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	<title>Organização Mundial de Saúde Archives - Portal Medicina e Saúde</title>
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		<title>Como combater o Burnout no ecossistema escolar?</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Apr 2023 11:49:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rossandro Klinjey, embaixador e co-fundador da Educa Em 1999, o Ministério da Saúde classificou a Síndrome de Burnout na lista de doenças relacionadas ao trabalho. No começo do ano passado, esse movimento foi repetido, porém, desta vez, em escala global, já que a Organização Mundial de Saúde também adicionou a enfermidade como um problema &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Por <strong>Rossandro Klinjey</strong>, embaixador e co-fundador da </em><a href="https://sejaeduca.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Educa</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1999, o Ministério da Saúde classificou a <strong>Síndrome de Burnout</strong> na lista de <strong>doenças relacionadas ao trabalh</strong>o. No começo do ano passado, esse movimento foi repetido, porém, desta vez, em escala global, já que a <strong>Organização Mundial de Saúde</strong> também adicionou a enfermidade como um problema atrelado às tarefas ocupacionais. Reconhecida por se tratar de um estado de <strong>exaustão crônica</strong>, o distúrbio ocorre, principalmente, após períodos prolongados de <strong>estresse </strong>e costuma desencadear entre profissionais que lidam com altas responsabilidades e pressão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje os professores acabam sendo um exemplo bastante recorrente e vulnerável à essa patologia, principalmente devido à natureza exigente de trabalho, ao estresse de cuidar dos estudantes e a fadiga social relacionada às atividades na área educacional.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como se as próprias exigências profissionais já não fossem o bastante, não são raros levantamentos que apontam que educadores precisam lidar com condições de trabalho problemáticas, como número elevado de estudantes, cargas de trabalho extenuantes, conflitos com alunos ou até mesmo com as famílias, que, muitas vezes, exigem ambiguidade de papel de educador e cuidador.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não à toa, um estudo conduzido pela Revista Brasileira de Medicina do Trabalho com professores da rede pública indicou que 70,13% dos profissionais apresentavam sintomas de burnout. Dentre eles, 85% sentiam-se ameaçados em sala de aula, enquanto 44% cumpriam uma jornada de trabalho superior a 60 horas semanais. Além dos números alarmantes, a pesquisa constatou que o alto índice da doença entre os educadores se dá pelo medo da violência no ambiente escolar, além da jornada excessiva, os baixos salários e a falta de suporte, recursos e reconhecimento pelo seu trabalho.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A somatória de todos esses fatores acaba gerando um enorme estresse ao cotidiano desses profissionais, afetando também diretamente a sua qualidade de vida. Problemas como esgotamento mental, cansaço físico, dificuldade de concentração, insônia, além de distúrbios de memória e irritabilidade são alguns dos sintomas mais comuns do burnout. Vale dizer ainda que o esgotamento mental, no caso dos educadores, gera consequências importantes na própria qualidade do ensino, tornando o impacto desse problema ainda mais grave.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto que não pode ser ignorado nesse contexto é a pandemia, que acabou trazendo novos desafios para a classe, principalmente sobre a necessidade de adaptação ao ensino remoto de maneira atropelada. Isso, sem dúvida, ampliou os níveis de estresse e ansiedade entre os professores. Mais do que isso, os docentes tiveram que lidar ainda com toda a incerteza do cenário e, é claro, com o próprio medo ou de algum parente próximo adoecer. Diante desse contexto, não é de se espantar o resultado apontado por uma pesquisa feita pela Nova Escola mostrando que 72% dos educadores tiveram a saúde mental afetada durante o período mais crítico do novo coronavírus.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muito embora a síndrome do burnout não apresente uma cura específica, existe tratamento e, sobretudo, prevenção. O foco nesse sentido passa muitas vezes pela aproximação dos gestores com o objetivo de criar ferramentas e suporte para que os educadores consigam atuar em melhores condições. Atitudes simples que visem uma melhor divisão de tarefas, a fim de evitar o acúmulo de funções e preservar a jornada de trabalho, além do reconhecimento profissional já são passos importantes para assegurar o aumento da motivação e bem-estar emocional dos professores e, assim, evitar os sintomas mais comuns da doença.&nbsp; O burnout é uma questão séria que deve ser mitigada com afinco pelos gestores escolares. Afinal, o problema afeta tanto a saúde física e mental dos profissionais envolvidos, quanto pontos ligados ao ambiente educacional, como a qualidade do ensino e a retenção de educadores. Por isso, é importante que as instituições reconheçam esses sinais de esgotamento e busquem ferramentas que os ajudem a lidar com o estresse e a prática do autocuidado. Afinal, zelar por quem é o responsável pela educação de nossas crianças e jovens, é cuidar do futuro do país.&nbsp;</p>
