcool ao dirigir são medidas essenciais para diminuir a incidência de traumas faciais graves.</p>



<p>De acordo com o <strong>presidente do CBCTBMF, Dr. Belmiro Vasconcelos</strong>, os traumas bucomaxilofaciais não afetam apenas a estética, mas comprometem funções vitais e podem deixar sequelas permanentes. “A prevenção é sempre o melhor caminho”, reforça.</p>
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		<title>Rede Mater Dei de Saúde investe em tecnologias e equipamentos de ponta para diagnósticos e tratamentos</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:18:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hospitais do Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Dra. Izabela Miotto]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Rachel Silviano]]></category>
		<category><![CDATA[Mater Dei]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Mater Dei de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novos equipamentos chegam à Rede Mater Dei trazendo condições ainda mais favoráveis para bons desfechos clínicos. A Rede Mater Dei de Saúde adicionou, recentemente, ao seu portfólio de equipamentos a tecnologia FotoFinder e os lasers Erbium, Monalisa Touch, CO² e Diodo. O investimento é fruto de uma parceria com as empresas FotoFinder e Quanta Laser, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Novos equipamentos chegam à Rede Mater Dei trazendo condições ainda mais favoráveis para bons desfechos clínicos</em></strong><em>.</em></p>



<p>A <strong>Rede Mater Dei de Saúde</strong> adicionou, recentemente, ao seu portfólio de equipamentos a tecnologia FotoFinder e os lasers Erbium, Monalisa Touch, CO² e Diodo. O investimento é fruto de uma parceria com as empresas FotoFinder e Quanta Laser, visando maior conforto e diagnóstico mais preciso para seus pacientes.&nbsp;A chegada dessas novas soluções tecnológicas marca <strong>um avanço estratégico na assistência hospitalar</strong>, priorizando o bem-estar e a rápida recuperação dos pacientes. Confira as principais a seguir:&nbsp;</p>



<p><strong>Inovações na área ginecológica</strong> &#8211; De acordo com a <strong>Dra. Rachel Silviano</strong>, ginecologista na Rede Mater Dei, “os lasers ‘<em>Erbium</em>’ e <em>‘Monalisa Touch</em>’, de aplicação vaginal, têm a mesma eficácia na literatura médica. Os equipamentos surgiram como tratamentos alternativos para a atrofia genital, estimulando a formação de colágeno e proliferando as mucosas do trato geniturinário inferior, corrigindo e melhorando sintomas, como dor para ter relação sexual, ardor vaginal, infecções urinárias e aumento e urgência da frequência urinária. É uma excelente opção para pacientes com contraindicação ao uso de hormônios, como aquelas em tratamento para o câncer de mama, por exemplo.”</p>



<p><strong>Tecnologias para a área dermatológica</strong> – O FotoFinder é um recurso dermatológico moderno que permite fazer um mapeamento completo da pele, inclusive do couro cabeludo, registrando todas as pintas do corpo e fios de cabelo com imagens de alta qualidade. Essas fotos ficam armazenadas e podem ser comparadas ao longo do tempo, ajudando a identificar qualquer mudança, mesmo que seja bem sutil. Na prática, segundo a <strong>Dra. Isadora Miotto</strong>, dermatologista na Rede Mater Dei, “isso torna a consulta dermatológica muito mais precisa. Em vez de avaliar apenas o momento atual, o médico consegue acompanhar a evolução das pintas com mais segurança, aumentando as chances de detectar problemas precocemente, especialmente o câncer de pele.”&nbsp;</p>



<p>Com o FotoFinder, também é possível observar estruturas capilares que não são visíveis a olho nu, como a raiz dos fios, a densidade capilar e sinais de inflamação no couro cabeludo, fazendo diferença no diagnóstico das principais causas da queda de cabelo, como alopecias, por exemplo.</p>



<p><strong>Investimento em tratamentos para áreas sensíveis</strong>&nbsp;&#8211; Os lasers de CO² têm ganhado cada vez mais espaço também na coloproctologia, oferecendo maior precisão e menor dano aos tecidos quando comparado às técnicas convencionais. A médica coloproctologista da Rede Mater Dei, <strong>Dra.</strong> <strong>Daniela Saito</strong>, explica que “uma das principais vantagens de se utilizar a inovação é a menor inflamação local, resultando em menos dor no pós-operatório, cicatrização mais rápida e melhor, e, consequentemente, retorno mais rápido às atividades habituais”. Os equipamentos, modernizados recentemente, são úteis no tratamento de hemorróidas, plicomas, fissuras anais, condilomas e HPV.</p>



