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	<title>COVID-19 Archives - Portal Medicina e Saúde</title>
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	<title>COVID-19 Archives - Portal Medicina e Saúde</title>
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		<title>Casos de Covid-19 voltam a crescer e atingem maior índice desde março</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 09:33:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[patologista clínico Alex Galoro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Redução da imunidade e mutações do vírus explicam tendência de alta Foto: Freepik Dados recentes da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed), que reúne empresas responsáveis por mais de 85% do volume de exames realizados na saúde suplementar do Brasil, apontam um aumento dos casos de Covid-19 no país nas últimas 10 semanas de referência. &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Redução da imunidade e mutações do vírus explicam tendência de alta</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Foto: Freepik</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados recentes da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (<strong>Abrame</strong>d), que reúne empresas responsáveis por mais de 85% do volume de exames realizados na saúde suplementar do Brasil, apontam um <strong>aumento dos casos de Covid-19</strong> no país nas últimas 10 semanas de referência. O índice de positividade chegou a 13,2%, o maior desde março deste ano. A média móvel de cinco semanas confirma a tendência de crescimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Enquanto a Covid-19 cresce, outras doenças apresentam comportamento distinto: a Dengue segue em estabilidade, com positividade entre 14% e 17%, o menor índice desde janeiro; a H1N1 apresenta forte tendência de queda, com menos de 1% de positividade nas últimas semanas, o menor patamar desde novembro de 2024 e a Influenza mantém baixa desde junho de 2025, com positividade de 5,8% na última semana de referência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>De acordo com o patologista clínico Alex Galoro, líder do Comitê Técnico de Análises Clínicas da ABRAMED, “As infecções respiratórias têm comportamento cíclico, influenciadas pela transmissibilidade e pela imunidade da população. O inverno favorece aglomerações em ambientes fechados, o que aumenta a transmissão. Porém, a imunidade, gerada por infecções prévias e pela vacinação, ajuda a evitar grandes aumentos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Monitoramento </strong>&#8211; Os dados da ABRAMED corroboram informações do boletim InfoGripe da Fiocruz, que mostram queda nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), mas alertam para um possível aumento nos casos de COVID”. Eles são compilados pela plataforma de inteligência METRICARE, desenvolvida e gerenciada pela Controllab, parceira da ABRAMED. A ferramenta permite acompanhar tendências de forma estratégica e apoiar a tomada de decisões em saúde populacional.<br>As associadas da ABRAMED também enviam resultados diretamente à Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS/DATASUS), contribuindo com o monitoramento epidemiológico conduzido pelo Ministério da Saúde. Essas informações são essenciais para compreender a progressão das doenças respiratórias no Brasil e embasar medidas de saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Alex Galoro, a alta da Covid-19 é explicada pela queda natural dos anticorpos e pelo surgimento de variantes, mesmo em uma população já imunizada. Já a queda de H1N1 e Influenza sinaliza maior resistência da população, mas não elimina a necessidade de cuidados, já que as medidas de prevenção são comuns a todas as viroses respiratórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação à Dengue, observa, a expectativa é de aumento de casos com a chegada da primavera, quando as chuvas e temperaturas mais elevadas favorecem a proliferação do mosquito transmissor.</p>
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		<title>Reabilitação pulmonar auxilia na recuperação de pacientes que tiveram Covid-19</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2021 15:24:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pessoas infectadas pelo novo coronavírus podem apresentar sequelas até mesmo em casos leves da doença, necessitando de acompanhamento médico (Imagem Pixabay) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;À medida que a pandemia do novo coronavírus avançou, médicos que trabalham no combate à doença constataram que determinados pacientes apresentaram sequelas que acometeram não apenas os que necessitaram de internação, mas, também, &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Pessoas infectadas pelo novo coronavírus podem apresentar sequelas até mesmo em casos leves da doença, necessitando de acompanhamento médico</em><em> (Imagem Pixabay)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </em><em>&nbsp;</em>À medida que a pandemia do novo coronavírus avançou, médicos que trabalham no combate à doença constataram que determinados pacientes apresentaram sequelas que acometeram não apenas os que necessitaram de internação, mas, também, em quem desenvolveu a infecção de forma leve ou moderada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Dr. Daniel Bruno Takizawa, pneumologista do Pilar Hospital/Curitiba-PR, os sintomas pós-covid mais frequentes são cansaço, fadiga muscular, falta de ar, tosse persistente, dor de cabeça, ansiedade e depressão. “Os sintomas pós-covid podem acometer tantos os casos leves, quanto os quadros mais graves”, avisa o médico, ao observar que “em casos graves, a capacidade pulmonar pode ficar reduzida, assim como a força da musculatura torácica, que auxilia na inspiração e expiração do ar. Quando comprometidas, podem levar a cansaço e falta de ar”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O médico relata ainda que a grande maioria dos pacientes não apresenta sequelas pulmonares em longo prazo. “Porém, estudos recentes mostram que em alguns casos as sequelas podem persistir por mais