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	<title>Portal Medicina e Saúde</title>
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	<description>Portal Medicina e Saúde - Qualidade da informação em Medicina e Saúde</description>
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	<title>Portal Medicina e Saúde</title>
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		<title>Burnout em alta e a nova NR-01: o que as empresas ainda não entenderam</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2026 09:33:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Recursos Humanos & Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Burnou e esgotamento profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Burnout e a nova NR-01]]></category>
		<category><![CDATA[Feminibo Negro e o Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Rayhanna Fernandes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rayhanna Fernandes &#8211; Especialista em Sustentabilidade Corporativa, com foco em Diversidade, Direitos Humanos e Trabalho Decente. É autora do livro “O Lugar do Feminino Negro no Mercado de Trabalho: Para Além do Salário e da Remuneração” Foto: Divulgação&#160; Maio reacende um debate urgente sobre a forma como as relações corporativas estão estruturadas. Neste mês &#8230;</p>
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<p><strong><em>Por Rayhanna Fernandes &#8211; Especialista em Sustentabilidade Corporativa, com foco em Diversidade, Direitos Humanos e Trabalho Decente. É autora do livro “O Lugar do Feminino Negro no Mercado de Trabalho: Para Além do Salário e da Remuneração” </em></strong><strong><em></em></strong></p>



<p><strong><em>Foto: Divulgação<br>&nbsp;</em></strong></p>



<p>Maio reacende um debate urgente sobre a forma como as relações corporativas estão estruturadas. Neste mês do Trabalho, entra em vigor, a partir do dia 26, a <strong>atualização da Norma Regulamentadora nº 01 (NR-01),</strong> <strong>que exige das empresas a identificação e o tratamento de fatores psicossociais com o mesmo rigor dos riscos físicos.</strong></p>



<p>Segundo dados do Ministério da Previdência Social, em 2025, batemos um recorde alarmante com mais de 546 mil afastamentos por transtornos mentais, um crescimento de 15% em comparação a 2024. Mais de meio milhão de pessoas estão afastadas e 64% são mulheres.</p>



<p>Os casos de Burnout, síndrome do esgotamento profissional, cresceram quase 500% entre 2021 e 2024. Segundo dados da International Stress Management Association &#8211; ISMA, o Brasil é hoje o segundo país com mais casos de burnout no mundo, afetando 32% dos profissionais. Quando analisamos a saúde mental do profissional brasileiro e evidenciamos que as mulheres representam mais que a metade dos casos de burnout, certamente precisamos considerar possíveis evidências de que a sobrecarga feminina não começa no trabalho e tampouco termina nele. Ela se constrói na sobreposição de expectativas sociais: excelência profissional, trabalho de cuidado e, muitas vezes, sustento emocional das relações familiares, criando um ciclo de exaustão invisível.</p>



<p>À luz dessa realidade, temos que considerar um importante passo dado com a atualização da Norma Regulamentadora nº 01 (NR-01), que entra em vigor em 26 de maio e pode transformar a gestão corporativa ao exigir que as empresas passem a identificar e tratar os fatores psicossociais com o mesmo rigor dos riscos físicos, químicos, ergonômicos e biológicos.<br>&nbsp;</p>



<p>Lidar com esse cenário, garantir a adequação à nova norma e proteger a saúde mental das equipes exige uma abordagem estruturada e focada na revisão contínua de processos. No caso das mulheres, essa adequação precisa considerar de forma explícita a sobreposição entre trabalho remunerado e tarefas de cuidado, sob risco de tratar o problema de forma superficial. Para apoiar as empresas neste desafio, listei seis práticas essenciais que devem orientar a estratégia de implementação desta nova norma.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Promova uma mudança de mentalidade operacional e estratégica: o primeiro passo é abandonar a visão de que os fatores psicológicos são apenas &#8220;problemas de RH&#8221;. A liderança precisa reconhecer que os riscos psicossociais são reais, capazes de gerar doenças severas, altos índices de afastamento e passivos trabalhistas. Culturas de trabalho baseadas em excesso de horas, liderança que valoriza disponibilidade permanente e sistemas de avaliação que recompensam a sobrecarga precisam ser revistos. Isso inclui observar que, para muitas mulheres, a jornada não termina no expediente, exigindo uma revisão mais crítica sobre carga de trabalho e as expectativas de disponibilidade.<br> </li>



<li>Estruture uma atuação multidisciplinar: a área de Saúde e Segurança do Trabalho (SST) deve identificar os perigos com a corresponsabilidade direta do setor de Recursos Humanos, enquanto a equipe de compliance atua para garantir a documentação e a aderência à norma. Estabelecer responsabilidades claras entre essas áreas é o que torna a implementação verdadeiramente eficaz e aplicável no cotidiano corporativo.</li>
</ol>



<ul class="wp-block-list">
<li>Levante e organize dados sobre saúde e cultura organizacional: a ausência de informações inviabiliza qualquer plano de ação sólido. Para mapear o cenário real, as organizações precisam acompanhar de perto os indicadores internos, estruturando os dados referentes às taxas de absenteísmo, afastamentos por transtornos mentais, resultados de pesquisas de clima e possíveis casos e denúncias de assédio. Nesse processo, é fundamental incluir o olhar de diversidade para garantir que recortes de gênero sejam incorporados às análises.<br> </li>



<li>Identifique os perigos psicossociais de forma segmentada: os gatilhos de adoecimento mental variam drasticamente conforme a natureza do trabalho. Por isso, a avaliação deve ser feita por áreas específicas. No setor de tecnologia, por exemplo, o risco geralmente reside na hiperconectividade e em prazos inatingíveis; em equipes de atendimento e comercial, os perigos podem estar na pressão por metas e na vigilância constante; já na área da saúde, o foco recai sobre a intensa carga emocional e a exposição a situações traumáticas.<br> </li>



<li>Implemente medidas preventivas, e não apenas reativas: a legislação estabelece uma hierarquia de mitigação &#8211; o objetivo principal é eliminar o perigo; caso não seja possível, deve-se reduzi-lo com medidas coletivas e administrativas, recorrendo à proteção individual apenas em último caso. Um exemplo clássico dessa falha é oferecer atendimento psicológico para tratar o burnout, uma ação curativa, sem realizar a revisão preventiva das metas abusivas que levaram o profissional ao esgotamento.</li>
</ul>