<p>Outra inovação de destaque nessa área é o laser de diodo, que tem como maior benefício a capacidade de tratar condições difíceis de manejar, recidivantes e complexas da coloproctologia. Segundo o <strong>Dr. Matheus</strong> <strong>Mayer</strong>, coloproctologista na Rede Mater Dei, “o laser funciona através de uma fibra, e é muito utilizado para tratar cistos pilonidais na coloproctologia, mas também serve para tratar fístulas e hemorróidas internas.”</p>
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		<title>Hantavírus, uma nova pandemia?</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:09:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Paula Pinhão]]></category>
		<category><![CDATA[Hantavírus]]></category>
		<category><![CDATA[prevençção hantavírus]]></category>
		<category><![CDATA[transmissão Hantavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160;Dra. Paula Pinhão: “É natural que as pessoas associem qualquer notícia envolvendo vírus ao cenário vivido durante a pandemia de Covid-19. Mas é importante entender que o hantavírus possui características muito diferentes e, até o momento, não apresenta potencial pandêmico semelhante” &#160;Foto: Divulgação Após a repercussão internacional envolvendo mortes e casos suspeitos de hantavírus em &#8230;</p>
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<p><strong><em>&nbsp;Dra. Paula Pinhão: “É natural que as pessoas associem qualquer notícia envolvendo vírus ao cenário vivido durante a pandemia de Covid-19. Mas é importante entender que o hantavírus possui características muito diferentes e, até o momento, não apresenta potencial pandêmico semelhante”</em></strong></p>



<p><strong><em>&nbsp;Foto: Divulgação</em></strong></p>



<p>Após a repercussão internacional envolvendo mortes e casos suspeitos de <strong>hantavírus em um navio de cruzeiro</strong>, investigado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), uma pergunta começou a circular nas redes sociais e nos mecanismos de busca: afinal, o hantavírus pode se transformar em uma nova pandemia? O alerta ganhou força após autoridades sanitárias investigarem uma possível transmissão entre humanos em passageiros e tripulantes da embarcação, hipótese considerada rara pelos especialistas.</p>



<p>Diante do aumento das dúvidas e do receio da população, a infectologista Dra. Paula Pinhão, em Bauru/SP, diretora do Colégio Brasileiro de Medicina do Estilo de Vida, esclarece o que é fato e o que é desinformação quando o assunto é hantavírus, doença viral potencialmente grave, mas ainda pouco conhecida pelos brasileiros.</p>



<p>Conforme ela explica, “é natural que as pessoas associem qualquer notícia envolvendo vírus ao cenário vivido durante a pandemia de Covid-19. Mas é importante entender que o hantavírus possui características muito diferentes e, até o momento, não apresenta potencial pandêmico semelhante”.</p>



<p>Segundo a médica, a principal forma de transmissão continua sendo o contato indireto com secreções, urina e fezes de roedores infectados, especialmente em ambientes fechados ou mal ventilados.</p>



<p><strong>Hantavírus pode virar uma pandemia?</strong> &#8211; De acordo com a Dra. Paula, a resposta mais provável hoje é não. “A maioria das variantes do hantavírus não apresenta transmissão sustentada entre pessoas. Existem registros raros de transmissão interpessoal associados ao hantavírus dos Andes, identificado na América do Sul, mas são situações muito específicas e monitoradas pelas autoridades sanitárias”.</p>



<p>A infectologista destaca que o cenário atual não deve gerar pânico, mas reforça a importância da informação correta e da vigilância epidemiológica. “O<em> fato de um vírus não ter potencial pandêmico elevado não significa que ele não mereça atenção. O hantavírus pode causar quadros graves e tem alta taxa de mortalidade quando o diagnóstico é tardio</em>”, destaca.</p>



<p><strong>Mitos e verdades sobre o hantavírus</strong></p>



<p><strong>O hantavírus passa facilmente de pessoa para pessoa</strong>. MITO = A transmissão entre humanos é extremamente rara e não acontece na maioria das variantes conhecidas do vírus.</p>