de um ano”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele também alerta sobre a possível incidência de fibrose pulmonar, doença crônica que forma cicatrizes no pulmão, fazendo com que o tecido pulmonar perca sua elasticidade, o que compromete a respiração e o fluxo de oxigênio para o corpo. “A fibrose pulmonar realmente pode acontecer, porém, em casos mais raros, principalmente naqueles que necessitaram de cuidados de UTI”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pacientes que foram internados e passaram pelo invasivo processo de intubação, com uso de ventilação mecânica, podem apresentar complicações após a extubação, como fraqueza muscular generalizada, distúrbios de deglutição e, em casos mais raros, estenose da traqueia, que vem a ser um estreitamento traqueal, dificultando a passagem de ar aos pulmões. Em casos mais graves, gerar falta de ar de forma intensa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desafio do trabalho de reabilitação pós-covid é restabelecer o bom funcionamento do aparelho respiratório e o bem-estar da pessoa. “A reabilitação é tanto respiratória quanto motora para recuperar a força muscular perdida durante a doença. O tempo varia de acordo com o paciente. Normalmente são necessárias, no mínimo, dez sessões de fisioterapia”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento pós-covid tem suporte de uma equipe multiprofissional que, além de médicos pneumologistas, conta também com profissionais das áreas de fisioterapia, nutrição e psicologia. “A reabilitação começa durante a internação, com a fisioterapia realizando um grande trabalho, tanto da parte respiratória quanto da parte motora. É de grande importância o seguimento logo após a alta do paciente”, recomenda o médico, ao informar que, recentemente, o Pilar Hospital inaugurou um ambulatório pós-covid capacitado para realizar diversos exames de avaliação do comprometimento pulmonar em longo prazo e, assim, seguir no atendimento para a recuperação do paciente.</p>
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		<title>Variante Delta: rápida propagação reforça necessidade de medidas de proteção</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 15:10:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160;&#160;Professora Raquel Saito explica o que se sabe até o momento sobre a variante e o que fazer para se prevenir Surgida em dezembro de 2020, na Índia, a&#160;variante Delta da COVID-19&#160;tem se espalhado rapidamente por diversas cidades do mundo e trazido urgentes necessidades de aceleração no processo de vacinação e retomada das regras de &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>&nbsp;&nbsp;Professora Raquel Saito explica o que se sabe até o momento sobre a variante e o que fazer para se prevenir</em><em></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Surgida em dezembro de 2020, na Índia, a&nbsp;variante Delta da COVID-19&nbsp;tem se espalhado rapidamente por diversas cidades do mundo e trazido urgentes necessidades de aceleração no processo de vacinação e retomada das regras de restrição.&nbsp; No Brasil,&nbsp;entre 10 de janeiro e 17 de julho, foram notificados 27 casos&nbsp;da&nbsp;doença, que&nbsp;têm sido&nbsp;monitorados de perto pelas autoridades e muitos apresentaram evolução favorável. No entanto, de acordo com o Centro Estadual de Vigilância e Saúde do Rio Grande do Sul (CEVS), os dados disponíveis&nbsp;não possibilitam estabelecer consenso sobre&nbsp;sua transmissibilidade, gravidade&nbsp;e&nbsp;potencial de escape imunológico.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o início da pandemia, quatro variantes de destaque da COVID-19 já foram identificadas: Alfa, Beta, Gama e a já referida Delta. “Já era esperado que aparecessem variantes do SARS-CoV-2. Por isso, os grupos de vigilância têm realizado ações para monitorá-las”, explica a&nbsp;<strong>Profª&nbsp;Drª. Raquel Xavier de Souza Saito</strong><strong>,&nbsp;</strong>docente do curso de graduação em Enfermagem da Faculdade Santa Marcelina. “Esse acompanhamento é importante para entendermos a capacidade de transmissão dessas variantes, os números de quadros infecciosos graves, a eficácia dos tratamentos disponíveis e, principalmente, a efetividade das vacinas”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, a Delta acaba por ganhar destaque visto que estudos preliminares apontam maior potencial de transmissão quando comparada com as demais, especialmente no que diz respeito a pessoas que estejam com o&nbsp;sistema imunológico comprometido. “Esse grupo pode&nbsp;apresentar evoluções&nbsp;mais&nbsp;desfavoráveis quando infectados&nbsp;pela variante Delta, e nisso se incluem idosos”, completa Raquel.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É&nbsp;importante lembrar que&nbsp;a vacinação está entre as principais medidas de prevenção contra a doença, e estudos preliminares&nbsp;atestam a eficácia dos imunizantes disponíveis&nbsp;no Brasil na prevenção&nbsp;das infecções.&nbsp;No entanto, a professora&nbsp;lembra que nenhuma vacina tem eficácia de 100%. “Por isso, é muito importante que, mesmo após a imunização completa pelas vacinas, as pessoas sigam fazendo o distanciamento social, a higienização das mãos, bem como com o uso de máscaras e limpeza e desinfecção de ambientes”, acrescenta. “Estas medidas, somadas ao isolamento de&nbsp;casos suspeitos e confirmados de&nbsp;infectados,&nbsp;favorecem o controle da transmissão da Covid-19, de suas variantes&nbsp;existentes e de novas que possam vir a surgir”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sintomas</strong>&nbsp;– De acordo com a <strong>Dra. Raquel Saito,</strong> eles são os mesmo da COVID-19 regular. Então é importante estar atento para saber reconhecer, identificar e notificar qualquer suspeita da doença para as autoridades responsáveis.&nbsp;“O indivíduo com os sintomas leves da infecção, chamada síndrome gripal, irá apresentar pelo menos dois dos seguintes sintomas: febre,&nbsp;calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza e&nbsp;distúrbios olfativos ou gustativos”, explica a professora.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre os sintomas de casos graves da doença, conhecidos como síndrome respiratória, Raquel completa que a pessoa infectada irá sentir um desconforto respiratório, pressão ou dor no tórax, ou coloração azulada nos lábios ou rosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em crianças, além dos itens anteriores, é importante observar os batimentos de asa de nariz, cianose, tiragem intercostal, desidratação e inapetência”, finaliza.</p>