<p><br>Na perspectiva das mulheres, a cultura da alta performance frequentemente opera com uma lógica implícita: espera-se rapidez, entrega constante, presença permanente, adaptação contínua e produtividade elevada. O problema é que essa lógica foi construída historicamente sobre um modelo de trabalhador que não carrega as mesmas responsabilidades sociais atribuídas às mulheres. A maternidade é forma intensificada de trabalho de cuidado. Portanto, políticas concretas, como flexibilização de jornada e programas estruturados de apoio à parentalidade, são essenciais para modelos de trabalho que olhem para saúde mental e os requisitos da NR-01.<br>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Monitore, avalie e crie um plano de revisão de melhorias: garantir a saúde mental nas organizações não é um projeto com começo, meio e fim, mas, sim, um compromisso permanente com a gestão de riscos humanos. É preciso estruturar processos contínuos de monitoramento para avaliar a efetividade das ações e implementar ciclos de melhorias, garantindo que o ambiente apoie de fato o desenvolvimento pessoal e profissional. Analisar esses indicadores separadamente por gênero ao longo do tempo é essencial para medir se as ações estão, de fato, reduzindo desigualdades e sobrecargas.</li>
</ul>



<p>Construir uma cultura baseada no trabalho decente e na proteção holística dos colaboradores é o único caminho sustentável. Afinal, as melhores estratégias de negócio perdem todo o seu valor se a estrutura que as sustenta estiver exausta e vulnerável. E para as mulheres, isso significa enfrentar de forma direta a sobrecarga histórica do trabalho de cuidado, a desigualdade na divisão de responsabilidades fora do ambiente corporativo e os impactos da maternidade nas trajetórias profissionais.</p>



<p>Integrar o olhar sobre o trabalho de cuidado à gestão de saúde ocupacional deixou de ser uma pauta exclusiva de diversidade para se tornar uma exigência regulatória e estratégica fundamental. Ignorar esse recorte não apenas compromete a efetividade das ações previstas na NR-01, como perpetua um ciclo de adoecimento que já tem gênero definido.</p>
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		<title>Jovens médicos e lideranças nacionais discutem caminhos para a Medicina do futuro na AMRIGS</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2026 09:26:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina & Saúde Jovem]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[AMRIGS]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Penélope Palominos]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens médicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Programação envolveu especialistas, instituições médicas e representantes de todo o país em dois dias dedicados aos desafios das novas gerações Crédito: Divulgação Por Marcelo Matusiak&#160;&#160;&#160; Como preparar melhor os novos médicos para uma realidade profissional cada vez mais complexa, tecnológica e juridicamente exigente? Essa foi a pergunta que orientou o segundo e último dia do &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Programação envolveu especialistas, instituições médicas e representantes de todo o país em dois dias dedicados aos desafios das novas gerações</em></strong><strong></strong></p>



<p><strong><em>Crédito: Divulgação</em></strong></p>



<p><strong><em>Por Marcelo Matusiak&nbsp;&nbsp;&nbsp;</em></strong></p>



<p><strong>Como preparar melhor os novos médicos para uma realidade profissional</strong> <strong>cada vez mais complexa, tecnológica e juridicamente</strong> <strong>exigente</strong>? Essa foi a pergunta que orientou o segundo e último dia do Encontro da Comissão Nacional do Médico Jovem da AMB – Edição Rio Grande do Sul 2026, realizado neste sábado, dia 16 de maio, na sede da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), em Porto Alegre. A atividade reuniu acadêmicos, residentes, jovens profissionais, especialistas e representantes da Associação Médica Brasileira (AMB), da AMRIGS e do Conselho Federal de Medicina (CFM) para discutir formação, mercado de trabalho, inovação, segurança profissional e valorização da carreira.</p>



<p><strong>Oficinas teóricas e práticas</strong> &#8211; A manhã começou com oficinas teórico-práticas no Centro de Simulação e Treinamento da AMRIGS. Os participantes foram divididos em ações voltadas a situações frequentes da rotina assistencial, com ênfase em procedimentos importantes para o recém-formado.</p>



<p>Fabrizia Luz, acadêmica do 4º semestre do Centro Universitário CESUCA e membro do Departamento Universitário da AMRIGS, ressaltou a relevância do treinamento para a futura atuação profissional. Conforme relata, “fizemos o manejo de vias aéreas, do básico ao difícil, e gostei bastante, porque são coisas muito importantes para o dia a dia, quando formos trabalhar. Eu adorei a simulação, porque senti que aprendi bastante e consegui colocar em prática aquilo que tinha estudado”.</p>



<p>Para Ana Souza, também acadêmica do 4º semestre do Centro Universitário CESUCA, as dinâmicas foram fundamentais, independentemente da especialidade escolhida. “Treinar antes no manequim é essencial porque a gente previne riscos desnecessários ao paciente. A parte mais difícil, na minha percepção, foi a intubação sem o videolaringoscópio, apenas com o laringoscópio convencional. Com o equipamento visual, o procedimento se torna mais fácil”, observa.</p>



<p>As aulas contemplaram técnicas de sutura, drenagem de tórax e acesso venoso central, em atividade vinculada ao Colégio Brasileiro de Cirurgiões – Capítulo Rio Grande do Sul (CBC/RS), conduzida pelos médicos Gerson Junqueira Jr., presidente da AMRIGS e cirurgião geral e digestivo, e Gabriel Timm Junqueira. Também foram realizados treinamentos em manejo de via aérea, com a Dra. Mauren Matiazo e o Dr. Alexandre Cury, da Sociedade de Anestesiologia do Rio Grande do Sul (SARGS), e procedimentos gineco-obstétricos, com os&nbsp; doutores Roger Vinnícius Zarichta, Patrícia Tabile, Chrischelle Valsoler e o Breno José Acauan Filho, diretor de Finanças da AMRIGS e ginecologista e obstetra, com apoio da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Rio Grande do Sul (SOGIRGS).</p>



<p>A programação ainda incluiu análise crítica de artigos científicos, sob coordenação da Dra. Sandra Fuchs, com participação da Dra. Rafaela Rech; uso da inteligência artificial como ferramenta para a Medicina 4.0, com o Dr. Otávio Cunha e o diretor Científico e Cultural da AMRIGS, Dr. Guilherme Napp; além de prontuário seguro e declaração de óbito, com o representante da Comissão Nacional do Médico Jovem da AMRIGS (CNMJ/AMRIGS) e membro do Conselho de Representantes da AMRIGS, Dr. Aldir Dias, e a Dra. Franciele Corte.</p>