<p><strong>A doença pode ser grave.</strong> VERDADE = A hantavirose pode evoluir rapidamente para uma síndrome cardiopulmonar grave, com insuficiência respiratória e risco de morte.</p>



<p><strong>Os sintomas podem parecer uma gripe comum.</strong> VERDADE = Febre, dores musculares, fadiga, dor abdominal e mal-estar costumam</p>



<p>aparecer nos primeiros dias, o que pode dificultar o diagnóstico inicial.</p>



<p><strong>Qualquer contato com rato transmite hantavírus</strong>. MITO = O principal risco está na inalação de partículas contaminadas presentes em fezes, urina ou saliva de roedores infectados.</p>



<p><strong>Limpar ambientes fechados sem proteção pode aumentar o risco</strong>. VERDADE = Ao varrer locais contaminados, partículas virais podem ficar suspensas no ar. O ideal é ventilar o ambiente, utilizar máscara e fazer a desinfecção correta antes da limpeza.</p>



<p>A recomendação é procurar avaliação médica diante de sintomas respiratórios ou gripais após exposição recente a locais com presença de roedores, especialmente em áreas rurais, depósitos, galpões, trilhas, acampamentos ou imóveis fechados há muito tempo.</p>



<p>Mais do que gerar medo, enfatiza a médica,“esse momento deve servir para ampliar a conscientização sobre prevenção, diagnóstico precoce e combate à desinformação”.</p>
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		<title>Maio Verde alerta para doença silenciosa que pode levar à cegueira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 09:50:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Maio Verde]]></category>
		<category><![CDATA[fatores de risco para Glaucona]]></category>
		<category><![CDATA[Glaucoma]]></category>
		<category><![CDATA[oftalmologista Dr. Rodrigo Carvalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dr. Rodrigo Carvalho: “identificar precocemente e iniciar o tratamento o quanto antes é fundamental para evitar a progressão” Crédito-foto: Isabelle Venceslau O mês de maio ganha um tom de alerta na área da saúde ocular com a campanha Maio Verde, dedicada à conscientização sobre o glaucoma, uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo. &#8230;</p>
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<p><strong><em>Dr. Rodrigo Carvalho: “identificar precocemente e iniciar o tratamento o quanto antes é fundamental para evitar a progressão”</em></strong></p>



<p><strong><em>Crédito-foto: Isabelle Venceslau</em></strong></p>



<p>O mês de maio ganha um tom de alerta na área da saúde ocular com a campanha <strong>Maio Verde</strong>, dedicada à <strong>conscientização sobre o glaucoma</strong>, uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo. A mobilização está diretamente ligada ao Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, celebrado em 26 de maio desde 2002, marco que consolidou a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento contínuo da doença no país.</p>



<p>A campanha surgiu com o objetivo de ampliar o acesso à informação e incentivar a população a realizar exames oftalmológicos regularmente, diante de um cenário preocupante. Estima-se que milhões de pessoas convivam com o glaucoma sem saber, justamente pelo caráter silencioso da doença. Ao longo dos anos, a iniciativa passou a mobilizar entidades médicas, instituições públicas e privadas em ações educativas, eventos e campanhas de orientação.</p>



<p>Silenciosa e progressiva, a doença costuma avançar sem sinais perceptíveis, o que torna o diagnóstico precoce decisivo para preservar a visão. De acordo com o <strong>oftalmologista Dr. Rodrigo Carvalho</strong>, de Campinas/SP, o glaucoma afeta diretamente o nervo óptico e tem como principal fator de risco o aumento da pressão intraocular. “Na maioria dos casos o paciente não sente nada no início. A perda visual começa pela periferia e evolui de forma lenta, o que dificulta a percepção. Quando há sintomas, a doença já pode estar em estágio avançado”, explica.</p>



<p><strong>Sem reversão</strong> &#8211; A campanha Maio Verde busca justamente chamar a atenção para esse comportamento silencioso. Sem acompanhamento adequado, o glaucoma pode evoluir para a cegueira, sem possibilidade de reversão. “A visão perdida não pode ser recuperada. Por isso, identificar precocemente e iniciar o tratamento o quanto antes é fundamental”, destaca o especialista.</p>



<p>Entre os principais fatores de risco estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pressão intraocular elevada;</li>