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		<title>Ciência e Medicina:  chega ao Brasil teste rápido para detectar anticorpos específicos contra a Covid-19</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2021 21:21:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Chega ao Brasil teste rápido para detectar anticorpos contra a covid 19]]></category>
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		<category><![CDATA[Medteste Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A farmacêutica Anna Luiza Szuster:&#160; &#160;O “avanço também é importante para as empresas e a sociedade como um todo, contribuindo para a redução do contágio” A&#160;MedLevensohn, distribuidora de produtos de saúde e bem-estar,&#160;disponibilizou agora para o mercado nacional um exame inédito para identificar se o indivíduo, vacinado ou não, em apenas 10 minutos, possui anticorpos &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>A farmacêutica Anna Luiza Szuster:&nbsp; &nbsp;O “avanço também é importante para as empresas e a sociedade como um todo, contribuindo para a redução do contágio”</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;MedLevensohn, distribuidora de produtos de saúde e bem-estar,&nbsp;disponibilizou agora para o mercado nacional um exame inédito para identificar se o indivíduo, vacinado ou não, em apenas 10 minutos, possui anticorpos efetivamente protetores para combater a infecção provocada pelo novo Coronavírus. Trata-se de um produto de alta tecnologia na área da Medicina Diagnóstica. Agora, a empresa conta com um conjunto completo de três testes para o combate à enfermidade, considerando que já dispunha do IgG/&nbsp;IgM&nbsp;e do AG (este revela se a pessoa está com a infecção no momento).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O&nbsp;MedTeste&nbsp;Coronavírus (COVID-19) Anticorpos&nbsp;Anti-Proteína&nbsp;S possibilita detectar se o paciente possui esses anticorpos, fabricados naturalmente pelo organismo em resposta à invasão por um agente infeccioso ou à vacina. São eles que potencialmente impedem a ligação do vírus às células, podendo evitar a entrada do micro-organismo e, consequentemente, sua replicação dentro do corpo. São os chamados anticorpos de inibição viral&#8221;, relata o Rafaella Cortez, Biomédica da Área Técnica da&nbsp;MedLevensohn.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo exame é exclusivo para uso profissional de diagnóstico in vitro. Recomenda-se que seja realizado a partir de 15 dias após o início dos sinais e sintomas ou da segunda dose da vacina, em sangue total, soro ou plasma. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele é também é muito útil para que as pessoas já vacinadas contra a Covid-19 saibam se possuem ou não os anticorpos. Cabe lembrar que as diferentes vacinas têm índices de imunização diferentes. Nenhuma é 100% eficaz. Assim, é importante saber se o indivíduo possui ou não anticorpos efetivamente protetores contra a doença. A imunidade promovida pela vacina produz no organismo exatamente esses anticorpos protetores, que são os identificados pelo novo teste. Com este produto da&nbsp;MedLevensohn, quem já teve a doença e ainda não foi vacinado também consegue saber se possui anticorpos específicos para combater o novo&nbsp;Coronavírus.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os laboratórios, clínicas, hospitais e farmácias também passam a contar com uma ferramenta eficaz no combate à pandemia, ampliando seu protagonismo nessa ação prioritária da área da saúde, neste momento. &#8220;Ao conseguirem comprovar, com alto índice de precisão, se o indivíduo é um assintomático, mas potencialmente transmissor, ou se está protegido pelos anticorpos específicos após ter a doença ou tomar a vacina, unidades médicas e profissionais de saúde prestarão um serviço importante aos seus pacientes, que poderão retornar com mais tranquilidade e segurança às suas atividades normais. Tal avanço também é importante para as empresas e a sociedade como um todo, contribuindo para a redução do contágio&#8221;,&nbsp;explica Anna Luiza&nbsp;Szuster, farmacêutica e Diretora de Relações Internacionais da&nbsp;MedLevensohn.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo&nbsp;Anna Szuster,&nbsp;pessoas que já tiveram a doença, tomaram a vacina e estão comprovadamente protegidas devem continuar adotando todas as precauções estabelecidas pelos protocolos sanitários de combate à pandemia. &#8220;Esses cuidados continuam fundamentais para que possamos vencer esta guerra&#8221;, conclui.&nbsp;</p>
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		<title>Faculdade de Medicina da UFMG já identificou 68 bebês nascidos com anticorpos para covid-19</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2021 21:41:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
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		<category><![CDATA[estudo sobre presença de anticorpos em bebês]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Medicina da UFMG]]></category>
		<category><![CDATA[futura vacinação para bebês para covid 19]]></category>
		<category><![CDATA[passagem de anticorpos da mãe para o bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatra Cláudia Lindgren]]></category>
		<category><![CDATA[Professora Cláudia Lindgren]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A professora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFMG, Cláudia Lindgren: &#160;“a confirmação da passagem de anticorpos da mãe para o bebê durante a gravidez pode ajudar a planejar o momento ideal para vacinação dos bebês contra a covid” Fonte: UFMG Resultados preliminares de pesquisa da Faculdade de Medicina da UFMG mostram &#8230;</p>