<p><strong>“Formei, e agora?” &#8211; </strong>A primeira palestra do dia tratou de finanças, segurança jurídica e associativismo na carreira do jovem médico. A Dra. Penélope Palominos, da Outliers Brasil (plataforma educacional focada em literacia financeira e investimentos) lembrou a importância de iniciar a organização financeira ainda nos primeiros anos de atuação, sem deixar o planejamento para a aposentadoria. Segundo ela, muitos profissionais chegam a uma fase avançada da vida com patrimônio acumulado, mas sem renda passiva suficiente para manter o padrão de vida. De acordo com a médica, o patrimônio construído durante a vida não deveria ser consumido para garantir a renda que faltou no planejamento. “O momento de começar é agora, ainda jovens, aos poucos, comprando ativos que possam gerar renda passiva no futuro”, alerta.</p>



<p>O assessor jurídico da AMRIGS, Dr. Luís Gustavo Andrade Madeira, chamou atenção para a organização jurídica, documental e contratual da atuação médica, medida essencial para reduzir riscos éticos, civis, trabalhistas, tributários e financeiros. Conforme explica, “um médico bem organizado juridicamente reduz riscos e passa a atuar com mais confiança. Desde a formação, e também na fase acadêmica, é importante buscar orientação, entender os documentos que envolvem a prática profissional e não deixar essas questões para depois”.</p>



<p>A médica Amanda dos Santos, representante da CNMJ, falou sobre associativismo e os impactos desse movimento na vida do jovem médico, destacando o suporte aos novos talentos e aos que já estão inseridos no mercado.</p>



<p>Já o representante da Comissão Nacional do Médico Jovem da AMRIGS (CNMJ/AMRIGS), Dr. Aldir Dias, tratou de riscos jurídicos e médico-legais. Conforme dados do CFM, em 2022 foram registrados mais de 133 mil processos éticos no país. Entre as áreas apontadas como de maior risco estão Cirurgia Plástica, Ginecologia e Obstetrícia e Ortopedia, especialidades que, pelas características dos atendimentos e intervenções realizadas, costumam concentrar maior exposição a questionamentos éticos, civis e profissionais. A programação da manhã também abordou o atendimento a pacientes Testemunhas de Jeová, em palestra com o presidente da Comissão de Ligação com Hospitais (COLIH Porto Alegre), Denissen Fossati. Ele explicou que a relação entre o médico e as famílias passa pela compreensão da posição desses pacientes em relação aos tratamentos, especialmente no uso de sangue. Durante a apresentação, mostrou estratégias como minimização da perda sanguínea, aumento da hematopoiese (processo pelo qual o organismo produz, principalmente na medula óssea, as células do sangue, como glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas), tolerância à anemia e manejo do sangue</p>
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		<title>Pressão alta avança no Brasil entre adultos jovens. Metade dos hipertensos ainda desconhece diagnóstico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 09:14:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Cardiologia da Rede Mater Dei]]></category>
		<category><![CDATA[Dra Patricia Tavares]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão arterial]]></category>
		<category><![CDATA[pressão alta]]></category>
		<category><![CDATA[pressão alta entre jovens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Doença silenciosa já atinge quase um em cada três brasileiros e está associada ao aumento de infartos, AVCs, insuficiência renal e casos de demência vascular. Foto: Divulgação&#8211;Mater Dei A hipertensão arterial continua avançando de forma silenciosa no Brasil e já atinge quase um terço da população adulta. Dados do Vigitel 2025, em levantamento anual do &#8230;</p>
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<p><strong><em>Doença silenciosa já atinge quase um em cada três brasileiros e está associada ao aumento de infartos, AVCs, insuficiência renal e casos de demência vascular.</em></strong></p>



<p><strong><em>Foto: Divulgação</em></strong>&#8211;<em>Mater Dei </em></p>



<p>A <strong>hipertensão arterial</strong> continua avançando de forma silenciosa no Brasil e já atinge quase um terço da população adulta. <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2026/janeiro/diabetes-cresce-135-no-brasil-em-18-anos-hipertensao-e-obesidade-tambem-avancam-saude-lanca-viva-mais-brasil-com-r-340-mi-para-a-promocao-da-saude">Dados do Vigitel 2025</a>, em levantamento anual do Ministério da Saúde, mostram que a prevalência da doença passou de 22,6%, em 2006, para 29,7% em 2024 &#8211; crescimento de 31% em menos de duas décadas. O cenário se torna ainda mais preocupante diante da estimativa de que cerca de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-05/dia-mundial-da-hipertensao-condicao-atinge-30-dos-adultos-no-brasil">metade dos hipertensos</a> não saiba que convive com a condição.</p>



<p>Considerada um dos principais fatores de risco para infarto, AVC, insuficiência cardíaca, insuficiência renal e até demência vascular, a hipertensão costuma evoluir sem sintomas aparentes durante anos. Em muitos casos, o diagnóstico só acontece após uma complicação grave.</p>



<p>De acordo com a <strong>cardiologista Patrícia Tavares</strong>, coordenadora do <strong>Serviço de Cardiologia da Rede Mater Dei de Saúde</strong>, “a hipertensão é uma doença silenciosa porque, em até 85% dos casos, não causa sintomas, mesmo quando a pressão está muito elevada. Muitas pessoas convivem com a condição sem saber e só descobrem após um infarto, um AVC ou alguma complicação cardiovascular importante”.</p>



<p>O impacto do diagnóstico tardio foi reforçado por um estudo publicado no ano passado no periódico científico <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen/fullarticle/2836402">JAMA Network Open</a>. A pesquisa mostrou que pacientes diagnosticados com hipertensão mais de um ano após apresentarem medições elevadas consecutivas tiveram risco aproximadamente 29% maior de desenvolver eventos cardiovasculares graves, como infarto, insuficiência cardíaca e AVC isquêmico.</p>



<p>O avanço da hipertensão acompanha outra mudança importante no perfil de saúde da população brasileira. Segundo o próprio Vigitel, no mesmo período em que a pressão alta cresceu 31%, os casos de obesidade aumentaram 118% e os diagnósticos de diabetes avançaram 135%. Atualmente, 62,6% dos adultos brasileiros estão acima do peso.</p>



<p>Para a Dra. Patrícia Tavares, essas doenças passaram a caminhar juntas e refletem mudanças importantes no estilo de vida da população. “Hipertensão, obesidade, diabetes, sedentarismo e alterações do sono formam um conjunto de fatores que aumentam significativamente o risco cardiovascular. O excesso de alimentos ultraprocessados, o consumo elevado de sódio, a falta de atividade física e o estresse crônico ajudam a explicar esse crescimento”, afirma.</p>