<li>Histórico familiar;</li>



<li>Idade acima de 40 anos;</li>



<li>Diabetes;</li>



<li>Miopia alta;</li>



<li>Uso prolongado de corticoides.</li>
</ul>



<p>Embora seja mais comum após os 40 anos, o glaucoma também pode atingir jovens, crianças e até bebês, dependendo do tipo. O diagnóstico é feito por meio de uma avaliação oftalmológica completa, que inclui a medição da pressão intraocular e a análise detalhada do nervo óptico. Exames como tomografia de coerência óptica, craniometria e gonioscopia ajudam a identificar alterações e são fundamentais para o correto acompanhamento.</p>



<p><strong>Controle </strong>&#8211; Exames como tomografia de coerência óptica, campimetria e gonioscopia ajudam a identificar alterações, informa o oftalmologista, destacando que o tratamento pode envolver o uso de colírios, procedimentos a laser ou cirurgia, sempre com o objetivo de controlar a doença e preservar a visão existente.&nbsp; Conforme explica, “os colírios ainda são a primeira linha, mas o laser tem ganhado espaço por sua eficácia e segurança. A cirurgia é indicada em casos mais avançados ou quando não há resposta adequada às outras abordagens”.</p>



<p>Mesmo sem sintomas, a recomendação do Dr. Rodrigo Carvalho é que a população mantenha consultas regulares com o oftalmologista. Para pessoas sem fatores de risco, a avaliação anual é suficiente. Já aqueles com maior predisposição devem seguir um acompanhamento individualizado.</p>
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		<title>Você ensaia o que vai falar antes de conversar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 09:28:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Karina Orso]]></category>
		<category><![CDATA[Mentge & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[psicóloga Karina Orso]]></category>
		<category><![CDATA[timidez]]></category>
		<category><![CDATA[você ensaia antes de falar?]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialista explica o comportamento comum entre pessoas tímidas Pensar antes de falar é, em muitos casos, uma habilidade importante. No entanto, quando esse cuidado se transforma em um ensaio mental constante, com falas planejadas, respostas calculadas e receio de sair do roteiro, pode indicar uma dificuldade mais profunda: confiar na própria espontaneidade. Ensaiar o que &#8230;</p>
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<p><strong><em>Especialista explica </em></strong><em><strong>o comportamento comum entre pessoas tímidas</strong></em></p>



<p>Pensar antes de falar é, em muitos casos, uma habilidade importante. No entanto, quando esse cuidado se transforma em um ensaio mental constante, com falas planejadas, respostas calculadas e receio de sair do roteiro, pode indicar uma dificuldade mais profunda: <strong>confiar na própria espontaneidade.</strong></p>



<p>Ensaiar o que será dito antes de uma conversa, seja em encontros presenciais, ligações ou até mensagens de texto, é um comportamento comum entre pessoas que temem julgamentos ou rejeições.&nbsp;</p>



<p>De acordo com <a href="https://karinaorso.com.br/">Karina Orso</a>, psicóloga especialista em timidez e ansiedade social, essa antecipação funciona como uma tentativa de evitar desconfortos. “A pessoa tenta prever possíveis reações do outro para se proteger de críticas ou constrangimentos. É como se precisasse garantir que tudo sairá ‘perfeito’ antes mesmo de começar”, explica.</p>



<p>Esse padrão pode aparecer tanto em situações simples, como revisar repetidamente uma mensagem antes de enviá-la, quanto em contextos mais desafiadores, como evitar iniciar conversas por não se sentir preparado. Com o tempo, o que parece uma estratégia de proteção pode se tornar um fator de bloqueio. “Quanto mais a pessoa tenta controlar o que vai dizer, maior tende a ser a ansiedade, justamente porque a realidade dificilmente segue o roteiro imaginado”, destaca a especialista.</p>



<p>Embora o ensaio mental possa ser útil em contextos específicos, como apresentações ou reuniões importantes, quando se torna recorrente costuma estar associado à insegurança e à autocrítica elevada. Essa necessidade de controle reduz a naturalidade da comunicação e pode dificultar a construção de conexões genuínas.</p>



<p>A longo prazo, o comportamento também pode impactar relações pessoais e profissionais. O receio de não saber o que dizer ou de não corresponder às expectativas pode levar à evitação de interações, ao silêncio em momentos importantes e até à perda de oportunidades.</p>