<p>The post <a href="https://portalmedicinaesaude.com/faculdade-de-medicina-da-ufmg-ja-identificou-68-bebes-nascidos-com-anticorpos-para-covid-19/">Faculdade de Medicina da UFMG já identificou 68 bebês nascidos com anticorpos para covid-19</a> appeared first on <a href="https://portalmedicinaesaude.com">Portal Medicina e Saúde</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>A </em></strong><em>professora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFMG, Cláudia Lindgren: &nbsp;“a confirmação da passagem de anticorpos da mãe para o bebê durante a gravidez pode ajudar a planejar o momento ideal para vacinação dos bebês contra a covid”</em><em></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Fonte: UFMG </em></strong><em></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Resultados preliminares de pesquisa da Faculdade de Medicina da UFMG mostram que a maioria das mães que se infectaram pelo Sars-Cov-2 durante a gestação podem passar anticorpos para os bebêspor meio da transferência placentária. Estudo inédito utiliza o teste do pezinho e testagem das mãespara identificar a infecção e irá acompanhar repercussões no desenvolvimento infantil dos recém-nascidos soropositivos. O estudo conta com parceria do Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico (Nupad), da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MG) e da Universidade Federal de Uberlândia.<em></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Até agora foram testadas 506 mães e bebês. Foram identificados 68 casos de transferência de anticorpos IgG da mãe para o filho nos cinco municípios participantes da pesquisa. O objetivo é chegar a 4 mil mães testadas. Os casos positivos serão acompanhados por dois anos, período em que se observará se a infecção durante a gestação trouxe consequências para o desenvolvimento das crianças. Um grupo de controle, com mães e bebês com resultados negativos, também será acompanhado. Outro objetivo é avaliar a duração da imunidade adquirida pelo feto durante a gestação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cinco cidades mineiras estão participando. São elas Uberlândia, Contagem, Itabirito, Ipatinga e Nova Lima. Os critérios para a escolha dos municípios foram a taxa de prevalência de covid-19, o número de nascimentos por mês e a existência de rede de apoio para eventual necessidade de reabilitação das crianças com alterações nos testes de neurodesenvolvimento. A interlocução é feita pela Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, que demandou o estudo para apoiar o planejamento em saúde pública no estado.<em></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de descobrir os cuidados necessários com esses recém-nascidos, os resultados podem dar respostas sobre uma futura vacinação de bebês. “A confirmação da passagem de anticorpos da mãe para o bebê durante a gravidez pode ajudar a planejar o momento ideal para vacinação dos bebês contra a covid. Em outras infecções, como no sarampo por exemplo, já se sabe que os anticorpos maternos reduzem a eficácia da vacina contra sarampo e, por isso, ela é feita mais tardiamente”, pondera a professora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFMG, Cláudia Lindgren.&nbsp;<em></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dado que chamou atenção dos pesquisadores é a proporção de casos assintomáticos, ou seja, mães que não tiveram sintomas da doença e ainda assim passaram anticorpos para os fetos. Na pesquisa em Minas Gerais o número chegou a 40%. “Outros estudos já mostraram a presença de anticorpos no bebê, mas a maioria deles investigou a transferência de anticorpos após as manifestações da covid na mãe. Nesta pesquisa, estamos testando todas as mães e bebês, independente delas terem apresentado qualquer sintoma da doença durante a gravidez, porque sabemos que cerca de 80% das infecções são assintomáticas”, explica a professora, citando o zika, rubéola e HIV como vírus que permanecem “ocultos” no organismo por bastante tempo. “Temos a hipótese que, à semelhança de outras infecções virais durante a gravidez, o Sars-Cov-2 pode trazer repercussão futura”, pontua.<em></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Metodologia e ineditismo &#8211; </strong>A pesquisa utiliza a rede de coleta da triagem neonatal, conhecida popularmente como Teste do Pezinho, realizada em Minas Gerais pelo Nupad, órgão complementar da Faculdade de Medicina da UFMG. A mesma gota de sangueno papel filtro coletada para a triagem neonatal é utilizada na pesquisa. Dessa forma, os bebês não passam por nenhum procedimento diferente do habitual. A novidade é a testagem das mães, via punção digital, como é feito o exame de glicose, por exemplo, que são convidadas a participar do estudo nos postos de saúde, no momento do Teste do Pezinho de seus filhos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os pesquisadores, o ineditismo do projeto é o tempo de acompanhamento e a avaliação do desfecho nas crianças. A professora Cláudia Lindgren explica que doenças adquiridas na gestação podem não ter sintomas imediatos e agudos. “A experiência da infecção pelo SARS-COV-2 nos adultos nos mostra uma grande afinidade do vírus pelo sistema nervoso central e levanta a preocupação de que ele também possa afetar o feto. Mesmo que o bebê tenha nascido bem, sem sintomas da doença, o comprometimento do desenvolvimento pode surgir mais tarde, por exemplo, quando a criança começar a falar ou andar. Não temos estudos sobre isto ainda”, afirma.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo dos próximos dois anos serão feitos inquéritos por telefone, consultas e testes de desenvolvimento dos bebês dos grupos soropositivo e controle. A adesão depende do aceite da mãe no momento do Teste do Pezinho, nas unidades básicas de saúde. Os pesquisadores convidam a todas as mães dos cinco municípios participantes a colaborarem com o avanço da ciência e das políticas públicas de enfrentamento à pandemia de covid-19.</p>