<p>Entre os principais fatores de risco modificáveis para hipertensão estão o consumo excessivo de sal, a baixa ingestão de frutas e vegetais, o sedentarismo, a obesidade, a resistência à insulina, o consumo frequente de álcool e os distúrbios do sono.</p>



<p>A preocupação em torno da doença levou a Sociedade Brasileira de Cardiologia, em conjunto com as sociedades brasileiras de Hipertensão e Nefrologia, a atualizar, em 2025, os parâmetros nacionais para diagnóstico e acompanhamento da pressão arterial. Com a publicação da <a href="https://www.scielo.br/j/abc/a/BXT7Vk4B9VKQnJFsJhgJ4Hn/?lang=pt"><strong>9ª Diretriz Brasileira de Hipertensão Arteria</strong>l</a>, a pressão de 120/80 mmHg, antes considerada normal, passou a ser classificada como pressão elevada ou pré-hipertensão. Pela nova recomendação, apenas valores abaixo disso são considerados ideais.</p>



<p>Segundo a especialista da Rede Mater Dei de Saúde, a mudança busca ampliar o rastreamento precoce e reduzir complicações futuras. “O objetivo é identificar pacientes em risco antes que eles desenvolvam lesões cardiovasculares importantes. Quanto mais cedo houver diagnóstico e controle da pressão, menores são as chances de complicações graves”, destaca.</p>



<p>Embora a hipertensão seja silenciosa na maior parte do tempo, alguns sintomas podem indicar emergência médica e exigem atendimento imediato, como dor de cabeça intensa, falta de ar, dor no peito, visão embaçada, sangramento nasal, confusão mental e fraqueza ou dormência em um dos lados do corpo. Pressão arterial igual ou superior a 180/110 mmHg é considerada situação de emergência.</p>



<p>A recomendação é que adultos acima de 20 anos façam a aferição da pressão arterial ao menos a cada dois anos. A partir dos 40 anos &#8211; ou antes, em pessoas com fatores de risco &#8211; o acompanhamento deve ser anual.</p>
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		<title>São Paulo recebe congresso de trauma ortopédico com atividades práticas para especialistas e residentes</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2026 09:19:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[CBTO 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Competição Inter Residências]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso de trauma ortopédico]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Luiz Henrique Penteado da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[presidente da SBOT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após o sucesso da edição anterior, um dos destaques será a Competição&#160;Inter-Residências Foto-crédito: Divulgação Casos complexos de fraturas, politraumatismos e infecções ortopédicas vão pautar o XXXI Congresso Brasileiro de&#160;Trauma&#160;Ortopédico (CBTO 2026), marcado para os dias 4 a 6 de junho, no Distrito Anhembi, em São Paulo. O evento reunirá ortopedistas&#160;traumatologistas, chefes de serviços, residentes e &#8230;</p>
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<p><strong><em>Após o sucesso da edição anterior, um dos destaques será a Competição&nbsp;Inter-Residências</em></strong></p>



<p><strong><em>Foto-crédito: Divulgação</em></strong></p>



<p>Casos complexos de fraturas, politraumatismos e infecções ortopédicas vão pautar o <strong>XXXI Congresso Brasileiro de&nbsp;Trauma&nbsp;Ortopédico (CBTO 2026),</strong> marcado para os dias 4 a 6 de junho, no Distrito Anhembi, em São Paulo. O evento reunirá ortopedistas&nbsp;traumatologistas, chefes de serviços, residentes e acadêmicos de medicina, para discutir os avanços e desafios da área.</p>



<p>Nesta edição, o congresso aposta em novos métodos de ensino, com uma proposta mais interativa, dinâmica e conectada à prática clínica. A programação científica contemplará desde fraturas complexas e infecções relacionadas até fraturas por fragilidade, além de temas essenciais no atendimento ao&nbsp;trauma, como o manejo inicial de membros mutilados em situações de emergência e as particularidades das fraturas pediátricas, que exigem abordagens distintas em relação aos adultos.</p>



<p>O evento também dará destaque ao cuidado do paciente politraumatizado, com discussões sobre condutas, tomada de decisão e integração entre equipes multidisciplinares, pontos críticos para a melhoria dos desfechos clínicos. Na programação ainda, workshops práticos (hands-on), que permitirão aos participantes aplicar técnicas e conceitos discutidos nas palestras em atividades supervisionadas por especialistas.</p>



<p>Conforme destaca o presidente da SBTO, <strong>Dr. Luiz Henrique Penteado da</strong> <strong>Silva</strong> “A proposta é ampliar a retenção do conhecimento e aproximar o conteúdo científico da realidade do dia a dia dos profissionais”.</p>



<p>O evento contará com mais de 100 palestrantes nacionais, além de convidados internacionais, como George S.M. Dyer e Mark C. Reilly, dos Estados Unidos, e Willem-Jan Metsemakers, da Bélgica.</p>



<p>&nbsp;<strong>Formação em foco</strong></p>



<p>Pensando no desenvolvimento das novas gerações, o CBTO 2026 contará com uma programação dedicada a residentes e estudantes de medicina, com atividades voltadas às principais demandas da formação prática e teórica em ortopedia e&nbsp;traumatologia.&nbsp;</p>



<p>Após o sucesso da edição anterior, um dos destaques será a Competição Inter-Residências, que reunirá jovens de todo o país em uma dinâmica que combina avaliação de conhecimentos, habilidades práticas e raciocínio clínico, promovendo aprendizado em um ambiente de troca e saudável competitividade.</p>



<p>“Para a Sociedade Brasileira de&nbsp;Trauma&nbsp;Ortopédico, investir na formação de residentes e estudantes é estratégico para o futuro da especialidade. O CBTO é estruturado para aproximar o ensino da prática real, estimular o raciocínio clínico e oferecer experiências que complementem a formação tradicional, preparando melhor os jovens médicos para os desafios do atendimento ao&nbsp;trauma&nbsp;ortopédico, que envolve situações complexas, de alta urgência e grande impacto funcional para os pacientes”, conclui o presidente.&nbsp;</p>