<p>Para lidar com esse padrão, Karina Orso orienta que o primeiro passo é questionar a busca por uma comunicação perfeita e compreender a origem dessa necessidade de controle, geralmente ligada ao medo de rejeição ou à insegurança. “Permitir-se errar, improvisar e se expressar de forma imperfeita é essencial para desenvolver segurança. A confiança se constrói na prática, não no controle absoluto”, afirma.</p>



<p>Segundo a especialista, pequenas mudanças no dia a dia ajudam a reduzir esse comportamento, como evitar revisar mensagens em excesso, aceitar pausas naturais na conversa e respeitar o próprio tempo de resposta. Essas atitudes contribuem para diminuir a pressão interna e tornar a comunicação mais fluida.</p>



<p>Karina também destaca a importância de reduzir a autocrítica e adotar um olhar mais acolhedor sobre si mesmo. “Quando a pessoa se trata com mais gentileza, a pressão diminui. É importante lembrar que a comunicação é uma troca, não uma performance”, ressalta, acrescentando ainda que, “ao abrir espaço para a espontaneidade, as interações se tornam mais leves, autênticas e propensas a conexões reais”.</p>
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		<title>Quando a mentira abala certezas e revela a subjetividade do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 09:58:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estante de livros]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Lirio]]></category>
		<category><![CDATA[editora Quelonio]]></category>
		<category><![CDATA[Estante de Livros do portal medicina e saude]]></category>
		<category><![CDATA[livro de Daniel Lirio]]></category>
		<category><![CDATA[livro meu pai mentiu para mim]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Psicanalista e mestre em Psicologia Social, Daniel Lirio, articula em livro reflexões inspiradas em Clarice Lispector, Einstein e Freud Tomás é um menino de 12 anos que tem sua visão de mundo abalada por uma descoberta aparentemente banal: o pai afirma que não há sobremesa, mas é flagrado comendo doce escondido. O episódio, simples à primeira vista, desencadeia &#8230;</p>
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<p><strong><em>Psicanalista e mestre em Psicologia Social, Daniel Lirio, articula em livro reflexões inspiradas em Clarice Lispector, Einstein e Freud</em></strong><strong><em></em></strong></p>



<p>Tomás é um menino de 12 anos que tem sua visão de mundo abalada por uma descoberta aparentemente banal: o pai afirma que não há sobremesa, mas é flagrado comendo doce escondido. O episódio, simples à primeira vista, desencadeia uma crise profunda no protagonista de <strong><em>Meu pai</em></strong><em><strong> mentiu pra mim</strong></em>, do <strong>escritor e psicanalista Daniel Lirio</strong>. Afinal, se a figura paterna é capaz de mentir sobre algo tão pequeno, o que mais pode não ser verdade? A partir dessa dúvida, o garoto passa a questionar as pessoas e a desconfiar da forma como compreende a sociedade.</p>



<p>Ao longo de um dia na escola, ele vivencia diversas situações que ampliam esse dilema,&nbsp;em&nbsp;conversas com&nbsp;os&nbsp;amigos,&nbsp;nas&nbsp;aulas&nbsp;e em&nbsp;encontros com adultos.&nbsp;Cada personagem apresenta uma perspectiva diferente, pois&nbsp;há quem justifique mentiras “do bem”, quem as condene totalmente e quem proponha que a realidade pode ser transformada pela imaginação.</p>



<p>Em paralelo, o livro entrelaça referências&nbsp;históricas, mitológicas e&nbsp;culturais&nbsp;aos personagens&nbsp;que interagem com o Tomás.&nbsp;Ulisses,&nbsp;por exemplo, aparece como amigo do adolescente,&nbsp;inspirando&nbsp;coragem e astúcia; Marie Curie e Albert Einstein&nbsp;apontam os caminhos da investigação científica; Freud&nbsp;abre espaço para o olhar interior; e Gregor&nbsp;Samsa, famoso personagem de Kafka,&nbsp;e Clarice Lispector, aproximam&nbsp;o menino&nbsp;da dimensão subjetiva. Ao lado deles, pensadores como Jean Baudrillard e Frantz Fanon tensionam&nbsp;ainda&nbsp;a noção de realidade, enquanto Milton Santos amplia seu olhar para questões sociais e coletivas.</p>