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		<title>SBOC alerta para prevenção da monkeypox em pacientes oncológicos</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2022 10:25:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar da baixa letalidade, pessoas com imunidade reduzida podem apresentar quadro grave da doença Imagem de&#160;Alexandra_Koch&#160;por&#160;Pixabay&#160; O primeiro óbito no Brasil, em decorrência da monkeypox, ocorreu no final de julho, em um paciente imunossuprimido, em tratamento oncológico. No mesmo período, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o surto da doença é uma ‘Emergência de &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Apesar da baixa letalidade, pessoas com imunidade reduzida podem apresentar quadro grave da doença</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Imagem de&nbsp;<a href="https://pixabay.com/pt/users/alexandra_koch-621802/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=7224665">Alexandra_Koch</a>&nbsp;por&nbsp;<a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=7224665">Pixabay</a>&nbsp;</em><em></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro óbito no Brasil, em decorrência da <em><strong>monkeypox</strong></em>, ocorreu no final de julho, em um paciente imunossuprimido, em <strong>tratamento oncológico</strong>. No mesmo período, a <a href="https://www.who.int/en/">Organização Mundial da Saúde (OMS)</a> declarou que o surto da doença é uma ‘Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional’. Diante desse cenário, a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) ressalta a importância da prevenção, especialmente para pacientes oncológicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a OMS, estão no grupo de pessoas vulneráveis a desenvolverem formas mais graves de <em>monkeypox</em> os recém-nascidos e aquelas com imunossupressão – condição em que ocorre baixa resposta imune do organismo devido ao tratamento de doenças autoimunes ou câncer, e em pacientes transplantados. Caso esses pacientes sejam infectados, eles podem vir a desenvolver quadros mais graves da doença, como infecções da pele, pneumonia, confusão mental, cegueira e sepse. “Por isso, é muito importante manter medidas de prevenção semelhantes às do coronavírus, como o uso de máscara, higienização das mãos e distanciamento físico”, enfatiza o presidente da SBOC, Prof. Dr. Paulo M. Hoff.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale ressaltar que a <em>monkeypox</em> – apesar de também ser conhecida como “varíola dos macacos”, devido ao fato de ter sido identificada, inicialmente, em macacos em um laboratório dinamarquês, em 1958, os primatas não a transmitem. Segundo a OMS, a maioria dos animais suscetíveis a este tipo de varíola atualmente são roedores, como ratos e cão-da-pradaria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Transmissão </strong>&#8211; O primeiro caso humano foi identificado em uma criança na República Democrática do Congo em 1970, e sua transmissão ocorre por contato próximo com lesões, fluidos corporais, gotículas respiratórias e materiais contaminados, como roupas de cama.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre seus principais sintomas estão: febre, dor de cabeça e no corpo, fraqueza, inchaço dos gânglios linfáticos e erupções ou lesões cutâneas, que podem acometer rosto, mãos, pés, genitais, boca e olhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Geralmente, os sintomas da doença duram de duas a quatro semanas e desaparecem sem a necessidade de tratamento. No entanto, o medicamento antiviral <em><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/tecovirimat">Tecovirimat</a></em>, inicialmente desenvolvido para a varíola comum, tem apresentado bons resultados no combate a <em>monkeypox</em> e há expectativa de que, em breve, esteja disponível no Brasil, junto com a vacina, que deverá ser aplicada a princípio em grupos prioritários. Apesar da baixa letalidade, em um primeiro momento, devemos ficar atentos ao avanço da <em>monkeypox</em>, pois tem sido algo muito dinâmico”, complementa o oncologista clínico.</p>
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		<title>Fiocruz constrói novo centro hospitalar e investe em ensaios clínicos com OMS</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2020 02:38:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A unidade terá 200 leitos exclusivos de tratamento intensivo e semi-intensivo de pacientes graves infectados pelo novo coronavírus (foto: Divulgação Fiocruz) fonte: Fiocruz Notícias O Portal Medicina e Saúde divulga mais uma ação importante de combate à pandemia de Covid-19. A boa notícia vem da Fiocruz, entidade que é referência no país na área de &#8230;</p>