<p>Inscrições e informações: <a href="https://www.traumaortopedico.med.br/">https://www.traumaortopedico.med.br/</a></p>
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		<title>Câncer de intestino: sinais ignorados ainda atrasam diagnóstico no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 09:13:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[câncer colorretal]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de intestino]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Henrique Perobelli Schleinstein]]></category>
		<category><![CDATA[Rede de Hospitais São Camilo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com mais de 45 mil novos casos por ano, doença tem sintomas frequentemente confundidos com problemas benignos; especialistas alertam para a importância de investigar sinais persistentes. Foto-crédito: Freepik O câncer de intestino, também conhecido como câncer colorretal, ainda enfrenta dificuldades para o diagnóstico precoce devido à baixa percepção dos sinais iniciais da doença. O Instituto &#8230;</p>
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<p><strong><em>Com mais de 45 mil novos casos por ano, doença tem sintomas frequentemente confundidos com problemas benignos; especialistas alertam para a importância de investigar sinais persistentes.</em></strong></p>



<p><strong><em>Foto-crédito: Freepik</em></strong></p>



<p>O <strong>câncer de intestino</strong>, também conhecido como <strong>câncer colorretal</strong>, ainda enfrenta dificuldades para o diagnóstico precoce devido à baixa percepção dos sinais iniciais da doença. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima 45.630 novos casos por ano no Brasil, sendo 21.970 em homens e 23.660 em mulheres. A doença está entre as principais causas de morte no país, o que reforça a importância da detecção precoce como fator decisivo para ampliar as chances de cura.</p>



<p>Apesar dos números expressivos, os primeiros sintomas do câncer de intestino muitas vezes não são percebidos e podem ser confundidos com condições benignas, como hemorroidas ou problemas intestinais comuns. Entre os sinais de alerta mais frequentes estão sangue nas fezes, alteração do hábito intestinal (diarreia e/ou prisão de ventre), dor ou desconforto abdominal, fraqueza e anemia, perda de peso sem causa aparente, fezes mais finas e presença de massa abdominal.</p>



<p>Embora esses sintomas nem sempre indiquem câncer, especialistas reforçam a importância de investigar casos persistentes, garantindo diagnóstico correto e tratamento adequado. “A detecção precoce é um dos principais fatores para aumentar as chances de cura. Isso pode ser feito a partir da avaliação clínica e da realização de exames laboratoriais e de imagem”, explica o coloproctologista <strong>Dr. Henrique Perobelli Schleinstein</strong>, da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.</p>



<p>A Organização Mundial da Saúde recomenda o rastreamento de pessoas assintomáticas por meio do exame de sangue oculto nas fezes. Em caso de resultado positivo, a colonoscopia é indicada para detectar lesões ou pólipos.&nbsp;</p>



<p><strong>Fatores de risco</strong> – Entre os fatores associados ao câncer de intestino incluem idade acima de 50 anos, sedentarismo, excesso de peso e alimentação inadequada, com baixo consumo de fibras e alta ingestão de carnes processadas e carne vermelha. Também estão relacionados histórico familiar da doença, tabagismo, consumo de álcool e doenças inflamatórias intestinais. Em alguns casos, fatores ocupacionais, como exposição ao amianto, às radiações ionizantes e o trabalho noturno, que podem afetar o ritmo biológico, também contribuem para o desenvolvimento da doença.</p>



<p>A prevenção está diretamente ligada ao estilo de vida, com manutenção do peso, prática regular de atividade física e alimentação baseada em alimentos in natura, como frutas, verduras, legumes, cereais integrais e leguminosas. A redução do consumo de carnes processadas e carne vermelha e a cessação do tabagismo também são medidas recomendadas.</p>



<p>Conforme explica o Dr. Henrique Perobelli, “o câncer de intestino é tratável e apresenta altas chances de cura quando identificado precocemente.” O tratamento pode incluir cirurgia, além de radioterapia e quimioterapia, dependendo do estágio da doença.</p>



<p>Qualquer alteração persistente no funcionamento intestinal ou a presença de sinais incomuns deve ser investigada o quanto antes. A recomendação é não adiar a busca por avaliação médica, uma vez que o diagnóstico precoce é determinante para o sucesso do tratamento.</p>
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		<title>Ansiedade de separação em crianças e adolescentes ganha atenção com novos dados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2026 09:25:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente & Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade de separação]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade em crianças]]></category>
		<category><![CDATA[psicóloga clínica Sirlene Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de anisedade em crianças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: crédito-Freepik A ansiedade de separação é parte do desenvolvimento infantil, mas quando o medo de se afastar de figuras de apego se torna intenso e persistente, pode evoluir para o transtorno de ansiedade de separação (TAS). O quadro interfere na rotina familiar, escolar e social, provocando sofrimento significativo. Entre os sinais mais frequentes estão &#8230;</p>
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<p><strong><em>Foto: crédito-Freepik</em></strong></p>



<p>A <strong>ansiedade de separação</strong> é parte do desenvolvimento infantil, mas quando o medo de se afastar de figuras de apego se torna intenso e persistente, <strong>pode evoluir para o transtorno de ansiedade de separação</strong> (<strong>TAS)</strong>. O quadro interfere na rotina familiar, escolar e social, provocando sofrimento significativo. Entre os sinais mais frequentes estão recusa em ir à escola, choro diante da saída dos pais, dificuldade para dormir sozinho, pesadelos, angústia intensa e sintomas físicos como dores de estômago, náuseas e dores de cabeça.</p>



<p>Dados internacionais estimam que o transtorno esteja presente em 4% a 5% das crianças. Em amostras clínicas, esse índice pode chegar a 7,6%, especialmente em atendimentos de saúde mental. A média de início costuma ocorrer entre 6 e 7 anos. Estudos também indicam que crianças de contextos socioeconômicos mais vulneráveis apresentam risco maior, concentrando de 50% a 75% dos casos.</p>



<p>Pesquisas brasileiras ajudam a ampliar o cenário. Uma revisão aponta que cerca de 10% das crianças e adolescentes no país convivem com algum transtorno de ansiedade e que o TAS atinge aproximadamente 4%. Levantamentos nacionais mostram ainda prevalência de ansiedade variando de 1,7% a 34,8%, dependendo do contexto analisado. A insuficiência de estudos específicos sobre o transtorno reforça a importância de aprofundar o tema e ampliar o acesso ao diagnóstico.</p>



<p>Para a <strong>psicóloga clínica Sirlene Ferreira</strong>, São Paulo/SP, o transtorno ultrapassa a ansiedade esperada na infância. Segundo ela, a persistência do medo e o impacto na rotina exigem atenção especializada. “Mudança de escola ou casa, perdas familiares e predisposição genética estão entre os principais fatores associados ao início do quadro. O apoio de adultos é decisivo para que a criança desenvolva segurança emocional e aprenda a lidar com a separação”, explica Sirlene.</p>