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		<title>Fique seguro: Saiba as diferenças entre Gripe e Covid-19</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2021 11:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Importância de vacinar contra a gripe]]></category>
		<category><![CDATA[médica Silvana de Barros Ricardo]]></category>
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		<category><![CDATA[Rede Mater Dei de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba as difderenças entre Gripe e Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço de Epidemiologia e Controle de Infecção Hospitalar da Rede Mater Dei]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas da gripe e da Covid 19]]></category>
		<category><![CDATA[vacina contra a gripe na Rede Mater Dei]]></category>
		<category><![CDATA[Vacine-se contra a gripe na Rede Mater Dei]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atenção para as informações da médica Silvana de Barros Ricardo, coordenadora do Serviço de Epidemiologia e Controle de Infecção Hospitalar (SECIH) da Rede Mater Dei de Saúde/MG Desde o início da pandemia do novo Coronavírus, várias dúvidas surgiram sobre as diferenças entre a já conhecida gripe e a Covid-19. Um dos questionamentos mais presentes entre &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Atenção para as informações da médica Silvana de Barros Ricardo, coordenadora do Serviço de Epidemiologia e Controle de Infecção Hospitalar (SECIH) da Rede Mater Dei de Saúde/MG</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o início da pandemia do novo Coronavírus, várias dúvidas surgiram sobre as diferenças entre a já conhecida gripe e a Covid-19. Um dos questionamentos mais presentes entre a população é como saber diferenciar as duas infecções?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Causadas por vírus diferentes, a gripe pelo vírus influenza e a Covid-19 pelo SARS-CoV-2, ambas podem apresentar sintomas semelhantes, o que dificulta o diagnóstico.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para esclarecer essa questão, o Portal Medicina e Saúde ouviu a médica coordenadora do Serviço de Epidemiologia e Controle de Infecção Hospitalar (SECIH) da Rede Mater Dei de Saúde/MG, Silvana de Barros Ricardo. Confira:  </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como diferenciar os sintomas da gripe dos sintomas causados pela Covid-19?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Covid-19, uma infecção viral causada pelo SARS-CoV-2, pode começar com sintomas leves como febre e tosse seca, podendo progredir para uma dificuldade respiratória, que é um sintoma que indica que você deve procurar com urgência um atendimento. Os idosos e pessoas com doenças crônicas, como diabetes e cardiopatias, têm maior risco de evolução de forma grave e, inclusive, de óbito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A gripe, por sua vez, é causada pelo vírus da Influenza, muito comum em períodos de frio e transição de temperatura. Ela pode se manifestar com dor de garganta, febre, coriza, dor de cabeça, tosse, fadiga, mal-estar e calafrios. Esses sintomas geralmente desaparecem após uma semana. No entanto, a tosse, que normalmente surge à medida que a doença progride, pode permanecer por algumas semanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em locais onde os dois vírus estão circulando simultaneamente é muito difícil distinguir clinicamente quem é o causador da infecção respiratória do paciente. Assim, a recomendação é manejar os indivíduos com sintomas respiratórios de forma semelhante até que se tenha a definição do diagnóstico, o que só pode ser realizado através de exames laboratoriais específicos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>É verdade que a gripe afeta o sistema imunológico facilitando o contágio por Coronavírus?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Não. O grande problema da gripe e do resfriado neste momento é diferenciá-lo da COVID-19, já que muitos sintomas deles são indistinguíveis na apresentação clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que fazer caso esteja com gripe?</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O tratamento consiste, em geral, no alívio dos sintomas. No entanto, ainda que seja comum que as pessoas tratem da gripe em casa, sem passar por uma consulta médica, uma vez que os sintomas costumam ser&nbsp; brandos, é importante destacar que a gripe também pode apresentar complicações, como o agravamento de algumas comorbidades como&nbsp; a asma, por exemplo, além do surgimento de <a href="https://www.biologianet.com/doencas/sinusite.htm">sinusite</a>, otite e até mesmo pneumonias, que podem, inclusive, levar a óbito, principalmente indivíduos imunocomprometidos, crianças e idosos. Portanto, é importante estar atento na presença e evolução desses sintomas respiratórios, bem como no agravamento do quadro, e não adiar a procura por assistência médica quando necessário.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Qual a importância de se vacinar anualmente contra a gripe? Há contraindicações?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A principal medida para a prevenção da infecção por vírus Influenza é a vacinação. Ela ocorre anualmente em razão da grande variedade desse vírus em circulação. Assim, é feito um estudo das variedades que mais circularam nos últimos anos para produzir a vacina do ano seguinte. Quando ocorre coincidência entre as variantes em circulação na comunidade e aquelas contidas na vacina, a imunização pode prevenir a infecção em até 90% dos indivíduos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacina contra a gripe é contraindicada para pessoas que apresentam alergia a ovo. Pessoas com quadro febril agudo devem postergar a sua tomada. Quem recebeu a vacina contra COVID-19 deve aguardar 14 dias para se vacinar contra a gripe.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como se prevenir contra a gripe e a Covid-19?