<p>Depois da mentira do pai, o mundo estava esquisito.</p>



<p>Tomás passou a ficar desconfiado, inseguro, até com medo da vida.</p>



<p>Sem aquela confiança cega nos adultos,</p>



<p>o jeito era apostar na sua capacidade de pensar,</p>



<p>conversar com as pessoas e ouvir diferentes opiniões.</p>



<p>Podia aprender com os outros,</p>



<p>mas queria tirar suas conclusões e inventar seu jeito</p>



<p>próprio de compreender o mundo.&nbsp;</p>



<p>(Meu pai mentiu pra mim, p. 57)</p>



<p>Neste percurso, as aulas sobre ciência, cultura, história e arte deixam de ser apenas conteúdos escolares e se transformam em metáforas vivas das&nbsp;inquietações do protagonista. Elas questionam como saber o que é verdade, se é possível ter&nbsp;certeza absoluta&nbsp;e até que ponto a imaginação também constrói o real.</p>



<p>Mestre em Psicologia Social pela USP,&nbsp;Daniel Lirio&nbsp;apresenta&nbsp;uma narrativa acessível e sensível, marcada por diálogos e reflexões que aproximam o leitor do universo&nbsp;de&nbsp;Tomás. A trama mostra que crescer implica aprender a conviver com dúvidas e compreender que verdade e imaginação podem coexistir. Ao abordar temas como confiança, ética e percepção da realidade, o livro estimula&nbsp;ainda&nbsp;o pensamento crítico.</p>



<p>“O drama do protagonista é como se abrir para novas formas de pensar o mundo – conforme referências latino-americanas, africanas etc. – sem rejeitar completamente o referencial tradicional que também o constitui. &nbsp;O&nbsp;livro é um convite para pensar questões universais: a vida, a morte, a possibilidade de convivência e encontro com o outro, sem termos um referencial único e garantidor do que é a verdade ou a mentira”, explica o autor.</p>



<p><strong>Ficha Técnica:</strong></p>



<p><strong>Título:</strong> Meu pai mentiu pra mim | <strong>Autor:</strong> Daniel Lirio</p>



<p><strong>Editora</strong>:&nbsp;Quelônio | <strong>ISBN/ASIN:</strong> 978-85-93229-72-5</p>



<p><strong>Páginas:</strong> 80 | <strong>Preço:</strong> R$&nbsp;54,00</p>



<p><strong>Onde comprar:&nbsp;</strong><a href="https://www.quelonio.com.br/product-page/meu-pai-mentiu-pra-mim-daniel-lirio">Loja da Editora Quelônio</a>: <a href="http://www.quelonio.com.br/loja">www.quelonio.com.br/loja</a>&nbsp;</p>



<p><strong>Sobre o autor:</strong> Daniel Lirio&nbsp;é&nbsp;psicanalista,&nbsp;psicólogo e mestre em Psicologia Social pela USP. Atua&nbsp;clinicamente em consultório e é&nbsp;professor e supervisor no Instituto Gerar,&nbsp;além de ser membro do Instituto Sedes Sapientiae. É autor do livro&nbsp;<em>Suspensão Corporal: novas facetas da alteridade na cultura contemporânea</em>&nbsp;e de diversos artigos voltados à interface entre psicanálise e cultura. A obra&nbsp;<em>Meu pai mentiu&nbsp;pra&nbsp;mim</em>&nbsp;marca&nbsp;sua estreia na literatura infantojuvenil.</p>



<p><strong>Instagram:</strong>&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/daniel.lirio.10/">@daniel.lirio.10</a> | <strong>Site:&nbsp;</strong><a href="https://www.daniellirio.com.br/">https://www.daniellirio.com.br/</a></p>
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		<title>Cor da urina pode ser um alerta clínico para algumas patologias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 09:52:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Foco]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[alerta para cor da urina]]></category>
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		<category><![CDATA[Cor da urina]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Marcelo Cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Sabin Diagnóstico]]></category>
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<p><strong><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Foto- crédito-Freepik</em></strong></p>



<p><strong>Alterações na cor da urina</strong> costumam passar despercebidas na rotina, mas podem ser um dos primeiros sinais de que algo não vai bem no organismo. De um amarelo bem claro, associado à boa hidratação, até tons escuros, avermelhados ou esbranquiçados, pode revelar desde mudanças na alimentação até infecções, problemas renais ou doenças hepáticas. Por isso, observar essas variações e saber quando procurar orientação médica pode fazer toda diferença no diagnóstico precoce de várias condições.</p>



