Mater Dei (MATD3) entra em “novo ciclo de crescimento” e vira Top Pick do BTG Pactual, que projeta alta de 45% nas ações

Relatórios recentes de grandes bancos destacam recuperação operacional consistente e “valuation” atrativo; BTG eleva recomendação para “Compra” e vê papel negociando a 10x o lucro
A Rede Mater Dei de Saúde (MATD3) consolidou seu novo ciclo de crescimento e eficiência operacional, movimento chancelado pelos principais analistas do mercado financeiro. Em relatório divulgado recentemente, o BTG Pactual elevou a recomendação das ações da companhia de “neutro” para “Compra”, estipulando um novo preço-alvo de R$ 7,00 para 2026 — o que representa um potencial de valorização (upside) de aproximadamente 45% sobre o valor atual.
A análise do BTG destaca que a Rede Mater Dei entrou em um “ciclo de recuperação em 2025, que veio para ficar”, tornando-se a small cap favorita do banco no setor de saúde. O relatório aponta que a companhia negocia a um múltiplo atraente de menos de 10 vezes o lucro projetado para 2026, configurando um “ponto de entrada atrativo” para investidores.
O otimismo do mercado reflete a entrega consistente de resultados. No terceiro trimestre de 2025, a companhia registrou a maior receita, maior ticket médio, maior EBITDA e melhor margem da série histórica, considerando seu portfólio atual.
O BTG também enfatizou a métrica da taxa de ocupação hospitalar, que atingiu 78,7% em outubro de 2025 — o maior nível para o mês na última década —, sinalizando um quarto trimestre forte e com margens robustas.
Além do BTG, o Banco Safra também repercutiu positivamente o desempenho da Rede. Em análise publicada em novembro, a equipe do Safra destacou os bons resultados “sustentados pela estabilização do crescimento nos hospitais mais maduros e pela continuidade da expansão das unidades de Nova Lima e Salvador”. Ressaltou ainda que os resultados operacionais, como o EBITDA e o Lucro Líquido, superaram as estimativas do banco e do consenso de mercado. Com isso, os especialistas apontam que o papel da Mater Dei torna-se cada vez mais atrativo.
Para José Henrique Salvador, CEO da Rede Mater Dei, os relatórios corroboram o sucesso da estratégia de foco em eficiência e alocação disciplinada de capital implementada no último ano.
“Recebemos essa leitura do mercado como um reconhecimento do esforço coletivo de nossos milhares de colaboradores”, aponta o executivo, destacando que “2025 foi um ano de consolidação das integrações e crescimento das novas unidades, onde provamos que é possível combinar a excelência assistencial — algo que está no nosso DNA há 45 anos — com uma gestão financeira rigorosa e eficiente. Sendo assim, entramos em 2026 prontos para capturar ainda mais valor para nossos acionistas, mantendo o paciente no centro de tudo o que fazemos.”
Relatórios recentes de grandes bancos destacam recuperação operacional consistente e “valuation” atrativo; BTG eleva recomendação para “Compra” e vê papel negociando a 10x o lucro
A Rede Mater Dei de Saúde (MATD3) consolidou seu novo ciclo de crescimento e eficiência operacional, movimento chancelado pelos principais analistas do mercado financeiro. Em relatório divulgado recentemente, o BTG Pactual elevou a recomendação das ações da companhia de “neutro” para “Compra”, estipulando um novo preço-alvo de R$ 7,00 para 2026 — o que representa um potencial de valorização (upside) de aproximadamente 45% sobre o valor atual.
A análise do BTG destaca que a Rede Mater Dei entrou em um “ciclo de recuperação em 2025, que veio para ficar”, tornando-se a small cap favorita do banco no setor de saúde. O relatório aponta que a companhia negocia a um múltiplo atraente de menos de 10 vezes o lucro projetado para 2026, configurando um “ponto de entrada atrativo” para investidores.
O otimismo do mercado reflete a entrega consistente de resultados. No terceiro trimestre de 2025, a companhia registrou a maior receita, maior ticket médio, maior EBITDA e melhor margem da série histórica, considerando seu portfólio atual.
O BTG também enfatizou a métrica da taxa de ocupação hospitalar, que atingiu 78,7% em outubro de 2025 — o maior nível para o mês na última década —, sinalizando um quarto trimestre forte e com margens robustas.
Além do BTG, o Banco Safra também repercutiu positivamente o desempenho da Rede. Em análise publicada em novembro, a equipe do Safra destacou os bons resultados “sustentados pela estabilização do crescimento nos hospitais mais maduros e pela continuidade da expansão das unidades de Nova Lima e Salvador”. Ressaltou ainda que os resultados operacionais, como o EBITDA e o Lucro Líquido, superaram as estimativas do banco e do consenso de mercado. Com isso, os especialistas apontam que o papel da Mater Dei torna-se cada vez mais atrativo.
Para José Henrique Salvador, CEO da Rede Mater Dei, os relatórios corroboram o sucesso da estratégia de foco em eficiência e alocação disciplinada de capital implementada no último ano.
“Recebemos essa leitura do mercado como um reconhecimento do esforço coletivo de nossos milhares de colaboradores”, aponta o executivo, destacando que “2025 foi um ano de consolidação das integrações e crescimento das novas unidades, onde provamos que é possível combinar a excelência assistencial — algo que está no nosso DNA há 45 anos — com uma gestão financeira rigorosa e eficiente. Sendo assim, entramos em 2026 prontos para capturar ainda mais valor para nossos acionistas, mantendo o paciente no centro de tudo o que fazemos.”




