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	<title>Entre Aspas Archives - Portal Medicina e Saúde</title>
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	<description>Portal Medicina e Saúde - Qualidade da informação em Medicina e Saúde</description>
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	<title>Entre Aspas Archives - Portal Medicina e Saúde</title>
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		<title>Médicos Sem Fronteiras prepara profissionais para emergências no Brasil com treinamento conjunto com a Força Nacional do SUS</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 10:36:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Capacitação reúne 40 profissionais com discussão de casos, incluindo inundações em áreas urbanas e rurais Foto: Magnific gerado por IA ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF) realizou, recentemente, um treinamento voltado ao fortalecimento da capacidade de resposta a emergências no Brasil. Ao longo de cinco dias, cerca de 40 profissionais participaram de atividades sobre promoção da &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Capacitação reúne 40 profissionais com discussão de casos, incluindo inundações em áreas urbanas e rurais</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Foto: Magnific gerado por IA</em></strong><strong><em></em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF)</strong> realizou, recentemente, um treinamento voltado ao fortalecimento da capacidade de resposta a <strong>emergências no</strong> <strong>Brasil.</strong> Ao longo de cinco dias, cerca de 40 profissionais participaram de atividades sobre promoção da saúde, engajamento comunitário, saúde mental e apoio psicossocial. Metade dos participantes são da equipe da própria organização humanitária, enquanto a outra metade é formada por profissionais da <strong>Força Nacional do SUS</strong>, que solicitou vagas para capacitação de suas equipes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante quatro anos consecutivos, MSF atuou em resposta a inundações históricas e eventos climáticos extremos no país — incluindo as enchentes no Rio Grande do Sul (2023 e 2024), em Pernambuco (2022), na cidade de Petrópolis (RJ, 2022) e na Bahia (2021). Com o agravamento da crise climática, a tendência é que eventos desse tipo se tornem mais frequentes e severos, reforçando a importância da preparação e da resposta rápida. “Este tipo de treinamento promove a troca e o aprendizado técnico entre MSF e Força Nacional do SUS, fortalecendo capacidades e competências e incentivando a colaboração entre as instituições para uma possível nova resposta de emergência,” afirma Caterina Gallizioli, coordenadora médica de MSF no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Dra. <strong>Isabel Kraml</strong>, especialista em Saúde Mental da Unidade Médica Brasileira (BRAMU, na sigla em inglês), MSF já desenvolveu diversos materiais teóricos e ferramentas práticas para apoiar a organização em respostas de emergência no Brasil, contribuindo para ações ainda mais rápidas, eficientes e alinhadas com as políticas públicas. “Os treinamentos são a segunda etapa desse projeto, voltado à capacitação de profissionais para atuar em situações de desastres de saúde pública”, explica Kraml.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com ampla experiência em contextos de crises humanitárias e desastres, o MSF trabalha em muitos locais onde o acesso ao sistema de saúde é limitado e a capacidade de resposta dos governos é reduzida. No Brasil, entretanto, o Sistema Único de Saúde (SUS) possui maior capilaridade, é robusto e chega rapidamente às áreas afetadas. Nesse contexto, o principal papel da organização é apoiar as equipes locais, identificar lacunas na assistência e contribuir com sua experiência acumulada em projetos realizados em mais de 75 países. “Essa também é uma oportunidade muito valiosa para nós, porque temos chance de aprender ao mesmo tempo em que compartilhamos nossa experiência”, diz Dra. Caterina Gallizioli, coordenadora médica de MSF no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobre o treinamento</strong> &#8211; A capacitação combina conteúdos teóricos com forte ênfase em discussões de casos. Durante o treinamento, os participantes trabalham com diferentes cenários, incluindo enchentes em áreas urbanas e rurais. Ao longo do exercício, as situações vão se agravando, exigindo que as equipes tomem decisões rápidas para atender as necessidades da população à medida que a emergência evolui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo do treinamento é garantir que os profissionais estejam mais preparados para responder de forma ágil, coordenada e eficiente quando novas crises ocorrerem no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>UNICEF Brasil anuncia parceria inédita para promover direitos de crianças e adolescentes</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 10:28:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Divulgação O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a XBRI Pneus acabam de anunciar uma parceria estratégica com duração de cinco anos. Com um aporte de R$ 5 milhões, a XBRI passa a apoiar diretamente os programas do UNICEF, fortalecendo frentes críticas como, educação, saúde, acesso à água e saneamento, além &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Foto: Divulgação</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF</strong>) e <strong>a XBRI Pneus</strong> acabam de anunciar uma parceria estratégica com duração de cinco anos. Com um aporte de R$ 5 milhões, a XBRI passa a apoiar diretamente os programas do <strong>UNICEF</strong>, fortalecendo frentes críticas como, educação, saúde, acesso à água e saneamento, além da proteção integral contra todas as formas de violência e resposta a emergências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa ganha urgência diante dos dados mais recentes. Segundo o estudo <em><a href="https://www.unicef.org/brazil/relatorios/pobreza-multidimensional-na-infancia-e-adolescencia-no-brasil-2017-2023">Pobreza Multidimensional na Infância e Adolescência no Brasil – 2017 a 2023</a></em>, lançado pelo UNICEF em 2025, cerca de 55,9% das crianças e adolescentes de 0 a 17 anos no País ainda vivem privadas de direitos fundamentais, como renda, educação, informação, água, saneamento e moradia, ou estão em situação de trabalho infantil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com 75 anos de história no Brasil, o UNICEF atua em mais de 2.200 municípios nas regiões Norte e Nordeste, em nove capitais, e trabalha no fortalecimento de políticas públicas em esferas nacional e estaduais. O investimento social da XBRI Pneus contribuirá para impactar mais de 24 milhões de crianças e adolescentes que vivem nestas localidades.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De a acordo com o representante do UNICEF no Brasil, Joaquin Gonzalez-Aleman, “a contribuição da XBRI Pneus nos permitirá fortalecer nossa atuação direta nas comunidades e junto ao poder público. Ao nos apoiar de maneira flexível, o investimento anual da XBRI contribuirá, pelos próximos cinco anos, para que o UNICEF cumpra seu mandato, gerando mudanças estruturais e garantindo que os direitos das crianças sejam respeitados e que nenhuma delas seja deixada para trás”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele acrescenta ainda que “crianças e adolescentes fazem parte das comunidades onde as empresas operam ou comercializam seus serviços e produtos. São membros das famílias dos colaboradores, futuros talentos e líderes, e os cidadãos que moldam o hoje e o amanhã. Mais do que isso, são sujeitos de direitos que devem ser prioridade absoluta. O compromisso da XBRI Pneus com o UNICEF demonstra a importância de o setor privado caminhar lado a lado com a pauta da infância”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o diretor de Relações Institucionais da XBRI Pneus, Samer Nasser, “é muito importante que haja colaboração entre o setor privado e organismos multilaterais, como o UNICEF, para promover mudanças duradouras de inclusão e equidade. Conhecemos o poder transformador quando os direitos de crianças são assegurados, além disso é relevante o impacto positivo que pode ser alcançado quando ambos trabalham juntos em prol de um objetivo comum”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;<strong>O papel do setor privado no investimento social &#8211; </strong>Empresas, fundações e a filantropia desempenham um papel fundamental para impulsionar um progresso equitativo e sustentável no Brasil. Investir na proteção e no desenvolvimento de crianças e adolescentes é garantir a sustentabilidade e a prosperidade da sociedade no hoje e no amanhã.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobre o UNICEF &#8211; </strong>O UNICEF &#8211; Fundo das Nações Unidas para a Infância, trabalha para proteger os direitos de cada criança e adolescente, em todos os lugares, especialmente os mais vulneráveis, nos locais mais remotos. Em mais de 190 países e territórios, a instituição ajuda crianças e adolescentes a sobreviver, prosperar e alcançar seu pleno potencial. O UNICEF não endossa marca, serviço ou produto. Em 2025, a instituição comemora 75 anos no Brasil. <strong>Informações e doações para UNICEF: <a href="https://www.unicef.org/brazil/">https://www.unicef.org/brazil/</a></strong></p>
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		<title>Coluna “Entre Aspas”</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 09:43:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entre Aspas]]></category>
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		<category><![CDATA[canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[Coluna Entre Aspas do Portal Medicina e Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[medicamentos falsificados]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatra Lilian Fagion]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Obesidade: medicamentos clandestinos &#8211; 01 Dr. Ramon Marcelino: ‘Há relatos de efeitos adversos graves, contaminações e substâncias diferentes das prometidas, um risco sanitário evidente” Depois de décadas de inércia, a medicina finalmente começa a oferecer respostas mais consistentes para uma das doenças crônicas mais prevalentes do planeta: a obesidade. Foram anos de pesquisas, ensaios clínicos &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Obesidade: medicamentos clandestinos &#8211; 01</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Dr. Ramon Marcelino: ‘Há relatos de efeitos adversos graves, contaminações e substâncias diferentes das prometidas, um risco sanitário evidente”</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de décadas de inércia, a medicina finalmente começa a oferecer respostas mais consistentes para uma das doenças crônicas mais prevalentes do planeta: a <strong>obesidade</strong>. Foram anos de pesquisas, ensaios clínicos e avaliação regulatória até que uma nova geração de medicamentos chegasse ao consultório com resultados inéditos. Hoje, fala-se em perdas de 15% até 25% do peso corporal com fármacos aprovados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, destaca o <strong>Dr. Ramon Marcelino</strong>, médico endocrinologista do Hospital das Clínicas da USP, “já conhecemos os danos do mercado paralelo das chamadas “<strong>canetas emagrecedoras</strong>”: produtos sem rastreabilidade, sem garantia de armazenamento adequado e sem comprovação da composição. Há relatos de efeitos adversos graves, contaminações e substâncias diferentes das prometidas, um risco sanitário evidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas existe um efeito colateral ainda mais perverso: a difamação do tratamento da obesidade”. “Quando alguém usa um produto clandestino, sofre um efeito adverso e associa o problema à “caneta para emagrecer”, não é apenas aquele produto que perde credibilidade. É toda a classe terapêutica. É a ciência. É o tratamento desenvolvido dentro das regras. É o paciente que passa a ouvir: “Viu? Essas injeções fazem mal”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dr. Ramon conclui: “a obesidade já carrega estigma suficiente e ainda é tratada como falha moral ou falta de força de vontade. Trata-se, porém, de uma doença crônica, complexa e multifatorial, associada a maior risco de infarto, acidente vascular cerebral e diversos tipos de câncer. Negar tratamento adequado é perpetuar sofrimento e custos humanos e econômicos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Medicamentos falsificados – além das canetas emagrecedoras: 02</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), um em cada dez medicamentos vendidos em países de renda média e baixa <strong>pode ser falsificado ou</strong> <strong>subpadrão</strong>. Engana-se quem pensa que apenas as famosas canetas emagrecedoras têm sido alvo. Produtos de diversos segmentos do mercado, principalmente os com alta demanda, custo elevado e grande exposição midiática &#8211; como hormônios, anabolizantes, medicamentos para disfunção erétil e até terapias oncológicas &#8211; já foram afetados por essa prática ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre os riscos para a saúde do usuário estão a administração de doses incorretas, substâncias não declaradas ou contaminantes e falha no tratamento. Segundo Liberato Brum, farmacêutico industrial, Mestre e Doutor em Ciências Farmacêuticas, gerente de inovação e pesquisa clínica do laboratório Prati-Donaduzzi, a forma mais eficaz de se proteger é adquirir os produtos apenas por canais regularizados e devidamente registrados na Anvisa.<br><br>“Comprar medicamentos fora de farmácias e drogarias autorizadas aumenta significativamente o risco de falsificação. Isso acontece porque esses canais não regulamentados, como redes sociais, <em>marketplaces</em> informais ou vendedores sem identificação clara, não seguem as exigências sanitárias, não garantem armazenamento adequado e não oferecem rastreabilidade do produto. Farmácias regularizadas são fiscalizadas pela Anvisa e pelas vigilâncias sanitárias locais, o que assegura que os medicamentos tenham procedência comprovada, registro válido e controle de qualidade”, explica Brum.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro sinal de alerta para os consumidores, acrescenta, “é a prática de preços muito abaixo do mercado. Medicamentos regularizados envolvem custos com pesquisa, controle de qualidade, boas práticas de fabricação, logística e tributos. Quando o valor está muito inferior ao praticado por farmácias autorizadas, pode indicar produto falsificado, irregular, desviado ou armazenado de forma inadequada. Descontos existem, mas diferenças muito expressivas em relação ao preço médio devem gerar desconfiança”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Trabalho remoto, melhora da rotina e desgaste emocional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A consolidação do <strong>trabalho remoto</strong> transformou profundamente a dinâmica profissional nos últimos anos. Embora o modelo seja amplamente associado a ganhos de flexibilidade e qualidade de vida, novos dados indicam que ele também traz desafios relevantes para a saúde mental dos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um levantamento realizado pela empresa de recrutamento HUG, especializada em profissionais da área de comunicação, mostra que 67,7% dos profissionais afirmam que o <em>home office</em> melhorou sua qualidade de vida. Ao mesmo tempo, 83,6% relatam ter enfrentado algum sintoma psicológico no último ano, incluindo ansiedade, dificuldade de concentração, insônia, <strong>isolamento social ou burnout.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O contraste entre percepção de bem-estar e sinais de sofrimento emocional revela um paradoxo cada vez mais presente no mundo corporativo. De um lado, a flexibilidade proporcionada pelo trabalho remoto é vista como um avanço importante na rotina profissional. De outro, a ausência de limites claros entre vida pessoal e trabalho, aliada à hiperconectividade e à redução das interações sociais presenciais, pode favorecer quadros de sobrecarga emocional ao longo do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a psiquiatra Lilian Fagion, da ViV Saúde Mental e Emocional de Maringá/PR, os dados mostram que a discussão sobre trabalho remoto precisa ir além da produtividade e da eficiência operacional e considerar de forma mais profunda seus impactos psicológicos. Ela explica que “o trabalho remoto trouxe benefícios reais para muitos profissionais, principalmente pela redução do tempo de deslocamento e pela possibilidade de maior autonomia na organização da rotina. No entanto, ele também pode enfraquecer fronteiras importantes entre trabalho e vida pessoal, o que aumenta o risco de sobrecarga emocional e de jornadas prolongadas”.</p>
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		<title>Desigualdade regional aumenta riscos no atendimento e cuidado ao câncer infantojuvenil no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 12:09:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entre Aspas]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[câncer infantojuvenil]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Motta]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum de Oncologia Pediátrica]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Desiderata]]></category>