<p>O tratamento recomendado envolve psicoterapia voltada às necessidades da criança e orientação familiar. A abordagem clínica ajuda a fortalecer a autoconfiança, reconhecer sentimentos e reduzir a angústia. Em situações mais graves, a avaliação médica pode indicar o uso de medicação como parte do cuidado. Sirlene Ferreira destaca que o diagnóstico precoce e o trabalho conjunto entre família, escola e profissionais de saúde fazem diferença no desenvolvimento emocional.</p>



<p>A combinação de dados nacionais e internacionais demonstra que o transtorno não é raro e pode ganhar complexidade quando não tratado. Também reforça a relevância de ampliar campanhas de conscientização e acesso a recursos de saúde mental na infância e na adolescência.</p>
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		<title>Livro &#8220;Respira, Mamãe!&#8221;: guia prático para pais, avós, cuidadores, professores e babás sobre as principais doenças respiratórias da infância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[portalmedicinaesaude]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2026 09:17:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estante de livros]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[doenças respiratórias em crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Mariana Kreibich Faccin]]></category>
		<category><![CDATA[guia para pais e avós]]></category>
		<category><![CDATA[Livro Respira Mamãe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As doenças respiratórias são a segunda maior causa de hospitalização de crianças de até quatro anos no Brasil, segundo dados do Sistema de Informações Hospitalares do SUS. Apesar disso, a maioria das famílias ainda chega ao consultório sem saber distinguir um resfriado comum de um quadro que exige atenção imediata. É com o objetivo de &#8230;</p>
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<p>As doenças respiratórias são a segunda maior causa de hospitalização de crianças de até quatro anos no Brasil, segundo dados do Sistema de Informações Hospitalares do SUS. Apesar disso, a maioria das famílias ainda chega ao consultório sem saber distinguir um resfriado comum de um quadro que exige atenção imediata. É com o objetivo de preencher essa lacuna que a <strong>médica Mariana Kreibich Faccin</strong>, otorrinolaringologista pediátrica do Hospital do Pulmão, de Blumenau (SC), lança o livro “<strong>Respira, Mamãe! Informação que acolhe. Cuidado que orienta”,</strong> disponível nas <a href="https://hotmart.com/pt-br/marketplace/produtos/respira-mamae-entendendo-as-doencas-respiratorias-na-infancia/O100458651U">versões e-book</a> e impressa.</p>



<p>Com linguagem acessível e embasamento científico, o livro orienta mães, pais, avós, cuidadores, professores e babás sobre as principais doenças respiratórias da infância, como otite, sinusite, laringite, pneumonia e outras, e explica as diferenças anatômicas entre as vias respiratórias de crianças e adultos, além de ajudar a identificar os sinais que pedem atenção médica imediata. Também aborda quando é possível observar com segurança em casa e traz dicas práticas para o dia a dia.</p>



<p>Dra. Mariana conta que resolveu escrever o livro ao perceber algo em comum em muitos pais ao longo da sua carreira médica. “Atendo crianças há mais de dez anos e, ao longo desse tempo, percebi que a maioria das consultas trazia a mesma angústia: pais perdidos, sem saber se deviam procurar um médico ou se podiam esperar passar. A desinformação assusta mais do que a doença em si. Escrevi esse livro porque acredito que cuidar começa pela informação e que toda família merece ter acesso a ela de forma clara e humana”, destaca a médica.</p>



<p>Na prática, isso significa que toda criança vai passar por episódios de tosse, coriza, febre e dificuldade para respirar e que a dúvida dos pais sobre quando se preocupar é absolutamente legítima. Otites de repetição, crises de laringite na madrugada, chiados que assustam fazem parte da rotina de milhões de famílias brasileiras, mas, raramente, chegam com manual de instruções. Por isso, o livro <strong>Respira, Mamãe</strong>! funciona exatamente como esse manual: organizado por condições, escrito sem jargão médico e pensado para ser consultado no momento em que a dúvida aparece.</p>



<p><strong>Onde encontrar</strong> &#8211; O livro Respira, Mamãe! está disponível em versão e-book e impressa na livraria BluLivro, na Amazon, e no site da editora em editorainverso.com.br. O<a href="https://hotmart.com/pt-br/marketplace/produtos/respira-mamae-entendendo-as-doencas-respiratorias-na-infancia/O100458651U"> e-book</a> também pode ser adquirido na plataforma Hotmart.</p>



<p><strong>Sobre a autora</strong> &#8211; A Dra. Mariana Kreibich Faccin é médica otorrinolaringologista com especialização em Otorrinolaringologia Pediátrica. Atua em Blumenau (SC) há mais de dez anos e integra o quadro clínico do Hospital do Pulmão, instituição referência em saúde respiratória no Vale do Itajaí.</p>



<p>Ao longo de sua trajetória, ela percebeu que o acesso à informação de qualidade era tão importante quanto o tratamento em si. Foram anos recebendo famílias angustiadas, cheias de dúvidas que poderiam ter sido respondidas com orientação clara e confiável. Essa percepção, aliada à sua vivência como mãe, motivou a escrita de Respira, Mamãe!, seu primeiro livro.</p>
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		<title>Rede Mário Penna inicia atendimentos no Hospital Regional de Teófilo Otoni a partir de 18 de maio</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2026 12:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hospitais do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Regiona de Téfilo Otoni]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Antônio Viana Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Mário Penna]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Mário Penna em Teófilo Otoni]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o início gradual dos atendimentos, o Hospital Regional de Teófilo Otoni vai beneficiar mais de 800 mil pessoas de mais de 50 municípios dos Vales do Mucuri e Jequitinhonha Imagem: Divulgação Dando continuidade ao recebimento das chaves no dia 15 de dezembro, a Rede Mário Penna expande seu projeto e inicia, na próxima segunda-feira, &#8230;</p>
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<p><strong><em>Com o início gradual dos atendimentos, o Hospital Regional de Teófilo Otoni vai beneficiar mais de 800 mil pessoas de mais de 50 municípios dos Vales do Mucuri e Jequitinhonha</em></strong></p>



<p><strong><em>Imagem: Divulgação</em></strong><strong></strong></p>



<p>Dando continuidade ao recebimento das chaves no dia 15 de dezembro, a <strong>Rede Mário Penn</strong>a expande seu projeto e inicia, na próxima segunda-feira, 18 de maio, o <strong>funcionamento do Hospital Regional de Teófilo Otoni/MG.</strong> Como primeiros atendimentos à população, a Rede iniciará a realização gradual de exames diagnósticos, sendo este um marco do avanço estratégico para a saúde pública do interior de Minas Gerais, ampliando o acesso da população a serviços essenciais com mais estrutura, tecnologia e segurança.</p>