<p>Segundo o infectologista e consultor do Sabin Diagnóstico e Saúde, <strong>Dr.</strong> <strong>Marcelo Cordeiro</strong>, em Manaus/AM, a cor da urina pode ser um alerta clínico inicial, mas não deve ser interpretada isoladamente. &#8220;A urina funciona como um bioindicador, mas nenhuma alteração de cor confirma um diagnóstico de forma isolada. Ela serve como um alerta que pode indicar patologias&#8221;, explica.</p>



<p><strong>Sinais</strong> &#8211; Entre as mudanças que mais chamam atenção está a urina muito escura. Quando o líquido apresenta coloração semelhante à de chá preto, por exemplo, pode haver presença de pigmentos biliares na urina, condição chamada de colúria. Nesses casos, o quadro pode estar relacionado a alterações no fígado ou nas vias biliares, como hepatites infecciosas ou obstruções.</p>



<p>Outra coloração que exige atenção é tom escuro, com aspecto de vinho, o que pode indicar mioglobinúria. O quadro ocorre quando há lesão muscular grave e proteínas do músculo passam a circular no sangue até serem filtradas pelos rins. Situações como traumas, exercícios físicos extremos ou algumas infecções sistêmicas podem desencadear esse processo.</p>



<p>Mudanças na aparência também podem indicar infecções. Urina turva ou com aspecto esbranquiçado pode sinalizar a presença de pus, sugerindo infecção bacteriana. Já a urina avermelhada pode indicar hematúria, ou seja, presença de sangue, que pode estar associada a infecção urinária, cálculos ou doenças renais.</p>



<p>Essas alterações merecem atenção porque problemas urinários são bastante comuns. Alguns estudos afirmam que a infecção do trato urinário é responsável por 7 milhões de idas ao consultório anualmente e um milhão de atendimentos em serviços de urgência, a maioria por condições preveníveis.</p>



<p>Além disso, a condição é mais frequente no sexo feminino: cerca de 80% das mulheres apresentam ao menos um episódio ao longo da vida, em grande parte devido a fatores anatômicos.</p>



<p><strong>Exames </strong>&#8211; Embora a mudança na cor da urina possa chamar atenção, o diagnóstico depende de exames laboratoriais. O primeiro passo geralmente é a análise da urina tipo 1, também conhecida como EAS (Elementos Anormais e Sedimento), que permite visualizar células, bactérias ou substâncias anormais presentes no líquido.</p>



<p>&#8220;Nos casos em que houver suspeita clínica associada à cor da urina, o médico também pode solicitar o exame de urocultura&#8221;, destaca Marcelo Cordeiro. O procedimento é considerado o principal meio para identificação do agente causador da infecção, auxiliando a indicação de um tratamento mais assertivo.</p>



<p>Seja pelo exame de urina tipo 1 ou urocultura, a investigação é importante porque diversos fatores do cotidiano podem alterar temporariamente a cor da urina. A desidratação, por exemplo, deixa o líquido mais concentrado e escuro. Alimentos como beterraba ou o uso de vitaminas e alguns analgésicos também podem causar coloração rosada ou alaranjada.</p>



<p>&#8220;Se a cor não normaliza após hidratação adequada ou após a suspensão de alimentos e medicamentos que possam interferir, é sinal de que o problema pode estar relacionado a uma condição de saúde e deve ser investigado&#8221;, orienta o especialista.</p>



<p>A mudança na cor da urina exige atenção redobrada quando aparece acompanhada de sintomas como febre, calafrios, dor lombar ou ardência ao urinar. Nesses casos, pode indicar que a infecção atingiu os rins ou que o quadro está evoluindo para uma infecção mais grave, o que exige avaliação médica imediata.</p>
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		<title>Crises de asma aumentam com clima seco, poluição e infecções respiratórias</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2026 09:47:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dr. João Carlos de Jesus: “há maior circulação de vírus respiratórios e menor dispersão dessas partículas no ar, o que intensifica a irritação e favorece as crises” Foto: crédito- Matheus Campos A combinação de ar mais seco, piora da qualidade do ar e aumento das infecções respiratórias favorece o agravamento das crises de asma. Esse &#8230;</p>
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<p><strong><em>Dr. João Carlos de Jesus: “há maior circulação de vírus respiratórios e menor dispersão dessas partículas no ar, o que intensifica a irritação e favorece as crises”</em></strong></p>