		<category><![CDATA[oncologia pediátrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>7º Fórum de Oncologia Pediátrica, que será realizado nos dias 24 e 25 de setembro, promove debates importantes sobre a área. Evento gratuito.    O acesso desigual ao tratamento do câncer infantojuvenil no Brasil ainda é um desafio crítico. Segundo o Panorama da Oncologia Pediátrica, estudo realizado pelo Instituto Desiderata, a distribuição de hospitais habilitados &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>7º Fórum de Oncologia Pediátrica, que será realizado nos dias 24 e 25 de setembro, promove debates importantes sobre a área. Evento gratuito.   </em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O acesso desigual ao tratamento do <strong>câncer infantojuvenil no Brasil</strong> ainda é um desafio crítico. Segundo o Panorama da Oncologia Pediátrica, estudo realizado pelo <strong>Instituto Desiderata</strong>, a distribuição de hospitais habilitados para atendimento especializado varia drasticamente entre as regiões do país, comprometendo o diagnóstico precoce, a qualidade do cuidado e as chances de cura de milhares de crianças e adolescentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, o Brasil conta com 77 hospitais habilitados para o tratamento de câncer infantojuvenil e 66 para hematologia. No entanto, essa infraestrutura está longe de ser equitativamente distribuída. &#8220;Os dados revelam desigualdades intensas entre as regiões, o que pode determinar se uma criança terá acesso oportuno e qualificado ao tratamento ou não&#8221;, afirma Carolina Motta, gerente de Oncologia do Instituto Desiderata.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Realidade por região</strong> &#8211; Na Região Norte, onde vivem mais de 6,5 milhões de crianças e adolescentes, há apenas três hospitais habilitados em oncologia pediátrica, o que representa 0,5 serviço por milhão de habitantes infantojuvenis. A taxa de mortalidade por câncer nessa faixa etária foi alarmante: 47,5 mortes por milhão, entre 2016 e 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Nordeste apresenta uma cobertura melhor, com 16 hospitais habilitados, mas ainda distante do ideal, considerando sua população infantojuvenil de quase 17 milhões. A taxa de mortalidade foi de 44,5 por milhão, no mesmo período. A região tem cobertura de Atenção Primária à Saúde próxima de 80%, o que não tem sido suficiente para reverter os desfechos negativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Centro-Oeste conta com cinco serviços habilitados, taxa de mortalidade de 43,6 por milhão e uma cobertura de Atenção Primária de 68,6%, e o Sul, tem 17 hospitais habilitados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sudeste &#8211; com 36 serviços habilitados para o tratamento do câncer infantojuvenil, tem a maior concentração do país, com uma taxa de mortalidade menor: 39,4 por milhão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso mais crítico é o do Acre, sem nenhum hospital habilitado em oncologia pediátrica. Lá, a taxa de mortalidade por câncer infantojuvenil chega a 54,7 por milhão, apesar de uma cobertura de Atenção Primária de 69,1%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Hospitais habilitados por milhão de crianças e adolescentes:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sudeste</strong>:1,7 serviços/milhão</li>



<li><strong>Sul</strong>: 2,3 serviços/milhão</li>



<li><strong>Nordeste</strong>: 1 serviço/milhão</li>



<li><strong>Centro-Oeste</strong>: 1,1 serviço/milhão</li>



<li><strong>Norte</strong>: 0,5 serviço/milhão</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">“A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda uma proporção mínima de serviços especializados por milhão de crianças e adolescentes, e o Brasil ainda não alcançou esse parâmetro em diversas regiões”, reforça Carolina Motta, acrescentando: “se o diagnóstico for precoce, as chances de cura podem chegar a 80% das crianças e adolescentes acometidos pela doença”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atendimentos fora da rede especializada</strong> &#8211; Outro ponto preocupante é o volume de pacientes sendo atendidos em hospitais não habilitados em oncologia pediátrica. Entre 2017 e 2021, cerca de 20,4% dos casos em menores de 1 ano foram tratados fora da rede especializada. No Norte e Nordeste, esse número chega a 40,5%. Entre jovens de 15 a 19 anos, 36,7% foram tratados fora dos centros habilitados; no Centro-Oeste, mais da metade dos adolescentes (50,6%) passou por esse tipo de atendimento em centros não habilitados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando o tratamento ocorre fora de unidades habilitadas, aumentam os riscos de falhas no diagnóstico, atrasos nos protocolos terapêuticos e piora nos prognósticos. O sistema precisa garantir equidade e qualidade em todo o território nacional”, alerta Motta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>7º Fórum de Oncologia Pediátrica</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No Setembro Dourado, mês de conscientização do câncer infantojuvenil, o Instituto Desiderata promove evento que reunirá especialistas e gestores públicos para fortalecer a rede de atenção ao câncer infantojuvenil no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos dias 24 e 25 de setembro de 2025, a Organização Pan-Americana da Saúde, em Brasília, será sede de um dos mais importantes encontros nacionais sobre câncer infantojuvenil: o 7º Fórum de Oncologia Pediátrica (FOP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela primeira vez realizado na capital federal, o evento reunirá gestores públicos, profissionais de saúde, pesquisadores e representantes da sociedade civil para debater soluções e estratégias que garantam equidade no cuidado e no tratamento de crianças e adolescentes com câncer em todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tema central “Fortalecimento da Rede de Atenção ao Câncer Infantojuvenil nos estados brasileiros”, o