<p>Nesta fase inicial, o hospital terá um atendimento assistencial com suporte de um parque tecnológico moderno, estruturado para garantir mais agilidade, precisão diagnóstica e segurança ao paciente. Entre os destaques estão dois tomógrafos computadorizados de última geração, capazes de realizar exames com alta definição de imagem e menor exposição à radiação. A unidade também passa a contar com mamografia, ampliando o acesso ao diagnóstico precoce do câncer de mama.</p>



<p>A estrutura é complementada por equipamentos de raio-X digital fixo, voltado para alta demanda hospitalar, e raio-X digital móvel, que permite a realização de exames à beira-leito em UTIs e enfermarias, garantindo mais segurança e evitando o deslocamento de pacientes. Além disso, ao longo dos próximos meses, o Hospital ainda contará com a expansão do serviço de imagem, com a implantação de novos equipamentos, como ultrassom e ressonância.</p>



<p>Além das novas aparelhagens já mencionadas, o hospital já recebeu um conjunto robusto de equipamentos assistenciais, que fortalecem sua capacidade de atendimento desde o início das atividades. Ao todo, o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG), já entregou equipamentos que somam um montante de aproximadamente R$ 24,8 milhões para a estruturação da unidade. Acrescido a este valor, mas por meio de Convênio, a SES também repassou cerca de R$120 milhões para a Rede Mário Penna, que já tem executado o recurso para outras aquisições.</p>



<p>A operação foi estruturada pela Rede Mário Penna, responsável pelo planejamento e pela gestão do hospital, com base no mapeamento das principais demandas da região. O projeto busca reduzir filas por exames e ampliar o acesso a serviços de média e alta complexidade para a população do Vale do Mucuri e do Vale do Jequitinhonha. A expectativa é atender uma população estimada em mais de 800 mil pessoas, distribuídas em mais de 50 municípios.</p>



<p>Para o Diretor-Presidente da Rede Mário Penna, <strong>Marco Antônio Viana Leite</strong>, o início das atividades representa a concretização de um projeto aguardado há anos. “Estamos colocando em funcionamento uma estrutura de saúde que mudará a assistência do território. Toda excelência e conhecimento da Rede Mário Penna estão sendo levados para a região, com uma capacidade de resposta às principais demandas de saúde. Isso só foi possível pela cooperação com o Governo de Minas e a Prefeitura de Teófilo Otoni, que acreditaram no potencial dessa operação”, afirma.</p>



<p><strong>Sobre o Hospital Regional de Teófilo Otoni</strong> &#8211; Com estrutura moderna e mais de 22 mil metros quadrados de área construída, o Hospital Regional de Teófilo Otoni contará com 427 leitos, distribuídos entre internação adulta, pediátrica, maternidade, UTIs adulto e neonatal. Entre as áreas prioritárias de atendimento, destacam-se: Centro de Tratamento de Queimados (Porte II); Linha de cuidado da obesidade grave; Neurocirurgia e Neurologia de alta complexidade; Maternidade de alto risco e assistência neonatal; Atendimento de urgência para AVC; Ortopedia, traumatologia e UTI adulto.</p>



<p>O hospital é o primeiro de cinco complexos regionais cuja conclusão foi retomada pelo Governo de Minas. Desde fevereiro de 2023, o Instituto Mário Penna assumiu a gestão da unidade, após processo licitatório, e conduz, atualmente, a fase de estruturação para equipar o hospital e viabilizar o início das operações.</p>



<p>Os recursos destinados à implantação da unidade são oriundos do acordo judicial relacionado ao rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, com repasses viabilizados por meio da atuação da Mesa de Conciliação e Prevenção de Conflitos do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais.</p>
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		<title>Crise aguda por asma: desafios do controle da doença no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2026 09:17:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Asma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A condição é responsável por cerca de 120 mil internações por ano no país, muitas delas associadas à falta de controle adequado da doença. Foto-crédito: Freepik No mês de maio, marcado pelo Dia Mundial da Asma, especialistas chamam atenção para o impacto das exacerbações (crises agudas) no sistema de saúde brasileiro. Dados do Sistema de &#8230;</p>
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<p><strong><em>A condição é responsável por cerca de 120 mil internações por ano no país, muitas delas associadas à falta de controle adequado da doença.</em></strong></p>



<p><strong><em>Foto-crédito: Freepik</em></strong></p>



<p>No mês de maio, marcado pelo <strong>Dia Mundial da Asma</strong>, especialistas chamam atenção para o impacto das exacerbações (crises agudas) no sistema de saúde brasileiro. Dados do Sistema de Informações Hospitalares do SUS, o SIH/SUS, mostram que a <strong>asma</strong> é responsável por cerca de 120 mil internações por ano no país, muitas delas associadas à falta de controle adequado da doença.</p>



<p>A <strong>asma</strong> é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas que afeta aproximadamente 20 milhões de brasileiros. Não tem cura e pode se manifestar por sintomas como falta de ar, chiado no peito e tosse. Quando não controlada, a condição pode evoluir para crises agudas que, frequentemente, demandam atendimento de urgência e, dependendo do caso, à hospitalização.</p>



<p>Apesar dos avanços no manejo da doença, o cenário ainda é desafiador. Crianças, idosos e populações em situação de maior vulnerabilidade estão entre os mais impactados pelas internações relacionadas à asma.&nbsp; Os atuais desafios do cenário de asma no Brasil são a educação continuada para especialistas e profissionais de saúde da atenção básica, a disponibilização das medicações &#8211; que são indicadas no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do Ministério da Saúde &#8211; podendo ou não estar no Farmácia Popular, e que almejam o controle dos sintomas e o risco futuro de exacerbações, a adesão ao tratamento adequado e a capacitação de profissionais para identificar e tratar a asma grave.</p>



<p>A asma grave, embora represente uma parcela menor dos casos, está associada a uma carga significativamente maior de morbidade, mortalidade e custos para o sistema de saúde. Pacientes com esse perfil apresentam exacerbações frequentes, maior risco de hospitalizações, uso recorrente de corticosteroides sistêmicos, piora da função pulmonar e doença não controlada, o que pode acarretar impactos clínicos relevantes ao longo do tempo. Além de os custos por paciente com asma grave podendo ser até dez vezes superiores aos custos por enfermo com a forma leve ou moderada da doença.</p>