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As formas de se prevenir contra essas doenças e evitar sua transmissão também são semelhantes. Alguns cuidados devem ser tomados:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Lavar as mãos frequentemente com água e sabão e, na ausência desses, higienizar utilizando álcool em gel 70%;</li><li>Ao tossir e espirrar, cubra o nariz e a boca utilizando um lenço ou então a parte interna do seu cotovelo (ao utilizar um lenço, descarte-o em seguida e higienize as mãos);</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Se estiver doente, permaneça em casa;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Mantenha os ambientes arejados;</li><li>Evite tocar nos olhos, boca e nariz com as mãos sem a devida higienização;</li><li>Não compartilhe objetos de uso pessoal, como copos, talheres e pratos;</li><li>Higienize objetos que são manuseados com frequência, como celulares;</li><li>Mantenha-se a uma distância de pelo menos 1 metro das pessoas que apresentem sintomas dessas doenças;</li><li>Evite aglomerações em casos de surtos dessas doenças.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vacine-se contra a gripe na Rede Mater Dei de Saúde:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacinação é uma das formas de prevenção mais eficientes. É aplicada anualmente, em dose única e a proteção se estabelece em duas a três semanas após a vacinação. A vacina é segura para gestantes e mulheres em amamentação, e é indicada a partir de 6 meses de vida sem idade limite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacina contra influenza reduz em 32% a 45% das internações por pneumonia e de 39% a 75% as complicações da gripe. Ela protege as pessoas portadoras de doenças respiratórias, que são grupo de risco também para COVID-19, e reduz a pressão no sistema de saúde no inverno, quando tem aumento da circulação dos vírus respiratórios. Deve ser aplicada com intervalo mínimo de 14 dias antes ou após a vacina contra o coronavírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio do Mater Dei Vacina, a Rede Mater Dei disponibiliza aos seus clientes a vacina de prevenção contra a gripe.</p>
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		<title>Fisioterapia auxilia na reabilitação de pacientes recuperados de Covid-19</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 11:01:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ambulatório Pós Covid do Pilar Hospital]]></category>
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		<category><![CDATA[Fisioterapeuta Emmanuelle Monteiro Grozewicz]]></category>
		<category><![CDATA[Fisioterapia auxilia na reabilitação da Covid 19]]></category>
		<category><![CDATA[Fisioterapia do Pilar Hospital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O processo de reabilitação das funções respiratórias e motoras é fundamental para pacientes recuperados de covid-19 que foram internados, mesmo que não tenham passado por uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Os problemas respiratórios decorrentes do novo coronavírus, somados a um considerável período em que o paciente fica acamado em um leito de hospital, implicam &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O processo de reabilitação das funções respiratórias e motoras é fundamental para pacientes recuperados de covid-19 que foram internados, mesmo que não tenham passado por uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Os problemas respiratórios decorrentes do novo coronavírus, somados a um considerável período em que o paciente fica acamado em um leito de hospital, implicam na necessidade de fisioterapia. Conforme comenta a Emmanuelle Monteiro Groszewicz, coordenadora da equipe de Fisioterapia do Pilar Hospital/Curitiba, entre as consequências mais recorrentes apresentadas pelos pacientes estão fraqueza muscular importante, perda de massa magra e dificuldade em realizar atividades básicas, como andar, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Tenho pacientes que apresentam dificuldade em caminhar, mesmo com pouco tempo de internamento, aproximadamente 10 dias. Houve o caso de um paciente que ficou entubado por 12 dias. Após ser extubado, ele não caminhava sozinho nos primeiros dias, só com ajuda. Além disso, perdeu cerca de 5 quilos”, relata a fisioterapeuta. “Quanto à perda de massa muscular, um paciente internado em um leito de hospital perde em média 300 gramas de massa magra por dia”, completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando um paciente deixa a UTI, ele é encaminhado para um quarto de hospital e lá poderá recuperar um pouco do que os médicos chamam de AVD´s (atividades de vida diária). “São atividades simples como pentear o cabelo, ir ao banheiro, escovar os dentes. Mas há pacientes que nos primeiros dias não conseguem nem colocar o garfo na boca durante uma refeição”, relata Emmanuelle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O tempo de reabilitação demora de acordo com o tempo de internamento e com as sequelas que ficaram. É bastante variável. O paciente volta para casa quando estiver hemodinamicamente estável”, explica. A fisioterapia é feita de forma associada entre a área pulmonar com a área motora. Em muitos casos entra em cena também o trabalho de fonoaudiólogos e nutricionistas para uma reabilitação global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os exercícios mais básicos estão séries respiratórias, como puxar o ar pelo nariz bem profundamente e depois soltar pela boca, ou então, puxar o ar duas vezes de forma rápida e curta pelo nariz e soltar em seguida, entre outras variações. Atividades como essas são iniciadas no hospital antes do paciente receber alta, e continuarão sendo executadas quando ele estiver em casa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os exercícios citados anteriormente podem ser associados a outros, entre eles, o uso de um bastão. Conforme explica a Dra. Emanuelle, “o paciente segura o bastão com as mãos paralelas, levanta os braços e puxa o ar. Só vai soltar quando descer os braços. É um exercício muito bom para trabalhar a expansão da caixa torácica”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Pilar Hospital/Curitiba conta com um ambulatório pós-covid com uma equipe de 17 fisioterapeutas, composta por homens e mulheres, capacitados na parte respiratória, incluindo especialistas em UTI. Boa parte do trabalho é feito com pacientes internados. Após a alta hospitalar, o paciente pode continuar a fisioterapia em consultório do hospital, de acordo com a disponibilidade. Também há a possibilidade de fisioterapia a domicílio (<em>home care</em> presencial ou por videochamada), a depender da evolução do paciente.</p>