Fórum busca impulsionar a construção de uma rede articulada entre estados e municípios, que assegure um cuidado mais ágil, efetivo e humanizado. A proposta é enfrentar as desigualdades sociais, étnico-raciais e regionais que ainda impactam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Discutir câncer infantojuvenil é discutir o direito à vida, ao cuidado digno e à justiça social. O FOP é um espaço de articulação para transformar realidades e ampliar as chances de cura de milhares de crianças e adolescentes”, reforça Carolina Motta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento é gratuito e terá transmissão ao vivo. As inscrições podem ser realizadas por meio do link <a href="https://foprio.org.br/site/faca-a-sua-inscricao/">https://foprio.org.br/site/faca-a-sua-inscricao/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Instituto Desiderata &#8211; </strong>Organização da sociedade civil de interesse público que atua na articulação de políticas públicas voltadas para a saúde de crianças e adolescentes, com foco especial no enfrentamento do câncer infantojuvenil e na prevenção da obesidade em crianças e adolescentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Covid -19: tempo de esperança</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2021 20:05:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;Imagem de&#160;Jeyaratnam Caniceus&#160;por&#160;Pixabay&#160; Luiz Francisco Corrêa – Jornalista / Diretor da Via Comunicação / membro do Conselho Curador da Fundação de Pesquisa e Ensino da Cirurgia – FUPEC / Diretor e Editor do Portal Medicina e Saúde &#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Passados um ano e oito meses do primeiro caso de Covid-19 no Brasil, nos lembramos de &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;</strong><em>Imagem de&nbsp;<a href="https://pixabay.com/pt/users/caniceus-15612619/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5198347">Jeyaratnam Caniceus</a>&nbsp;por&nbsp;<a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=5198347">Pixabay</a>&nbsp;</em></p>



<div class="wp-block-image is-style-default"><figure class="alignleft size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://portalmedicinaesaude.com/wp-content/uploads/2021/01/Luiz-21-B-OK.jpg" alt="" class="wp-image-2857" width="360" height="219" srcset="https://portalmedicinaesaude.com/wp-content/uploads/2021/01/Luiz-21-B-OK.jpg 817w, https://portalmedicinaesaude.com/wp-content/uploads/2021/01/Luiz-21-B-OK-300x182.jpg 300w, https://portalmedicinaesaude.com/wp-content/uploads/2021/01/Luiz-21-B-OK-768x467.jpg 768w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /><figcaption><strong><em>Luiz Francisco Corrêa – Jornalista / Diretor da Via Comunicação / membro do Conselho Curador da Fundação de Pesquisa e Ensino da Cirurgia – FUPEC / Diretor e Editor do Portal Medicina e Saúde</em></strong></figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Passados um ano e oito meses do primeiro caso de <strong>Covid-19 no Brasil</strong>, nos lembramos de momentos angustiantes que envolveram muitas dúvidas sobre a doença, medo da realidade ao nosso redor, tristeza, dor com internação e morte de muitas pessoas (algumas próximas), medo da convivência social, expectativa sobre a vacina, entre outras situações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos lembramos, também, de bons momentos com a chegada da tão esperada vacina contra a covid-19 (viva a Ciência!), com marcas diferentes, aprovadas pela Anvisa, esperança renovada por dias melhores, por pacientes deixarem os hospitais, e,&nbsp;muito importante, da primeira pessoa no Brasil a ser vacinada, a enfermeira Mônica Calazans, de São Paulo, no dia 27 de janeiro de 2021, conforme noticiado, na época, pelo Portal Medicina e Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde então, muitas pessoas foram vacinadas. Inicialmente, profissionais de saúde, idosos e outras faixas etárias. A pergunta que se tornou comum em todas as idades tem sido: você já foi vacinado? Se sim, a resposta é dada sempre com um largo sorriso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enfim, pesquisas apontam que a grande maioria dos brasileiros quer se vacinar contra a covid e aqueles que não se vacinaram, aguardam ansiosos pela sua data.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Claro que todos nós estamos cansados de restrições de todas as espécies, saudade de parentes e amigos, reuniões familiares e sociais, trabalho presencial, entre outras coisas simples da vida que passamos a valorizar. Porém, especialistas alertam que, embora a média de mortes esteja estável, os números ainda são significativos. Portanto, a luta contra a covid-19 continua. Daí a importância da prevenção, com o uso de máscaras, lavar constantemente as mãos com álcool em gel ou sabão e não as levar ao rosto, evitar as perigosas aglomerações (locais de intensa transmissão da doença), e ambientes fechados. Nesse momento é muito importante o sentimento de coletividade, com atenção especial a todas as recomendações de saúde. Somente dessa forma, com a vacinação e o passar do tempo, dias realmente melhores virão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Necessário sempre ressaltarmos também a importância dos cientistas/pesquisadores, profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, entre outros) nos hospitais públicos e privados, que estiveram e estão na linha de frente do combate à Covid 19, bem como os psicólogos e psiquiatras muito procurados nesses tempos difíceis. Importante lembrarmos ainda dos funcionários de serviços gerais e administrativos de instituições hospitalares, como faxineiros e atendentes, entre outros, como, por exemplo, os motoboys que se arriscam pelas ruas das cidades brasileiras levando alimentação nos mais diversos horários, as diaristas, porteiros, motoristas de aplicativo e taxistas. Sem esses corajosos profissionais, muitos contaminados pela Covid-19, nossa vida seria muito mais difícil.  A todos, mais uma vez, nosso profundo agradecimento.</p>