<p><strong>Doença complexa e necessidade de controle – </strong>De acordo com o&nbsp;presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia – Regional Vale do Paraíba/Taubaté/SP, o <strong>pneumologista Dr. José Roberto</strong> <strong>Megda</strong>,“a asma é uma doença complexa, que exige acompanhamento contínuo e uma abordagem individualizada. Quando não controlada, pode impactar significativamente a maior qualidade de vida e levar a exacerbações graves”.</p>



<p>Os avanços na compreensão dos mecanismos inflamatórios da doença têm possibilitado o desenvolvimento de terapias mais direcionadas, afirma o médico, especialmente para pacientes com asma grave não controlada.&nbsp; Essas abordagens atuam em diferentes vias da inflamação e têm demonstrado reduzir exacerbações, hospitalizações e a necessidade de uso de corticosteroides orais.</p>



<p>Nesse contexto, o diagnóstico precoce e o manejo adequado são fundamentais para evitar a progressão da doença, perda de função pulmonar e reduzir o risco de complicações. Estratégias que incluem educação em saúde, adesão ao tratamento e acompanhamento regular são essenciais para alcançar o controle sustentado da asma, destaca.</p>



<p><strong>Avanços no cuidado e impacto no sistema de saúde &#8211; </strong>A adoção de diretrizes clínicas baseadas em evidências e o fortalecimento das linhas de cuidado podem contribuir para transformar o cenário do cuidado da asma no Brasil.&nbsp; A atualização do PCDT de asma representa um avanço importante ao se alinhar com diretrizes clínicas globais, como a Iniciativa Global para a Asma &#8211; GINA, e ampliar as opções terapêuticas disponíveis no sistema público de saúde, que podem levar a uma diminuição nos custos com aquisição de medicamentos e maior intervalo de aplicação de doses.</p>



<p>“O objetivo do tratamento da asma é prevenir exacerbações e garantir o controle da doença a longo prazo. Para isso, é essencial promover uma abordagem integrada do cuidado e ampliar o acesso às terapias adequadas”, destaca Dr. Megda.</p>



<p>O fortalecimento de políticas públicas voltadas à prevenção, diagnóstico e tratamento da asma, acrescenta, “é fundamental para reduzir o número de internações e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Ao mesmo tempo, a incorporação de inovações em saúde tem potencial para contribuir com sistemas de saúde mais eficientes e sustentáveis, reduzindo a carga assistencial associada às exacerbações”.</p>
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		<title>Como evitar que o cansaço e os voos longos virem um problema na Copa de 2026</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2026 09:11:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[alerta imoblidade em voos]]></category>
		<category><![CDATA[cardiologista Dr. André Brandão]]></category>
		<category><![CDATA[Kora Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[trombose em voos]]></category>
		<category><![CDATA[Trombose Venosa Profunda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cardiologista alerta para os riscos da imobilidade prolongada durante a maratona de viagens entre as sedes do Mundial Crédito-foto: Freepik A jornada para acompanhar a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026 exigirá dos torcedores muito mais do que disposição para torcer. Com sedes espalhadas por três países, a maratona de voos longos e &#8230;</p>
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<p><strong><em>Cardiologista alerta para os riscos da imobilidade prolongada durante a maratona de viagens entre as sedes do Mundial</em></strong></p>



<p><strong><em>Crédito-foto: Freepik</em></strong></p>



<p>A jornada para acompanhar a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026 exigirá dos torcedores muito mais do que disposição para torcer. Com sedes espalhadas por três países, a <strong>maratona de voos longos e</strong> <strong>deslocamentos aéreos frequentes</strong> acende um <strong>alerta para a Trombose Venosa</strong> <strong>Profunda (TVP).</strong> O problema que ocorre quando o sangue forma um coágulo nas veias profundas, geralmente nas pernas, pode ser evitado com planejamento e medidas simples de bem-estar durante o trajeto.</p>



<p>O cardiologista da Kora Saúde, <strong>Dr. André Brandão</strong>, em Vitória/ES, explica que o coração e o sistema circulatório sentem os efeitos da imobilidade prolongada em cabines pressurizadas. Segundo ele, “quando passamos muitas horas sentados, a falta de atividade muscular nas pernas dificulta o retorno do sangue, o que pode levar ao inchaço e à formação de trombos. Em casos mais graves, esse coágulo pode se desprender e atingir os pulmões, reforçando a importância de o torcedor estar atento aos sinais do corpo desde o primeiro embarque”.</p>



<p>Para garantir que a viagem seja tranquila, o especialista recomenda que o passageiro transforme o tempo de voo em um momento de cuidado ativo, e orienta a ingestão abundante de água para manter a fluidez do sangue e a realização de exercícios leves com os pés e pernas, mesmo sem sair do assento. “<em>Essas pequenas pausas para movimento e a escolha por roupas que não comprimam o corpo são estratégias fundamentais para que o torcedor chegue ao seu destino com a saúde cardiovascular protegida e pronto para a festa nos estádios</em>”, orienta o médico, destacando uma check-list de viagem, com dicas importantes para uma viagem tranquila. Confira:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Mantenha a &#8220;bomba das pernas&#8221; ativa</strong> &#8211; A panturrilha funciona como um segundo coração, ajudando a empurrar o sangue de volta para cima. Mesmo sentado, você deve movimentar os pés como se estivesse acelerando um carro ou fazendo círculos com os tornozelos a cada hora. Isso estimula a contração muscular e impede que o sangue fique parado, o que é a principal causa dos coágulos.</li>



<li><strong>Hidratação é combustível circulatório &#8211; </strong>O ar seco da cabine do avião favorece a desidratação, o que torna o sangue mais &#8220;espesso&#8221; e difícil de circular. Beber água regularmente e evitar o excesso de álcool ou cafeína, que desidratam o corpo, mantém o volume sanguíneo ideal e facilita o trabalho do sistema cardiovascular durante longos períodos de repouso.</li>



<li><strong>Atenção ao vestuário e pausas de movimento &#8211; </strong>Evite calças jeans muito apertadas ou meias com elásticos fortes que marquem a pele, pois elas funcionam como um garrote, dificultando a passagem do sangue. Sempre que o aviso de cintos estiver desligado, aproveite para caminhar pelo corredor por cinco minutos. Esse simples deslocamento é suficiente para reativar toda a circulação sistêmica e reduzir a pressão nas veias das pernas.</li>
</ul>
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