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		<title>Procura por respiradores aumenta 800% e reflete novo pico da pandemia no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2021 20:10:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com relação às máscaras, as vendas cresceram 450% durante a fase que representa a “segunda onda de Covid” no país: entre fevereiro e março de 2021. Enquanto a França e outros países da Europa estão na terceira onda de Covid-19, o Brasil enfrenta sua segunda e pior época. Com números cada vez mais elevados e &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Com relação às máscaras, as vendas cresceram 450% durante a fase que representa a “segunda onda de Covid” no país: entre fevereiro e março de 2021.</em><em></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto a França e outros países da Europa estão na terceira onda de Covid-19, o Brasil enfrenta sua segunda e pior época. Com números cada vez mais elevados e medidas mais restritivas, a população tenta, de certa forma, se precaver e recorre a alternativas digitais. Isso é o que mostra a plataforma de produtos e serviços de saúde Suprevida. No início deste ano, com o novo pico da doença, a procura por exercitadores respiratórios registrou um aumento de 800%. Estes são usados no tratamento pós Covid-19 para auxiliar na recuperação respiratória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo pesquisa da Nielsen, realizada em 2020, a “compra proativa para a saúde” é a primeira etapa-chave que dita o comportamento do consumidor relacionado às preocupações em torno da COVID-19. Comparando os meses de março e abril de 2020, quando começou o confinamento no Brasil, o número de novos casos por dia saltou de pouco mais de 90 para mais de 5 mil. Neste mesmo período, a plataforma <em>online</em> registrou um aumento de 500% na venda de álcool em gel, item considerado básico no combate à disseminação do vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com relação às máscaras, outro elemento indispensável no dia-a-dia para àqueles que precisam sair de casa, as vendas cresceram 450% durante a fase que representa a “segunda onda de Covid” no país: entre fevereiro e março de 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o fundador da empresa, Rodrigo Correia da Silva, esses números refletem exatamente os picos da pandemia. “Quando as UTI`s estão com lotação máxima e o número de mortos em crescente, percebemos por meio da nossa plataforma, um aumento muito grande na compra de produtos e, até mesmo, na busca por informações. As pessoas ficam desesperadas e correm para tentar se proteger”.&nbsp; Segundo informa ainda, o aumento do consumo de conteúdos sobre Covid-19 na Suprevida atingiu mais de 100% em março deste ano, comparado ao mesmo período do ano anterior.</p>
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		<title>Novos testes que detectam variantes da COVID-19 começam a ser exportados a partir da Coreia do Sul</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2021 23:29:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
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		<category><![CDATA[AllplexTM SARS-CoV-2 Master Assay]]></category>
		<category><![CDATA[Ceo da Seegene]]></category>
		<category><![CDATA[Ceo da Seegene Jong-Yvon Chen]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Jong-Yvon Chen:]]></category>
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		<category><![CDATA[Seegene do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Seegene empresa de biotecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[testes da Seegene serão exportados a partir da Coreia do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[testes mais recentes da Seegene]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O CEO da Seegene, Dr. Jong-Yvon Chen: “os testes de diagnóstico de variantes permitirão medidas mais completas de prevenção de infecções ao lidar com a pandemia&#8221; A Seegene, empresa de biotecnologia especializada em diagnósticos moleculares, anunciou que obteve autorização de exportação do Ministério da Segurança Alimentar e de Medicamentos da Coreia do Sul para começar &#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>O CEO da Seegene, Dr. Jong-Yvon Chen: “os testes de diagnóstico de variantes permitirão medidas mais completas de prevenção de infecções ao lidar com a pandemia&#8221;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Seegene, empresa de biotecnologia especializada em diagnósticos moleculares, anunciou que obteve autorização de exportação do Ministério da Segurança Alimentar e de Medicamentos da Coreia do Sul para começar a exportar seus testes de variantes da COVID-19 para países do mundo todo. De acordo com a empresa, os testes de diagnóstico de variantes da corona vírus renovará os esforços globais na contenção da pandemia, agravada pelas variantes mais contagiosas e fatais do vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os testes mais recentes da Seegene de variantes da COVID-19, o &#8220;Allplex<sup>TM</sup>&nbsp;SARS-CoV-2 Master Assay&#8221; e o &#8220;Allplex<sup>TM</sup>&nbsp;SARS-CoV-2 Variants I Assay&#8221;, estão sendo enviados a mais de 20 países em todo o mundo, incluindo os países europeus mais atingidos como, Reino Unido, Itália, Alemanha e França, bem como o&nbsp;Chile. Ambos os testes de diagnóstico de variantes já adquiriram a marcação CE-IVD, em março.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa já informou que pode produzir 300.000 kits de teste de diagnóstico de variantes, capazes de testar 30 milhões de pessoas mensalmente. Segundo o Dr.