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		<title>Leão amigo do idoso: nova campanha da Santa Casa BH para o Instituto Geriátrico Afonso Pena</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2021 10:54:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>30 de abril é o prazo final para entregar a Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF) 2021. Mas, muita gente não sabe que é possível destinar parte dos recursos que iria para a Receita Federal ao “Fundo Municipal do Idoso de Belo Horizonte”, uma iniciativa solidária que pode contribuir com a qualidade &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph">30 de abril é o prazo final para entregar a <strong>Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF) 2021</strong>. Mas, muita gente não sabe que é possível destinar parte dos recursos que iria para a<strong> Receita Federal</strong> ao <strong>“Fundo Municipal do Idoso de Belo Horizonte”</strong>, uma iniciativa solidária que pode contribuir com a qualidade de vida dos moradores do <strong>Instituto Geriátrico Afonso Pena (IGAP)</strong>, mantido pelo <strong>Grupo Santa Casa BH</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem ajuda não tira nenhum centavo a mais do bolso e ainda contribui para projetos transformadores e com impacto social. Pessoas físicas podem destinar até 3% do imposto devido. Para isso, basta optar pela declaração do <strong>IMPOSTO DE RENDA no modelo completo </strong>e doar para o &#8220;Fundo do Idoso&#8221;. Já pessoas jurídicas (empresa tributada pelo lucro real) podem direcionar até 1% do imposto devido até 31 de dezembro do ano corrente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A doação é feita pelo sistema da própria Receita Federal e é bem simples: todos os contribuintes que optam pelo <strong>MODELO COMPLETO DE DOAÇÃO</strong> devem preencher o formulário, escolher o fundo no qual o projeto da Santa Casa BH está inscrito (Fundo Municipal do Idoso de Belo Horizonte), calcular na própria declaração o potencial de doação, escolher o valor a ser doado, emitir e pagar a DARF.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois é só enviar um e-mail para <strong><a href="mailto:doacoes@santacasabh.org.br">doacoes@santacasabh.org.br</a></strong> com a confirmação da doação para o <strong>Instituto Geriátrico Afonso Pena</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Passo a passo para fazer a doação:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;1. Fazer o depósito identificado para o Fundo Municipal do Idoso de BH:</p>



<p class="wp-block-paragraph">CNPJ: 15.596.236/0001-82</p>



<p class="wp-block-paragraph">Banco Caixa Econômica Federal – 104 | AG 0093 – Operação 006 – conta 71.105-1</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;<strong><em>OU</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>2. Efetive o Incentivo Fiscal na hora de fazer sua declaração, escolhendo o Fundo Municipal do Idoso de Belo Horizonte e preenchendo os dados solicitados na DAA.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&nbsp;3. Envie um e-mail para a Santa Casa BH com o comprovante de depósito e explicitando que a doação é para o Instituto Geriátrico Afonso Pena O endereço do e-mail é: <a href="mailto:doacoes@santacasabh.org.br">doacoes@santacasabh.org.br</a>.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Participe desta corrente do bem e ajude os idosos do Instituto Geriátrico Afonso Pena!&nbsp;</strong></p>
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		<title>Novo ano de esperança e de intenso combate ao coronavírus</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 00:12:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos começando 2021 com esperança renovada para que o ano novo seja melhor, pois 2020 foi difícil, desgastante, com muitos desafios em todas as áreas. Mas vamos deixar 2020 para trás e aguardar com otimismo e perseverança o ano que começa, também com muitos desafios. Em alguns momentos parece-nos artificial falarmos de otimismo em meio &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Estamos começando 2021 com esperança renovada para que o ano novo seja melhor, pois 2020 foi difícil, desgastante, com muitos desafios em todas as áreas. Mas vamos deixar 2020 para trás e aguardar com otimismo e perseverança o ano que começa, também com muitos desafios. Em alguns momentos parece-nos artificial falarmos de otimismo em meio a tanta insegurança e ao percebermos ao nosso lado um mundo com dificuldades diversas e intensas. Porém, temos que nos agarrar as nossas boas energias, a nossa força em enfrentar os momentos difíceis da vida (todos nós, adultos, já passamos por eles) e, com essa mesma força, abrir o coração para um otimismo racional, para pisarmos com mais segurança nos meses de 2021 que nos espreitam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Algumas medidas práticas serão fundamentais, nesse tempo de pandemia: usar máscara corretamente, usar álcool em gel nas mãos várias vezes ao dia, evitar levá-las ao rosto, e, evitar aglomerações, ou melhor, eliminar definitivamente as aglomerações. São práticas necessárias no nosso dia a dia para combater a covid 19, divulgadas e ressaltadas frequentemente pelos infectologistas do Brasil e exterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem outras boas dicas que estão sendo propagadas nas redes sociais que ajudam a combater o vírus.