<p><strong><em>Foto: crédito- Matheus Campos</em></strong></p>



<p>A combinação de ar mais seco, piora da qualidade do ar e aumento das infecções respiratórias favorece o agravamento das <strong>crises de asma</strong>. Esse cenário se torna mais frequente em períodos de baixa umidade, quando se intensificam sintomas como falta de ar, tosse, chiado no peito e sensação de aperto no tórax, especialmente em pacientes que não mantêm o tratamento de forma regular.</p>



<p>A asma é uma das doenças respiratórias crônicas mais comuns do mundo, afetando cerca de 300 milhões de pessoas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, estima-se que aproximadamente 20 milhões de pessoas convivam com a doença. Embora seja controlável na maioria dos casos, ainda representa uma importante causa de atendimentos e internações.</p>



<p>De acordo com o <strong>pneumologista Dr. João Carlos de Jesus, do</strong> Vera Cruz Hospital, em Campinas (SP), fatores ambientais têm impacto direto no aumento das crises. “O ar mais seco resseca e fragiliza as vias respiratórias, deixando-as mais sensíveis a ácaros, poeira e poluentes. Além disso, há maior circulação de vírus respiratórios e menor dispersão dessas partículas no ar, o que intensifica a irritação e favorece as crises”, explica o especialista.</p>



<p>O médico destaca, ainda, o papel das infecções respiratórias, como gripe, Covid-19 e vírus sincicial respiratório, que circulam com mais facilidade em ambientes fechados e podem agravar quadros de asma, levando até a complicações como pneumonia.</p>



<p>Dentro de casa, também estão alguns dos principais gatilhos da doença. Ácaros presentes em colchões, travesseiros, cortinas e tapetes se proliferam com mais facilidade em ambientes fechados e com pouca exposição ao sol, acumulando-se especialmente em períodos mais frios. Produtos de limpeza com cheiro forte, perfumes e a fumaça do cigarro, seja pelo uso ativo ou pelo tabagismo passivo, também podem desencadear crises.</p>



<p><strong>Bombinhas</strong> &#8211; Outro ponto de alerta é o uso incorreto das chamadas “bombinhas”, ainda frequente entre pacientes. Muitos utilizam apenas a medicação de alívio, sem seguir o tratamento de controle. “As bombinhas de alívio promovem melhora rápida ao relaxar os brônquios, mas não tratam a inflamação. Já as de controle atuam diretamente nesse processo inflamatório e são fundamentais para manter a doença sob controle”, explica o médico.</p>



<p>Segundo o especialista, a dependência apenas da medicação de resgate pode mascarar a gravidade do quadro. “O paciente sente alívio momentâneo, mas a inflamação continua evoluindo. Isso aumenta o risco de crises mais graves, como o broncoespasmo, que pode levar à insuficiência respiratória e necessidade de atendimento de urgência”, alerta.</p>



<p>Entre os sinais de asma descontrolada estão falta de ar frequente, tosse persistente, chiado no peito e dificuldade para realizar atividades do dia a dia. O uso frequente da medicação de alívio também é um sinal de alerta. “Quando os sintomas não melhoram ou pioram progressivamente, é fundamental procurar atendimento médico o quanto antes”, orienta o pneumologista.</p>



<p>A prevenção envolve o uso correto e contínuo das medicações, mesmo na ausência de sintomas, além de cuidados como hidratação, vacinação contra gripe e Covid-19, uso de umidificadores e evitar atividades físicas em horários de ar mais seco. No ambiente doméstico, recomenda-se manter a casa ventilada, reduzir poeira com pano úmido e aspirador, evitar varrição e espanadores e expor roupas de cama ao sol sempre que possível.</p>



<p>Crianças e idosos merecem atenção especial, já que podem ter mais dificuldade no uso correto dos medicamentos inalatórios, sendo necessário, em muitos casos, o uso de espaçadores e ajustes no tratamento. A prática de atividade física é recomendada, desde que a doença esteja controlada. De acordo com o especialista, “com acompanhamento adequado, o paciente com asma pode levar uma vida ativa e saudável”.</p>
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