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	<title>psicóloga Lívia Aureliano Archives - Portal Medicina e Saúde</title>
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		<title>Sociedade x autismo: 5 dicas essenciais para uma interação respeitosa</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jun 2023 10:43:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Especialista em Transtorno do Espectro Autista destaca comportamentos a serem evitados na convivência com crianças e adolescentes autistas Foto: Canva Divulgação Em um mundo cada vez mais diverso, é fundamental aprender a conviver com as diferenças e respeitar a singularidade de cada indivíduo. No contexto do Transtorno do Espectro Autista (TEA), onde o número de &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Especialista em Transtorno do Espectro Autista destaca comportamentos a serem evitados na convivência com crianças e adolescentes autistas</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Foto: Canva Divulgação</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um mundo cada vez mais diverso, é fundamental aprender a conviver com as diferenças e respeitar a singularidade de cada indivíduo. No contexto do <strong>Transtorno do Espectro Autista</strong> (<strong>TEA</strong>), onde o número de diagnósticos tem aumentado significativamente, a educação sobre o tema e a busca por uma convivência harmoniosa e inclusiva tornam-se ainda mais relevantes. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que existam cerca de 70 milhões de pessoas com diagnóstico de autismo em todo o mundo. No Brasil, esse número pode chegar a dois milhões de pessoas com algum grau do transtorno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o objetivo de auxiliar nessa conscientização, a clínica TatuTEA, de São Paulo/SP, referência no cuidado de neurodivergentes, especialmente autistas, traz valiosas orientações. Conforme destaca a psicóloga Lívia Aureliano, Doutora em Análise do Comportamento Aplicada (ABA), <em>“c</em><em>om o aumento de diagnósticos de TEA, é inevitável que tenhamos contato com pessoas no espectro autista, em diferentes contextos da vida. Portanto, é responsabilidade de todos buscar o conhecimento adequado e adotar atitudes inclusivas, buscando a compreensão e aceitação das particularidades de cada pessoa autista, a fim de promover uma convivência respeitosa e inclusiva</em><em>”.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma orientação importante, por exemplo, é evitar questionar os autistas em filas prioritárias ou qualquer situação que exija comprovação. De acordo com a especialista, é importante compreender que eles não precisam provar sua condição. <em>“</em><em>É necessário proporcionar um ambiente de inclusão e respeito para todos.</em><em> </em><em>Essa postura contribui para a promoção da autonomia e da igualdade de oportunidades dessas pessoas em todas as esferas da vida</em><em>”</em>, ressalta a especialista apontando cinco dicas essenciais para um convívio respeitoso com pessoas que fazem parte do Espectro Autista:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1">
<li><strong>Não faça suposições ou estereótipos:</strong> evite generalizações ou estereótipos sobre o autismo. Cada indivíduo no espectro autista é único, com suas próprias características e necessidades. Portanto, não pense que todos os autistas compartilham as mesmas habilidades ou desafios.</li>
</ol>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Não ignore suas necessidades de comunicação: </strong>respeite e valorize as diferentes formas de comunicação utilizadas pelos autistas. Alguns podem preferir a comunicação não verbal, enquanto outros podem utilizar a fala, a escrita ou a tecnologia assistiva. Não ignore ou desvalorize essas formas de expressão, mas esteja aberto e receptivo a elas.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Não force a interação social</strong>: cada autista tem seu próprio conforto e limite em relação à interação social. Evite pressionar ou forçar um autista a se envolver em situações sociais que lhe causem desconforto. Respeite seu espaço e permita que ele decida quando e como deseja se envolver socialmente.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Não faça comentários ofensivos, depreciativos</strong> <strong>ou que desvalorizem suas habilidades</strong><strong>:</strong> eles julgamentos podem causar danos emocionais e prejudicar sua autoestima. Em vez disso, foque em valorizar suas conquistas e reconhecer suas habilidades únicas.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Não minimize suas experiências ou desafios</strong>: evite minimizar as dificuldades enfrentadas pelos autistas. As lutas e os desafios que eles enfrentam podem ser diferentes de pessoas neurotípicas. Portanto, não menospreze suas experiências, mas esteja disposto a ouvir, entender e oferecer apoio quando necessário.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme explica Lívia Aureliano, a convivência respeitosa com pessoas no espectro autista é um desafio que requer conhecimento e empatia. Nesse sentido, acrescenta, <em>“r</em><em>espeite os limites pessoais de pessoas no espectro autista. Esteja atento aos sinais de desconforto e, sempre que possível, crie um ambiente tranquilo e acolhedor para eles. Além disso, outra dica é utilizar uma linguagem objetiva, evitando metáforas ou ironias, e dê tempo para que eles processem as informações e respondam. Evite mudanças bruscas e, caso necessário, informe-as antecipadamente, possibilitando que eles se preparem para a transição. Por fim, mas não menos importante, ajude a criar oportunidades em que crianças e adolescentes autistas possam participar de atividades em grupo, respeitando suas necessidades individuais</em><em>”.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O conhecimento, observa a psicóloca, é a chave para o respeito e a valorização da diversidade, contribuindo para que pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) tenham oportunidades igualitárias e uma vida com mais autonomia. A educação e a sensibilização são ferramentas poderosas para derrubar estigmas e preconceitos, permitindo que todos os indivíduos sejam reconhecidos e valorizados em sua plena capacidade.</p>
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