&nbsp; Algumas delas são os passos sugeridos por Teruo Watanabe, da área de Medicina Integral, que podem ser incorporadas ao nosso dia a dia. Por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Exposição ao sol: entre 10h e 15h, de setembro a abril, com o máximo do corpo exposto, no mínimo quatro vezes por semana (o ideal é que sejam todos os dias, com o sol brilhando, oito a quinze minutos no máximo). “Quanto mais branca for a pele, menos tempo, quanto mais escura a pele, mais tempo. Isso é importante para a produção da vitamina D 3, que nós &#8211; da Medicina Integral, chamamos de hormônio D, o hormônio mais importante do corpo que favorece o aumento da serotonina (hormônio do bem-estar mental, físico e social).&nbsp; Nessa época de pandemia é muito importante o estado emocional, pensamento positivo, que o sol pode produzir”</li><li>Ar fresco e ambiente ventilado sempre: acordou de manhã, abra as portas e as janelas; se possível, coloque travesseiros, cobertor, colchão, no sol. Nos ambientes saudáveis, é importante respirar profundamente, puxar ar pelo nariz, segurar um pouco e soltar a respiração pelos menos três vezes ao dia.</li><li>Tomar água regularmente em torno se seis a oito copos por dia, de preferência água natural.</li><li>Alimentação natural e saudável: procure evitar alimentos industrializados e refinados. Procure os alimentos maturais.</li><li>-Dormir cedo e acordar cedo: o ideal é dormir antes das dez horas e acordar antes das seis horas da manhã. Importante para a produção da melatonina e seratonina. Fundamental para recuperação mental e física.</li><li>-Fé e oração: “Quanto mais fé e oração maiores serão os benefícios.&nbsp; Em geral, quando as pessoas estão em momentos de riscos, elas lembrar de orar/rezar. Mais isso deve ser feito todo dia”</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&nbsp;</strong></p>
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		<title>Número de infectados e mortos pela Covid volta a crescer no Brasil</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2020 22:34:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cansados de ficar em casa, muitas pessoas começaram a frequentar bares, restaurantes, shoppings, reuniões sociais, entre outras atividades. Aglomerações passaram a ocorrer, muitas vezes sem o uso de máscara. Atenção: cuidado! O número de pessoas infectadas pela coronavírus tem aumentado no Brasil e, também, infelizmente, o número de mortos. De acordo com dados divulgados pelo &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Cansados de ficar em casa, muitas pessoas começaram a frequentar bares, restaurantes, shoppings, reuniões sociais, entre outras atividades. Aglomerações passaram a ocorrer, muitas vezes sem o uso de máscara. Atenção: cuidado! O número de pessoas infectadas pela coronavírus tem aumentado no Brasil e, também, infelizmente, o número de mortos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Saúde, em 26/11/20, o Brasil registrou 37.614 casos nas 24 horas anteriores a esta data, e 691 óbitos. Casos de pacientes recuperados: 5.528,599 milhões. É importante destacar que já morreram 171 mil pessoas com a doença (número da população de uma cidade como Poços de caldas, no Sul de Minas). Os números são assustadores, pois correspondem a muitas tragédias na vida de muitas famílias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Europa, onde os índices da doença e de mortes voltaram a aumentar, a população da Espanha, Reino Unido, França, Itália, entre outros países, está agora sob regras rígidas determinadas pelos seus governantes, para conter uma segunda onda da doença que tanto sofrimento já impôs à população europeia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Autoridades de saúde de vários estados estão preocupadas com os índices brasileiros. Em depoimento para a coluna, o médico Estevão Urbano, presidente da Sociedade Mineira de Infectologia, salientou:&nbsp;“estamos com uma piora em Minas e no país no número de casos e de internação. Infelizmente também de óbitos. Isso ocorre por vários motivos, entre elas a flexibilização das medidas de segurança; o que levou as pessoas se aglomerarem; vieram os feriados e muitos viajaram e não se cuidaram. Também houve um relaxamento de muitos, sabendo que os números haviam diminuído, como se a pandemia tivesse acabado.&nbsp; Houve um cansaço emocional geral, depois de muito tempo de confinamento. Ao menor sinal que os índices diminuíram, alguns decretaram o fim dos cuidados”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Infectologista não vê também o momento atual como uma segunda onda, tal como ocorre nos Estados Unidos e alguns países da Europa. Segundo ele, “trata-se do aumento do número de casos ainda na primeira onda.  Podemos evitar a doença até a vacina chegar, provavelmente no início do próximo ano.  Mas são só previsões, sem garantia de nada. Portanto, é preciso redobrar as forças, usando máscara, higienizando sempre as mãos, não aglomerando. Com a vacina chegando, aquelas pessoas que tiverem infecções graves e morrerem vão perder a partida, já no finalzinho. O jogo não pode ser perdido aos 45 minutos do segundo tempo. Portanto, enquanto a vacina não chega, a prevenção contra a Covid 19 é a única arma existente. Cuidem-se!&#8221;</p>
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		<title>18 de outubro: Dia do Médico</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2020 21:26:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Homenagem aos médicos na linha de frente do combate à pandemia do coronavírus No dia 18 de outubro comemora-se o Dia do Médico, e, na oportunidade, o Portal Medicina e Saúde cumprimenta a todos os médicos, que são tão importantes na vida da população. Ao longo de mais de seis anos de intenso trabalho de &#8230;</p>
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<h1 class="wp-block-heading">Homenagem aos médicos na linha de frente do combate à pandemia do coronavírus</h1>



