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Inovação aberta, automação e inteligência artificial foram abordadas durante ADLM 2026

CEO da Seegene Brasil, Guilherme Ambar, com lideranças do setor diagnóstico laboratorial.

A Seegene participou da delegação brasileira presente ao ADLM 2026, maior encontro mundial dedicado ao diagnóstico in vitro, realizado em Anaheim, na Califórnia, Estados Unidos. Representando a empresa, o biólogo e CEO da Seegene Brasil e diretor de Inovação da Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial – CBDL, Guilherme Ambar, acompanhou as discussões sobre as principais tendências que estão transformando o diagnóstico e destacou iniciativas da companhia voltadas à inovação e à integração tecnológica.

Entre os destaques apresentados por Guilherme Ambar está o programa Open Innovation, desenvolvido pela Seegene em parceria com a Springer Nature e a Microsoft. A iniciativa, ressalta, disponibiliza a tecnologia da empresa para pesquisadores desenvolverem seus próprios testes, favorecendo uma abordagem mais descentralizada e próxima das necessidades de diferentes regiões. Durante o evento, ele informou aos participantes de que o “Programa é uma forma de aproximar o desenvolvimento tecnológico da realidade local, permitindo que pesquisadores possam criar soluções voltadas às necessidades específicas de suas populações.”

Outro tema abordado foi o avanço da automação associado à inteligência artificial. Segundo Guilherme Ambar, à medida que aumentam a complexidade dos testes, o volume de amostras, a variedade de doenças investigadas e o número de metodologias utilizadas, torna-se fundamental incorporar IA aos equipamentos para reduzir perdas, tempo de processamento e necessidade de retestes, além de possibilitar a previsão de eventuais erros.

Para o CEO da Seegene Brasil, um dos grandes potenciais da IA está justamente na integração de todo o fluxo de trabalho (workflow) da biologia molecular. Esse conjunto de etapas abrange desde o recebimento e a preparação da amostra até a realização do teste, o processamento dos dados e a obtenção do resultado. “Com modelos muito mais robustos, somos hoje capazes de integrar diferentes técnicas, padronizar amostras, estabelecer a comunicação entre equipamentos que utilizam diferentes linguagens de dados e integrar essas informações em direção ao desfecho clínico”, destaca. 

A participação no ADLM reforçou a visão da Seegene de que o futuro do diagnóstico passa não apenas por testes mais avançados, mas pela integração entre tecnologia, automação, dados e inteligência para tornar os processos mais eficientes e conectados às necessidades da saúde.

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