&nbsp;Jong-Yoon Chun, CEO da Seegene, &#8220;os testes atenuarão a sobrecarga a que estão submetidos os profissionais da área médica do mundo todo, possibilitando a detecção de variantes com um simples teste de PCR em tempo real, o que permitirá medidas mais completas de prevenção de infecções ao lidar com a pandemia&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O &#8220;Allplex<sup>TM</sup>&nbsp;SARS-CoV-2 Master Assay&#8221;, primeiro teste de diagnóstico de variantes do mundo, pode detectar a COVID-19 e rastrear diversas variantes do vírus simultaneamente, em menos de duas horas, com um único teste de PCR multiplex em tempo real, ou seja, ele pode detectar variantes do vírus, incluindo B.1.1.7, B.1.351 e P.1. Pode também ser usado em conjunto com o &#8220;Allplex<sup>TM</sup>&nbsp;RV Essential Assay&#8221; como um ensaio de passo único para a triagem de 17 vírus-alvo causadores de infecções respiratórias.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o &#8220;Allplex<sup>TM</sup>&nbsp;SARS-CoV-2 Variants I Assay&#8221; pode detectar e diferenciar mutações em variantes, ao mesmo tempo que pré-analisa novas variantes suspeitas, oferecendo conhecimentos sobre variações adicionais. Este teste pode identificar mutações em variantes como B.1.1.7, B.1.351, P.1 e B.1.525, utilizando pelo menos dez tecnologias proprietárias, incluindo o método PCR multiplex em tempo real mTOCE<sup>TM</sup>, uma tecnologia de ponta que só a Seegene oferece. Utilizando também sua tecnologia original de sistema de controle interno endógeno, os testes de variantes mais recentes da Seegene permitem que o método de amostragem de saliva, menos invasivo, seja uma opção viável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A variante do coronavírus identificada pela primeira vez no Reino Unido no ano passado já se espalhou para mais de 114 países em todo o mundo, tornando-se a cepa mais comum da COVID-19 nos EUA. Também conhecida como B.1.1.7., a chamada &#8220;variante do Reino Unido&#8221; provou ser não apenas mais contagiosa, mas também mais letal, o que colocou o mundo todo em alerta. Outra variante que gera preocupação, a B.1.351, detectada pela primeira vez na África do Sul, demonstrou reduzir a eficácia de algumas vacinas, levando ao aumento da demanda por diagnósticos mais rápidos e precisos.</p>
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		<title>Mais jovens graves nas UTIs no primeiro trimestre de 2021</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2021 11:14:52 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>O médico Victor Cravo, coordenador nacional das Unidades&nbsp;de&nbsp;Terapia Intensiva da Rede Americas: “hoje, são os adultos jovens e&nbsp;de&nbsp;meia idade, que estão cada vez mais presentes nas nossas UTIs, o que pode ser atribuído ao relaxamento nas medidas&nbsp;de&nbsp;prevenção”</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Rede Americas, braço médico-hospitalar do United Health Group Brasil, levantou o perfil do paciente COVID-19 em suas 18 unidades divididas entre as regiões Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste do país. O estudo comprovou um aumento&nbsp;de&nbsp;mais jovens graves nas Unidades&nbsp;de&nbsp;Terapia Intensiva do grupo, caso do Rio&nbsp;de&nbsp;Janeiro, com um salto de 5,3%, em janeiro, para 14,7%, no mês&nbsp;de&nbsp;março, na faixa etária dos 18 aos 44 anos. Também chama a atenção, na capital Fluminense, as pessoas&nbsp;de&nbsp;meia idade (45 a 64 anos&nbsp;de&nbsp;vida). Nesta faixa etária, as internações pularam de 18% para 42%. Em São Paulo, neste mesmo segmento &#8211; 18 a 44 anos, houve um aumento&nbsp;de&nbsp;17% para 19% e,&nbsp;de&nbsp;37% para 45%, nos acometidos pela doença entre 45 e os 64 anos&nbsp;de&nbsp;vida.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Comparativamente aos meses de&nbsp;novembro e&nbsp;dezembro, período em que foi percebido um aumento da gravidade predominantemente nos mais idosos, de acordo com o Dr. Victor Cravo, coordenador nacional das Unidades&nbsp;de&nbsp;Terapia Intensiva da Rede Americas, “hoje, são os adultos jovens e&nbsp;de&nbsp;meia idade, que estão cada vez mais presentes nas nossas UTIs, o que pode ser atribuído ao relaxamento nas medidas&nbsp;de&nbsp;prevenção, como o distanciamento social, aumento das aglomerações e a redução quanto ao uso&nbsp;de&nbsp;máscaras, tão necessários enquanto não há vacina para todos”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra preocupação é a ausência&nbsp;de&nbsp;comorbidades nessa população jovem, que vem agravando&nbsp;devido à COVID-19. “Ainda há muito a ser pesquisado com relação aos problemas&nbsp;desencadeados pelo novo coronavírus, mas essa gravidade pode estar diretamente relacionada à carga viral mais alta, somada à grande exposição, o que resultaria em uma capacidade menor&nbsp;de&nbsp;resposta do organismo&nbsp;dessa população”, observa o médico. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo também traz um panorama do aumento&nbsp;de&nbsp;adultos nas unidades do Distrito Federal, Norte e do Nordeste do país, com uma escalada&nbsp;de&nbsp;12% para 17,3%, entre as pessoas dos 18 aos 44 anos, e uma queda naquelas pertencentes ao grupo dos 45 aos 64 anos&nbsp;de&nbsp;vida:&nbsp;de&nbsp;42,2% para 35,2%. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dado positivo é a redução dos octogenários na maioria das UTIs do grupo, o que já pode ser considerado um reflexo da vacinação nessa faixa&nbsp;de&nbsp;idade (queda&nbsp;de&nbsp;46% para 36%). “Por outro lado, no Nordeste e Distrito Federal, especificamente, ainda há aumento&nbsp;desse público na faixa etária dos 80 anos (de&nbsp;8,4%para 13.3%)”, diz.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prevalência&nbsp;&#8211; </strong>As idades medianas dominantes nas UTIs da Rede Americas mais prevalentes estão em 69 anos, no Rio&nbsp;de&nbsp;Janeiro; 58 anos, em São Paulo, e, no Norte, Nordeste e Distrito Federal, entre os 63 anos. “Os dados novamente nos levam a reforçar a importância da vacina, ainda que exista a nova variante em circulação no país, pois essa faixa etária começou a ser vacinada neste momento e ainda levará um tempo para podermos avaliar a redução da internação&nbsp;desse público”, finaliza o especialista responsável pelo estudo.</p>
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