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong><em>A unidade terá 200 leitos exclusivos de tratamento intensivo e semi-intensivo de pacientes graves infectados pelo novo coronavírus (foto: Divulgação Fiocruz)</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>fonte: Fiocruz Notícias</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Portal Medicina e Saúde divulga mais uma ação importante de combate à pandemia de Covid-19. A boa notícia vem da Fiocruz, entidade que é referência no país na área de ciência em saúde. A Fundação é a principal instituição não universitária de formação e qualificação profissional de pessoal para o Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Fiocruz Notícias, A Fundação iniciou a construção, no Rio de Janeiro, do Centro Hospitalar para a Pandemia de Covid-19- Instituto Nacional de Infectologia, que auxiliará os governos estadual e municipal no combate à doença. A unidade hospitalar em montagem rápida terá 200 leitos exclusivos de tratamento intensivo e semi-intensivo de pacientes graves infectados pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Feita em parceria com o Ministério da Saúde (MS), a iniciativa contará também com um sistema de apoio diagnóstico para todos os exames necessários, incluindo os de imagem, como tomografia computadorizada. Os leitos serão coordenados pelo Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), unidade de referência da Fundação na área de pesquisas clínicas e atenção especializada em doenças infecciosas, e que já atua também como referência para o atendimento a pacientes graves de Covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No novo espaço, também serão realizadas <strong>ações do ensaio clínico Solidariedade (Solidarity), da Organização Mundial da Saúde (OMS), liderado no Brasil pela Fiocruz</strong>. Lançada pela OMS na última sexta-feira (20/3), a iniciativa tem como objetivo investigar a eficácia de quatro tratamentos para a Covid-19 e será implementada em 18 hospitais de 12 estados, com o apoio do Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit) do MS e coordenação do INI/Fiocruz. O estudo Solidarity é uma conjugação de esforços em todo o mundo, para dar uma resposta rápida sobre que medicamentos são eficazes no tratamento da Covid-19 e quais são ineficazes e não devem ser utilizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de ter quatro linhas de tratamento definidas, uma das premissas do estudo é que ele seja adaptável, ou seja, caso surjam novas evidências, as linhas podem ser adequadas, com descontinuação de drogas que se mostrem ineficazes e incorporação de medicamentos que venham a se mostrar promissores. Nesse tipo de estudo, uma comissão central tem acesso a todos os dados e faz análises durante todo o processo, evitando que os pacientes sejam expostos a drogas ineficazes ou com toxicidade elevada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Fiocruz Notícias, durante entrevista coletiva da última sexta-feira (27/3), para lançamento do projeto, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, disse que “o momento é crítico em relação à pandemia de Covid-19”. Ela traçou dois objetivos cruciais: “salvar vidas, tendo em vista o aumento do número de casos, e proteger o SUS”. Nísia lembrou que, além do novo coronavírus, outras enfermidades continuarão a representar problemas graves para o sistema público de saúde em um país continental que tem imensas desigualdades sociais e no qual muitas pessoas moram locais de grande aglomeração e densidade demográfica. Em função desse panorama desafiador, a presidente anunciou duas ações importantes: uma colaboração com a Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro e com o Ministério da Saúde para a construção do Centro Hospitalar para a Pandemia de Covid-19 &#8211; INI, que em 40 dias vai disponibilizar 100 leitos. Outros 100 leitos serão entregues nas próximas semanas, totalizando 200 leitos, todos destinados a pacientes graves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nísia recordou que a Fiocruz, que em 2020 completa 120 anos, tem uma história dedicada ao enfrentamento das emergências sanitárias e em infectologia. “Nosso objetivo é minorar ao máximo os efeitos da pandemia. Estamos trabalhando em todas as frentes do combate ao novo coronavírus e nossos dois institutos, de produção de vacinas e medicamentos, participam ativamente desse esforço”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O subsecretário-geral da Secretaria estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Roberto Pozzan, elogiou a oferta de leitos neste momento crítico e afirmou que o rápido avanço da pandemia exige uma articulação entre todas as instituições do setor. Segundo ele, “as evidências científicas devem ser analisadas com rigor e devem embasar as políticas públicas para o enfrentamento adequado da atual crise sanitária. Estamos alinhados ombro a ombro com a Fiocruz, com apoio incondicional nesse esforço contra o novo coronavírus”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diretora do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), Valdiléa Veloso, também presente à coletiva, recordou que a construção do novo centro hospitalar remete à inauguração do Instituto, que foi erguido em 1918, época em que a gripe espanhola grassava no mundo e ceifava milhões de vidas. “Agora damos mais este passo, para fazer frente a este grande desafio que é de toda a Humanidade. Aqui na Fiocruz mobilizamos toda a nossa capacidade técnica e vamos abrigar esses pacientes mais graves com terapia intensiva”. Ela disse que a nova estrutura também dará melhor condições para as pesquisas sobre o novo coronavírus, permitindo ensaios com colaboradores internacionais.</p>
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