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<p class="wp-block-paragraph">No dia 18 de outubro comemora-se o Dia do Médico, e, na oportunidade, o Portal Medicina e Saúde cumprimenta a todos os médicos, que são tão importantes na vida da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de mais de seis anos de intenso trabalho de levantar informações educativas de interesse da população, o Portal Medicina e Saúde entrevistou muitos médicos do Brasil, que orientaram os nossos leitores sobre prevenção de doenças e destacaram os avanços científicos de suas especialidades. Além disso, divulgaram eventos de saúde voltados para a população e eventos específicos para a área médica. Responderam também a dúvidas de leitores sobre temas específicos da Medicina. Esses contatos estreitaram a relação do Portal Medicina e Saúde com médicos estudiosos e dinâmicos do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, nesse momento de pandemia pelo qual estamos passando, a nossa homenagem especial é para os inúmeros médicos que estão na linha de frente, em hospitais públicos e privados, no combate à pandemia do coronavírus. Juntamente com outros profissionais de saúde, como enfermeiros e fisioterapeutas, tiveram os primeiros contatos com a doença, ainda desconhecida. Dedicaram horas e horas de intenso trabalho para tratar de pacientes, em geral com mais de 60 anos, com todos os dramas humanos com os quais conviveram e convivem, em alguns momentos derradeiros na vida dessas pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coluna teve um contato próximo com um médico de um conceituado hospital paulistano, que cuidou de pessoa próxima internada nessa instituição, com a Covid-19. Um caso grave e o paciente veio a óbito. A família recebeu ligações diárias de um médico que atendia o paciente. Nessas ligações ficava claro o profissionalismo desse médico e, principalmente, o cuidado com as palavras, demonstrando enorme sensibilidade desse profissional e a sua respeitosa relação não apenas com o paciente, mas com toda a sua família, cujo carinho revelado pela voz, confortou todos, em um momento muito difícil para os familiares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com essa experiência pessoal, a nossa homenagem aos médicos que atuam na luta contra a Covid-19, em uma fase ainda tão delicada para esses profissionais, assim como para a população. O Portal Medicina e Saúde deseja a esses médicos dias mais tranquilos em seus locais de trabalho, com menos pacientes graves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os médicos em geral, que o final de 2020 prenuncie um 2021 mais promissor, com a volta à normalidade de consultas e cirurgias eletivas e, também, dos importantes eventos médicos, de forma presencial, pois os contatos pessoais costumam ser mais enriquecedores.</p>
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		<title>Outubro Rosa: mês de conscientização sobre o câncer de mama</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2020 21:23:20 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">Todos nós conhecemos histórias de mulheres que têm ou tiveram câncer de mama e sabemos dos seus momentos difíceis desde a descoberta da doença, passando pelas etapas do tratamento. Depois do câncer de pele, o câncer de mama é o que mais acomete as mulheres no Brasil. A doença também ocorre em homens, mas em número muito menor. Nesse sentido, é fundamental ressaltarmos a importância do diagnóstico precoce da doença, orientação sempre destacada pelos mastologistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Instituto Nacional do Câncer-INCA, o câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada de células da mama, cujo processo resulta em um tumor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há vários tipos de câncer de mama. Por isso, a doença pode evoluir de diferentes formas. Alguns tipos têm desenvolvimento rápido, enquanto outros crescem mais lentamente. Esses comportamentos distintos se devem a característica próprias de cada tumor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para 2019, foram estimados 59.700 casos novos, o que representa uma taxa de incidência de 51,29 por 100 mil mulheres. A região do país em que o câncer de mama não é o mais comum entre as mulheres é a Norte, onde o colo de útero ocupa a primeira posição (Atlas da Mortalidade do Câncer). A estimativa do INCA é de 66.280 para 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A idade é um dos mais importantes fatores de risco para a doença. Segundo o INCA, aumentam ainda mais o risco para o câncer de mama os fatores ambientais e comportamentais, tais como obesidade e sobrepeso após a menopausa; sedentarismo e inatividade física; consumo de bebida alcoólica; exposição frequente a radiações ionizantes (raio X); aspectos da história reprodutiva e hormonal, como a primeira menstruação antes dos 12 anos; não ter tido filhos; primeira gravidez após os 30 anos; parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos; além de aspectos genéticos e hereditários, como história familiar de câncer de ovário, casos de câncer de mama na família, principalmente antes dos 50 anos, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o INCA, a mulher que possui um ou mais desses fatores genéticos/hereditários é considerada com risco elevado para desenvolver a doença. O câncer de mama de caráter genético /hereditário corresponde a apenas 5% a 10% do total de casos da patologia. Ainda segundo o INCA, é importante salientar que a presença de um ou mais desses fatores de risco não significa que a mulher necessariamente terá a doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como se sabe, a prevenção é fundamental para que doenças sejam evitadas. No caso do câncer de mama, hoje existem avanços no tratamento. Assim, as mulheres devem procurar regularmente o mastologista, profissional apto para uma consulta profunda, que poderá orientar sobre a prevenção e, se for o caso, apontar caminhos para tratamento.</p>
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